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TV, Cinema e Teatro

Cemitério Maldito (6,0)

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Desde a primeira vez que vi o trailer deste remake de Cemitério Maldito, baseado no livro do mestre Stephen King me passaram duas coisas pela cabeça. A primeira foi a certeza de que iria conferir no cinema e a segunda era a torcida para que não entregassem as melhores cenas do longa nos trailers… mas infelizmente foi exatamente isso que fizeram e, por isso, consegui antecipar boa parte dos sustos e das sacadas.

Se a obra de 1989 ganhou o status de cult por méritos, mesmo com seus defeitos e exageros oitentistas, ainda ganha pontos positivos pela criação de um universo tenso e com muito gore. Nesta repaginação, os diretores Kevin Kolsch e Dennis Widmyer modificam algumas situações e dão boas camadas dramáticas para Rachel e Jud Crandall (Amy Seimetz e John Ligthgow, respectivamente), além de nos apresentar uma violência gráfica impactante.

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Mas nem tudo são flores por aqui… e se o tal cemitério é muito mais escondido e secreto (algo que faz muito mais sentido), a fotografia é escura demais (e quem for ver em 3D vai sofrer um bocado) e o CGi não agrada. Jason Clarke é outra bola fora e pode até parecer implicância minha, mas venho falando que ele tem zero de expressividade desde Planeta dos Macacos: O Confronto e O Exterminador do Futuro: Gênesis.

E mesmo fazendo mais de 100 milhões de dólares pelo mundo afora e deixando o estúdio satisfeito (quem sabe não dão sinal verde para uma continuação), fico me perguntando até quando continuarão inserindo nos roteiros hollywoodianos essa quantidade enorme de jump scares baratos, ou será que é normal alguém escutar um barulho à noite, sair da cama sem acender as luzes e tentar descobrir o que está acontecendo? Eu ficaria debaixo das cobertas, sem sombra de dúvidas.

Dependendo do seu grau de desprendimento, poderá até encontrar aqui um bom passatempo… mas este não foi meu caso!

Por Éder de Oliveira Jornalista e criador do site www.cinemaepipoca.com.br

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Quem são os integrantes de A Fazenda 2020. Participantes como Biel e Toddynho

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O programa estreou na terça-feira (08) sob o comando do apresentador Marcos Mion, a décima segunda edição promete ser fono no feno 24 horas por dia.

Ao todo, são 20 participantes que disputarão o prêmio no valor de R$ 1,5 milhão. Então, confira a lista completa dos novos peões do reality:

Quem são os participantes de A Fazenda 2020?

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Jojo Toddynho, cantora e influencer, 23 anos
Biel, cantor, 24 anos
Victória Villarim, modelo, bailarina e influencer, 28 anos

Mariano, cantor, 33 anos
MC Mirella, cantora, 22 anos
Carol Narizinho, modelo e influencer, 30 anos

Lucas Maciel, apresentador e humorista, 26 anos
Stéfani Bays, maquiadora, modelo e influencer, 25 anos
Lipe Ribeiro, empresário e influencer, 28 anos

Jakelyne Oliveira, modelo e influencer, 27 anos
JP Gadêlha, bombeiro e influencer, 31 anos
Tays Reis, cantora, 25 anos

Lucas Strabko (Cartolouco), jornalista esportivo e youtuber, 25 anos
Raissa Barbosa, dançarina, modelo e influencer, 29 anos

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Maria e João: O Conto das Bruxas (5,0)

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Maria e João: O Conto das Bruxas é uma tentativa de recontar a clássicahistória sob a óptica da garota e o projeto havia me chamado a atençãopor dois motivos: o trailer chamativo e com uma dinâmica soturna e apresença da talentosa Sophia Lellis, que esteve no elenco de It – ACoisa. O único problema era que o diretor Oz Perkins não havia dirigidonada muito empolgante… e isso foi um fator fundamental para a falta decriatividade nestes 90 minutos.

Além disso, o roteiro insere personagens que desaparecem depois de cincominutos e que não tem a menor diferença para a trama (o primeiro ato élotado deles) e não há um clímax definido, portanto, o espectadoresperará algo “a mais” durante toda projeção e o máximo que encontraráserão cenas que jamais entregam tudo o que deveriam entregar.

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A importância de Maria na vida de seu irmão pequeno é construída comlentidão quase bucólica e mesmo que a fotografia e os cenários nosremetam aos bons projetos do gênero, com ângulos mais fechados e uma ououtra tentativa de driblar os jump scares baratos, é pouco para todaexpectativa que Maria e João: O Conto das Bruxas criou.

Há uma infinidade de cenas parecidas e isso faz com que os 90 minutossejam cansativos e pouco relevantes. Ao menos o pequeno Samuel Leaveyfoi um achado e tanto e faz uma dupla excelente com Lillis. Se colocareste e João e Maria: Caçadores de Bruxas lado a lado para escolher qualassistir… é melhor torcer para que a energia acabe justamente nestemomento!

Por Éder de Oliveira | jornalista e criador do www.cinemaepipoca.com.br

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Arlequina: Aves de Rapina (7,5)

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Que a Warner/DC já errou bastante nas escolhas de seus projetos, isso ninguém duvida. Mas talvez a maior decepção tenha sido Esquadrão Suicida, onde apenas Margot Robbie como Arlqeuina conseguiu se salvar – e Will Smith não chegou a passar tanta vergonha. E era questão de tempo para que a personagem ganhasse um filme para chamar de seu. E Arlequina: Aves de Rapina (que antes era Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa, mas com o fracasso nas bilheterias, a produtora resolveu mudar o título) não só é bom, como também diverte o espectador na maior parte dos seus 108 minutos de projeção.

Notamos que apesar de ser Cathy Yan que assina como diretora, é Robbie que tem a liberdade e dá diversos pitacos para moldar a personalidade de Harley. E mesmo que Rosie Perez, a Renée Montoya, esteja abaixo das outras integrantes do grupo, Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), a pequenina Ella Jay Basco e os veteranos Ewan McGregor (cafoníssimo como Máscara Negra) e Chris Messina, se divertem demais!

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Muitos haviam falado sobre a quebra da 4ª parede e a semelhança com Deadpool… mas Cathy Yan utiliza a ferramenta de maneira muito mais sutil e ainda trás um figurino arrebatador e efeitos especiais caprichados (é bem verdade que a locação da batalha final é um tanto exagerada, mas a gente perdoa isso!). E aí você deve estar se perguntando também: mas e a ação, funciona? Sim! Em 95% das vezes ela funciona e capricha nas cenas em câmera lenta, só senti falta de uma fluidez maior na pancadaria dentro da prisão, onde Quinn bate nos presidiários.

A exclusão do Coringa de Jared Leto no universo é de grande valia pois ninguém levava a sério aquela personificação, a comédia e as brincadeiras visuais apresentando cada um dos inimigos, além desta visão de Gotham pelos olhos da vilã e as idas e vindas no tempo, são sacadas que elevam a qualidade deste Arlequina: Aves de Rapina. Por fim, esperamos que mesmo com as bilheterias abaixo do esperado, tenhamos uma continuação e a oportunidade de vê-las lutando juntas novamente!

Por Éder de Oliveira | Jornalista e responsável pelo site www.cinemaepipoca.com.br

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