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TV, Cinema e Teatro

Abigail e a Cidade Proibida (2,5)

Portal Hortolândia

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Abigail e a Cidade Proibida é um projeto russo (mas que decidiu inserir a língua inglesa nos diálogos para atingir um público maior) com pitadas de ação, aventura e fantasia e que flerta, em certos momentos, com franquias como Jogos Vorazes e Harry Potter e trás puzzles mequetrefes para tentar provar para os espectadores o quanto sua protagonista é inteligente… mas ela só consegue ser irritante e previsível, como todos os outros personagens.

Se havia chances de Abigail ter importância relevante para a trama, ela perde a força pela falta de expressividade da atriz Tinatin Dalakishvili e quando tenta fazer um discurso eloquente e enfâtico, soa pouco natural e, com toda certeza, no mundo real, as pessoas virariam as costas e deixariam que o vilão tomasse conta da região. Já Eddie Marsan se esforça, mas é quase impossível não bocejar durante as dezenas de flashbacks.

E as quase duas horas de projeção são desgastantes e em vários momentos pensei em deixar a sala antes dos créditos finais subirem. Ferramentas como a trilha sonora “épica” antecipa todas as emoções, como se não fôssemos capazes de entender quais as intenções impostas ali. O que se salva, com certa força de vontade e otimismo, são os efeitos especiais, as cenas de ação e o figurino.

Os temas levantados, como preconceito e segregação, cabem muito bem para os dias atuais, porém aqui é tratado com uma preguiça e um amadorismo que há tempos não via. Abigail e a Cidade Proibida entra no panteão de piores lançamentos de 2019 a chegarem aos cinemas nacionais. E vamos cruzar os dedos para que não haja sequências.

Por Éder de Oliveira | Jornalista e responsável pelo site www.cinemaepipoca.com.br

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TV, Cinema e Teatro

Cinesystem do Shopping Hortolândia reabre com estreia de Tenet

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Exibidora confirmou o retorno das atividades para dia 29 de outubro. Ar-condicionado, distanciamento, uso de máscara, são os principais protocolos adotados pela empresa

A saudade de ir ao cinema está enorme! Mas a vontade de voltar a degustar uma pipoca quentinha e curtir as estreias da semana já tem data pra acabar para o público de Hortolândia. A Cinesystem, que figura entre as cinco maiores exibidoras do país, acaba de anunciar a retomada das atividades de seu complexo no Shopping Hortolândia para quinta, 29 de outubro, com a estreia de Tenet, o longa mais aguardado de 2020. Com experiência acumulada de outras retomadas (como no Rio de Janeiro e São Paulo), a Cinesystem garante que o foco no momento é bem-estar e tranquilidade para todos aqueles que escolherem assistir a um filme em suas telonas.

“O retorno começou gradualmente, fomos retendo ensinamentos em praças como Rio de Janeiro e Ananindeua, que nos ajudaram a entender o comportamento do consumidor. Vamos começar com cerca de 9 a 13 filmes por semana, sendo a grande maioria lançamentos. Serão três sessões por dia, com exceção de sábado, que terá uma exibição extra com foco no público infantil”, conta Sherlon Adley, Diretor Comercial e de Marketing da exibidora.  

Como a empresa vai garantir o bem-estar do consumidor?

Muitos clientes ainda têm dúvidas sobre como os protocolos de segurança adotados pelos cinemas podem garantir o seu bem-estar e a saúde. Isso porque as mais de 3500 salas de cinema do País estão entre os últimos estabelecimentos a receber liberação dos governos para voltar a funcionar. A Cinesystem é uma das empresas que têm garantido que os clientes se sintam tranquilos e que o horário do filme e o sabor da pipoca sejam os únicos questionamentos durante a exibição.

Há a expectativa ainda de abertura no restante do país ainda este mês. E é por isso que entender os protocolos e saber como é possível se divertir sem riscos, é essencial para que a experiência do consumidor seja ainda mais prazerosa nesse momento. Para começar a explicar os detalhes, o ar-condicionado é o primeiro ponto de atenção.  

“Nossos aparelhos de ar-condicionado, além de passar por um rigoroso processo de manutenção, estão todos ligados com a função de ‘captar’ o ar externo. O que significa isso: ele puxa o ar do ambiente, faz o processo de resfriamento e joga o ar frio para dentro da sala. A partir daí, a renovação do ar acontece por meio da física. O ar frio desce e ‘empurra’ o ar mais quente que estava circulando entre as poltronas. O ar quente sobe, é sugado pelo aparelho e jogado para fora. Ou seja, ocorre uma renovação do ar que os clientes respiram, a todo tempo, o que deixa a experiência muito mais segura”, explica Ricardo Rossini, diretor de Operações da Cinesystem.

Se a preocupação com o ar que respiramos é importante, precisamos também pensar no uso de máscaras. Com um critério ainda mais rigoroso de utilização do que nos ambientes de lazer que hoje já estão em funcionamento, ela é obrigatória a todo o momento, em todos os locais, e só pode ser retirada, por pouco tempo, na hora em que o cliente for se alimentar – sendo recolocada imediatamente após. “É mais rigoroso do que em outros lugares, em que o ato de sentar à mesa já faz parte do conjunto ‘se alimentar’ e por isso a máscara pode ser retirada. No cinema, o cliente permanece com ela durante toda a sessão e temos funcionários à postos para garantir que a norma seja cumprida”, conta Rossini.

Outro protocolo que terá atenção especial dos funcionários será o distanciamento. Livre de qualquer falha de cálculo humano, a distância entre as poltronas é definida automaticamente no ato da compra do ingresso. Cada cliente chega a “bloquear” em média seis outros lugares ao redor de onde estará sentado, assim que seleciona sua poltrona.

“Para se ter uma ideia, uma sala grande, com cerca de 350 lugares, hoje não recebe mais do que 50 clientes por sessão. É quase uma sessão exclusiva. O distanciamento é efetivo e para evitar aglomerações toda a equipe foi treinada para organizar a entrada e a saída do público, além de checar com frequência se os lugares marcados foram respeitados”, finaliza Ricardo.

Mudanças sentidas pelo público

A Cinesystem tem conversado com os clientes a cada sessão nos cinemas em funcionamento, para entender como eles têm sentido essas mudanças na prática. Sherlon explica que o principal retorno do público é em relação à segurança. 

“Pesquisas feitas nos últimos meses mostram que o cinema era o entretenimento que as pessoas mais sentiam falta. E foi isso que pudemos ver em cada uma das reaberturas, um público nostálgico, emotivo, que depois de tanto tempo ia poder curtir de novo aquele lazer que faz parte do emocional de cada um de nós. Mas, se foi a saudade que os levou para os multiplex, com certeza os protocolos vão ser determinantes para que retornem mais vezes. Ouvimos, com unanimidade, que o sentimento de segurança ao ver cada uma das medidas implantadas nos complexos tornaram a ida ao cinema uma experiência ainda mais incrível”, conta o executivo.

Para as próximas semanas, as exibidoras vivem a expectativa de novas aberturas e estreias maiores, como “Tenet”, que devem atrair ainda mais consumidores, com segurança, para a frente das telonas. 

Confira os protocolos na íntegra:

  • Antes da abertura do multiplex, diariamente, uma equipe fará um processo rigoroso de higienização e sanitização, que engloba salas, poltronas, banheiros e pontos de contato. A recomendação é que a compra de ingressos seja realizada pelo site ou terminais de autoatendimento nos cinemas.
  • Os ATMs, como são chamados, estarão posicionados respeitando a distância mínima obrigatória. Esse distanciamento vale também para os banheiros, que contarão com boxes e pias intercalados e demais pontos de atendimento. Os guichês contarão com barreiras de acrílico para proteção e os locais na fila serão sinalizado no chão.
  • A entrega de produtos de bomboniere seguirá o alto padrão de higienização já utilizado em todos os cinemas da Rede desde a inauguração. 
  • O uso de máscara é obrigatório em todos os ambientes.
  • A oferta de álcool gel nos pontos de circulação, que já era um padrão da empresa, seguirá com ainda mais rigidez, inclusive em torres de desinfecção. Tapete químico para limpeza dos sapatos também estará instalado.
  • As poltronas seguirão um controle de distanciamento e funcionários estarão de prontidão para garantir que o espaçamento seja cumprido. Somente pessoas de convívio próximo poderão sentar lado a lado.
  • Ao término da sessão, a equipe de colaboradores fará a organização da saída, seguindo ordem de fileiras e patamares, evitando assim aglomerações.
  • Informativos espalhados por todo o multiplex reforçarão para os clientes o protocolo seguido pela exibidora.
  • Aumento de intervalo entre as sessões para que as salas, poltronas e pontos de contato sejam novamente sanitizados,
  • Maior rigor da manutenção dos aparelhos de ar condicionado. O processo, que sempre foi bastante criterioso, será ainda mais detalhado, visando um ar mais seguro e renovado para os clientes.
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Quem são os integrantes de A Fazenda 2020. Participantes como Biel e Toddynho

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O programa estreou na terça-feira (08) sob o comando do apresentador Marcos Mion, a décima segunda edição promete ser fono no feno 24 horas por dia.

Ao todo, são 20 participantes que disputarão o prêmio no valor de R$ 1,5 milhão. Então, confira a lista completa dos novos peões do reality:

Quem são os participantes de A Fazenda 2020?

Jojo Toddynho, cantora e influencer, 23 anos
Biel, cantor, 24 anos
Victória Villarim, modelo, bailarina e influencer, 28 anos

Mariano, cantor, 33 anos
MC Mirella, cantora, 22 anos
Carol Narizinho, modelo e influencer, 30 anos

Lucas Maciel, apresentador e humorista, 26 anos
Stéfani Bays, maquiadora, modelo e influencer, 25 anos
Lipe Ribeiro, empresário e influencer, 28 anos

Jakelyne Oliveira, modelo e influencer, 27 anos
JP Gadêlha, bombeiro e influencer, 31 anos
Tays Reis, cantora, 25 anos

Lucas Strabko (Cartolouco), jornalista esportivo e youtuber, 25 anos
Raissa Barbosa, dançarina, modelo e influencer, 29 anos

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Maria e João: O Conto das Bruxas (5,0)

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Maria e João: O Conto das Bruxas é uma tentativa de recontar a clássicahistória sob a óptica da garota e o projeto havia me chamado a atençãopor dois motivos: o trailer chamativo e com uma dinâmica soturna e apresença da talentosa Sophia Lellis, que esteve no elenco de It – ACoisa. O único problema era que o diretor Oz Perkins não havia dirigidonada muito empolgante… e isso foi um fator fundamental para a falta decriatividade nestes 90 minutos.

Além disso, o roteiro insere personagens que desaparecem depois de cincominutos e que não tem a menor diferença para a trama (o primeiro ato élotado deles) e não há um clímax definido, portanto, o espectadoresperará algo “a mais” durante toda projeção e o máximo que encontraráserão cenas que jamais entregam tudo o que deveriam entregar.

A importância de Maria na vida de seu irmão pequeno é construída comlentidão quase bucólica e mesmo que a fotografia e os cenários nosremetam aos bons projetos do gênero, com ângulos mais fechados e uma ououtra tentativa de driblar os jump scares baratos, é pouco para todaexpectativa que Maria e João: O Conto das Bruxas criou.

Há uma infinidade de cenas parecidas e isso faz com que os 90 minutossejam cansativos e pouco relevantes. Ao menos o pequeno Samuel Leaveyfoi um achado e tanto e faz uma dupla excelente com Lillis. Se colocareste e João e Maria: Caçadores de Bruxas lado a lado para escolher qualassistir… é melhor torcer para que a energia acabe justamente nestemomento!

Por Éder de Oliveira | jornalista e criador do www.cinemaepipoca.com.br

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