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TV, Cinema e Teatro

Das tvs para as telonas: clássicos animados que viraram filme

Portal Hortolândia

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Chegar da escola, ligar a televisão e sentar no sofá bem na hora em que seu desenho favorito está pra começar… Ah que saudade da infância, não é mesmo? Em um mundo hoje já muito dominado pelo computador (e pela internet) muitas crianças não sabem o papel importante que os desenhos que eram transmitidos todos os dias pelas emissoras de tv tinham na vida daqueles que hoje são adultos. Mais do que apenas um passa-tempo, uma distração, os personagens animados eram quase parte da família e até hoje têm um lugarzinho especial guardado no coração dos marmanjos de plantão.

Não é à toa que cada vez mais clássicos animados têm ganhado as chamadas versões “live-action”, que nada mais são do que filmes baseados nos desenhos, mas que contam com atores de carne e osso participando das aventuras fantásticas – seja como principais ou coadjuvantes (nesse caso eles normalmente contracenam com as próprias animações). A indústria cinematográfica lucra com a bilheteria e os fãs podem se deliciar em ver mais uma vez seu personagem favorito nas telas.

É o caso do filme “Christopher Robin – Um reencontro inesquecível”, que estreou nesta quinta (16) nos cinemas de todo o País. Através de um filme emocionante, com cenas bem tristes até, ele traz de volta para o imaginário dos espectadores um dos desenhos de maior sucesso de todo mundo: o Ursinho Pooh. Só que dessa vez todo mundo será humano (e pelúcia) e não desenho.

Essa fórmula de sucesso utilizada pelas distribuidoras não é recente. Há muitos e muitos anos os live-actions têm arrastado multidões para as salas de cinema e proporcionado momentos únicos para os pais, que podem repartir um pouco mais de suas memórias com os filhos.

Um dos casos antigos, e que deu tão certo que muita gente nem se lembra da primeira versão animada, é “Tartarugas Ninja”. Lançado em 1990, o longa foi baseado na série de desenhos homônima, que por sua vez foi baseada em uma revista em quadrinhos. O sucesso do filme foi tão grande, que sequências foram lançadas em 1991, 1993, 2007, 2009, 2014 e 2016.

Outro exemplo de filme que ofuscou o seu predecessor é “Riquinho”, de 1994. A famosa história do garoto milionário – que tem até um Mc Donald’s dentro de casa, mas nenhum amigo – foi inspirada em um desenho dos anos 80, que tinha o mesmo nome. Por mais que o sucesso tenha sido estrondoso, a única sequência lançada do filme, em 1998, nem chegou a passar nos cinemas, foi direto para VHS.

Ainda movimentando o ano de 1994, a família pré-histórica mais querida da ficção também ganhou sua versão carne e osso. “Os Flinstones – O Filme” conseguiu levar para as telonas todas as maluquices de Barney e Fred, além de levar para as poltronas do cinema famílias inteiras que queriam conferir cada cena do longa.

O próximo filme está nessa lista porque conseguiu reunir de uma só vez todos os personagens da Looney Tunes e ninguém mais, ninguém menos, do que Michael Jordan. “Space Jam” foi lançado no natal de 1996 com uma história completamente maluca, sem pé nem cabeça, mas que até hoje faz adultos sorrirem só de lembrar de algumas de suas cenas.

Pulando para os anos 2000, foi a vez da maior e mais atrapalhada equipe de investigação dos desenhos ganhar a sua versão humana. O primeiro filme de “Scooby-Doo” chegou aos cinemas em 2002 e foi um fenômeno de bilheteria tão grande, que teve sequências em 2002, 2004, 2009, 2010, 2018.

Mais moderno, e já mais conhecido da garotada de hoje, vem “Alvin e os Esquilos”. O longa, lançado em 2007, é baseado no desenho Alvin e os Esquilos (Ruby-Spears), que foi ao ar entre 1983 e 1990 pela NBC. No Brasil, o desenho era chamado de Chipmunks – Os Esquilos de Pesada que foi exibido nos anos 90. O filme teve suas sequências em 2009, 2010, 2011 e 2015.

Pulando para a próxima década, 2011 foi o ano em que muitos adultos foram ao delírio ao ver dois grandes clássicos da infância surgirem nas telas gigantes: “Os Smurfs” e “Zé Colméia”. Em ambos os longas, os personagens principais são animações que interagem com atores e cenários reais.

Seja em um filme emocionante ou em uma comédia pastelão e um pouco sem sentido, a verdade é que não dá pra resistir à tentação de ver uma aventura nova daquele que foi seu grande companheiro das tardes em frente à tv, né? Para fãs jovens e adultos do Ursinho Pooh, “Christopher Robin – Um reencontro inesquecível” está em cartaz em toda a Rede Cinesystem Cinemas.

E para aqueles que são fãs de personagens que ainda não viraram filme (Cadê o “Cavalo de Fogo” de verdade, gente??), o jeito é pegar umas dicas com a garotada e começar a assistir novos desenhos. Vai que um novo amor acontece

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Maria e João: O Conto das Bruxas (5,0)

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Maria e João: O Conto das Bruxas é uma tentativa de recontar a clássicahistória sob a óptica da garota e o projeto havia me chamado a atençãopor dois motivos: o trailer chamativo e com uma dinâmica soturna e apresença da talentosa Sophia Lellis, que esteve no elenco de It – ACoisa. O único problema era que o diretor Oz Perkins não havia dirigidonada muito empolgante… e isso foi um fator fundamental para a falta decriatividade nestes 90 minutos.

Além disso, o roteiro insere personagens que desaparecem depois de cincominutos e que não tem a menor diferença para a trama (o primeiro ato élotado deles) e não há um clímax definido, portanto, o espectadoresperará algo “a mais” durante toda projeção e o máximo que encontraráserão cenas que jamais entregam tudo o que deveriam entregar.

A importância de Maria na vida de seu irmão pequeno é construída comlentidão quase bucólica e mesmo que a fotografia e os cenários nosremetam aos bons projetos do gênero, com ângulos mais fechados e uma ououtra tentativa de driblar os jump scares baratos, é pouco para todaexpectativa que Maria e João: O Conto das Bruxas criou.

Há uma infinidade de cenas parecidas e isso faz com que os 90 minutossejam cansativos e pouco relevantes. Ao menos o pequeno Samuel Leaveyfoi um achado e tanto e faz uma dupla excelente com Lillis. Se colocareste e João e Maria: Caçadores de Bruxas lado a lado para escolher qualassistir… é melhor torcer para que a energia acabe justamente nestemomento!

Por Éder de Oliveira | jornalista e criador do www.cinemaepipoca.com.br

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Arlequina: Aves de Rapina (7,5)

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Que a Warner/DC já errou bastante nas escolhas de seus projetos, isso ninguém duvida. Mas talvez a maior decepção tenha sido Esquadrão Suicida, onde apenas Margot Robbie como Arlqeuina conseguiu se salvar – e Will Smith não chegou a passar tanta vergonha. E era questão de tempo para que a personagem ganhasse um filme para chamar de seu. E Arlequina: Aves de Rapina (que antes era Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa, mas com o fracasso nas bilheterias, a produtora resolveu mudar o título) não só é bom, como também diverte o espectador na maior parte dos seus 108 minutos de projeção.

Notamos que apesar de ser Cathy Yan que assina como diretora, é Robbie que tem a liberdade e dá diversos pitacos para moldar a personalidade de Harley. E mesmo que Rosie Perez, a Renée Montoya, esteja abaixo das outras integrantes do grupo, Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), a pequenina Ella Jay Basco e os veteranos Ewan McGregor (cafoníssimo como Máscara Negra) e Chris Messina, se divertem demais!

Muitos haviam falado sobre a quebra da 4ª parede e a semelhança com Deadpool… mas Cathy Yan utiliza a ferramenta de maneira muito mais sutil e ainda trás um figurino arrebatador e efeitos especiais caprichados (é bem verdade que a locação da batalha final é um tanto exagerada, mas a gente perdoa isso!). E aí você deve estar se perguntando também: mas e a ação, funciona? Sim! Em 95% das vezes ela funciona e capricha nas cenas em câmera lenta, só senti falta de uma fluidez maior na pancadaria dentro da prisão, onde Quinn bate nos presidiários.

A exclusão do Coringa de Jared Leto no universo é de grande valia pois ninguém levava a sério aquela personificação, a comédia e as brincadeiras visuais apresentando cada um dos inimigos, além desta visão de Gotham pelos olhos da vilã e as idas e vindas no tempo, são sacadas que elevam a qualidade deste Arlequina: Aves de Rapina. Por fim, esperamos que mesmo com as bilheterias abaixo do esperado, tenhamos uma continuação e a oportunidade de vê-las lutando juntas novamente!

Por Éder de Oliveira | Jornalista e responsável pelo site www.cinemaepipoca.com.br

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Confira os trailers de O Jovem Ahmed e Terremoto

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Saíram dois trailers muito interessantes, de filmes que chegarão em breve nos cinemas de todo país. O primeiro é o drama O Jovem Ahmed, que tem estreia marcada para 20 de fevereiro e fala sobre Ahmed, um jovem muçulmano de 13 anos que vive na Bélgica. Seguindo as palavras de um imã local, e inspirado nos passos do primo extremista, ele começa a rejeitar a autoridade da mãe e da professora. Quando se convence de que a professora é uma pecadora por ministrar um curso de árabe sem utilizar o Corão, Ahmed decide matá-la para impressionar os líderes religiosos e agradar a Alá. Depois do ato, o adolescente precisa lidar com as consequências de seu crime, e com as tentações da vida, ao encontrar o seu primeiro amor.

Confira o trailer:

Já Terremoto, é um projeto norueguês que mistura drama e muita ação, e estreará em 12 de março. Na sinopse: Em 1904, um terremoto de magnitude 5,4 na escala Richter sacudiu Oslo e arredores. O terremoto teve seu epicentro na região Oslo-Graben, atravessando a capital norueguesa. Os geólogos não podem ter certeza, mas estudos indicam que pode-se esperar para o futuro grandes terremotos nesta área. Quando eles, eventualmente, acontecerão, ninguém pode dizer com certeza. No entanto, sabe-se que a densidade populacional e a infra-estrutura em Oslo é significativamente mais vulnerável hoje do que em 1904. O que esperar se acontecer um terremoto significativamente maior?

Confira o trailer:

Por Éder de Oliveira | Jornalista e responsável pelo site www.cinemaepipoca.com.br

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