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TV, Cinema e Teatro

ESQUADRÃO SUICIDA (4,0)

Portal Hortolândia

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Nosso critico de cinema já havia comentado que houveram diversos problemas com ‘Esquadrão Suicida’ até chegarem no corte final, de intermináveis 123 minutos. Isso só mostra o tanto que a DC e a Warner estão perdidas, tentando atirar para todos os lados e deixando de acertar em cheio tanto os fãs quanto os espectadores ocasionais e se nos primeiros trailers víamos um tom mais soturno, tudo foi mudado por conta dos sucesso de ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Deadpool’ e pelo fracasso de ‘Batman vs. Superman – A Origem da Justiça’.

Os quinze minutos iniciais agradam por conta das cores, da apresentação dos personagens e de algumas tiradinhas bacanas. Passando isso e com o time de vilões formado, o diretor David Ayer (do bom ‘Corações de Ferro) e os produtores cometem erros infantis, deixando o espectador irritado com as inúmeras intervenções de músicas pop com um motivo claro: fazer um ‘copia e cola’ de produtos que arrecadaram horrores nas bilheterias.

Se Viola Davis personifica todas as monstruosidades de sua Amanda Waller com louvores, não podemos dizer o mesmo de Crocodilo, Boomerang, El Diablo, Rick Flagg e outros que poderiam morrer no meio da aventura que não sentiríamos a menor falta. Aliás, os diálogos de Rick Flagg tentando ter voz ativa com os criminosos é um clichê à parte, no meio de um zilhão deles. No decorrer desta perda de tempo, salva-se Will Smith e Margot Robbie (Pistoleiro e Arlequina, respectivamente), com boa química e uma motivações melhor trabalhadas.

Uma agente do governo monta uma equipe especial com os mais perigosos prisioneiros para protegerem a humanidade. Para cada missão cumprida, suas penas serão reduzidas e certos benefícios lhes serão dados, mas caso decidam fugir, morrerão. Simples assim. Conseguirão eles se entenderem e ajudarem a humanidade?

No terceiro ato há uma suposta reviravolta e a vilã completa sua transformação, mas o mais engraçado é perceber que seus movimentos (que deveriam ser, no mínimo, intimidadores), lembram os de uma criança tentando aprender a dançar, ou seja, é ridículo. E o Coringa? Você deve estar se perguntando. O Coringa de Jared Leto deve ter feito Heath Ledger se revirar no túmulo, por parecer qualquer outra coisa, menos uma personificação do maior inimigo do Batman.

No fim, se o time de contraventores está longe de encontrar um local para viver naquela sociedade, o espectador também está longe de comprar a ideia da DC e da Warner pois, por enquanto, seu universo é um arremedo de ideias desconectadas. E viva a Marvel nos cinemas!

Obs.: o gancho da cena pós-crédito é válido, mas ‘Esquadrão Suicida’ é tão esquecível que não faz diferença tê-la.

Assista em Hortolândia no CineSystem


Por Éder de Oliveira
www.cinemaepipoca.com.br

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Maria e João: O Conto das Bruxas (5,0)

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Maria e João: O Conto das Bruxas é uma tentativa de recontar a clássicahistória sob a óptica da garota e o projeto havia me chamado a atençãopor dois motivos: o trailer chamativo e com uma dinâmica soturna e apresença da talentosa Sophia Lellis, que esteve no elenco de It – ACoisa. O único problema era que o diretor Oz Perkins não havia dirigidonada muito empolgante… e isso foi um fator fundamental para a falta decriatividade nestes 90 minutos.

Além disso, o roteiro insere personagens que desaparecem depois de cincominutos e que não tem a menor diferença para a trama (o primeiro ato élotado deles) e não há um clímax definido, portanto, o espectadoresperará algo “a mais” durante toda projeção e o máximo que encontraráserão cenas que jamais entregam tudo o que deveriam entregar.

A importância de Maria na vida de seu irmão pequeno é construída comlentidão quase bucólica e mesmo que a fotografia e os cenários nosremetam aos bons projetos do gênero, com ângulos mais fechados e uma ououtra tentativa de driblar os jump scares baratos, é pouco para todaexpectativa que Maria e João: O Conto das Bruxas criou.

Há uma infinidade de cenas parecidas e isso faz com que os 90 minutossejam cansativos e pouco relevantes. Ao menos o pequeno Samuel Leaveyfoi um achado e tanto e faz uma dupla excelente com Lillis. Se colocareste e João e Maria: Caçadores de Bruxas lado a lado para escolher qualassistir… é melhor torcer para que a energia acabe justamente nestemomento!

Por Éder de Oliveira | jornalista e criador do www.cinemaepipoca.com.br

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Arlequina: Aves de Rapina (7,5)

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Que a Warner/DC já errou bastante nas escolhas de seus projetos, isso ninguém duvida. Mas talvez a maior decepção tenha sido Esquadrão Suicida, onde apenas Margot Robbie como Arlqeuina conseguiu se salvar – e Will Smith não chegou a passar tanta vergonha. E era questão de tempo para que a personagem ganhasse um filme para chamar de seu. E Arlequina: Aves de Rapina (que antes era Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa, mas com o fracasso nas bilheterias, a produtora resolveu mudar o título) não só é bom, como também diverte o espectador na maior parte dos seus 108 minutos de projeção.

Notamos que apesar de ser Cathy Yan que assina como diretora, é Robbie que tem a liberdade e dá diversos pitacos para moldar a personalidade de Harley. E mesmo que Rosie Perez, a Renée Montoya, esteja abaixo das outras integrantes do grupo, Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), a pequenina Ella Jay Basco e os veteranos Ewan McGregor (cafoníssimo como Máscara Negra) e Chris Messina, se divertem demais!

Muitos haviam falado sobre a quebra da 4ª parede e a semelhança com Deadpool… mas Cathy Yan utiliza a ferramenta de maneira muito mais sutil e ainda trás um figurino arrebatador e efeitos especiais caprichados (é bem verdade que a locação da batalha final é um tanto exagerada, mas a gente perdoa isso!). E aí você deve estar se perguntando também: mas e a ação, funciona? Sim! Em 95% das vezes ela funciona e capricha nas cenas em câmera lenta, só senti falta de uma fluidez maior na pancadaria dentro da prisão, onde Quinn bate nos presidiários.

A exclusão do Coringa de Jared Leto no universo é de grande valia pois ninguém levava a sério aquela personificação, a comédia e as brincadeiras visuais apresentando cada um dos inimigos, além desta visão de Gotham pelos olhos da vilã e as idas e vindas no tempo, são sacadas que elevam a qualidade deste Arlequina: Aves de Rapina. Por fim, esperamos que mesmo com as bilheterias abaixo do esperado, tenhamos uma continuação e a oportunidade de vê-las lutando juntas novamente!

Por Éder de Oliveira | Jornalista e responsável pelo site www.cinemaepipoca.com.br

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Confira os trailers de O Jovem Ahmed e Terremoto

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Saíram dois trailers muito interessantes, de filmes que chegarão em breve nos cinemas de todo país. O primeiro é o drama O Jovem Ahmed, que tem estreia marcada para 20 de fevereiro e fala sobre Ahmed, um jovem muçulmano de 13 anos que vive na Bélgica. Seguindo as palavras de um imã local, e inspirado nos passos do primo extremista, ele começa a rejeitar a autoridade da mãe e da professora. Quando se convence de que a professora é uma pecadora por ministrar um curso de árabe sem utilizar o Corão, Ahmed decide matá-la para impressionar os líderes religiosos e agradar a Alá. Depois do ato, o adolescente precisa lidar com as consequências de seu crime, e com as tentações da vida, ao encontrar o seu primeiro amor.

Confira o trailer:

Já Terremoto, é um projeto norueguês que mistura drama e muita ação, e estreará em 12 de março. Na sinopse: Em 1904, um terremoto de magnitude 5,4 na escala Richter sacudiu Oslo e arredores. O terremoto teve seu epicentro na região Oslo-Graben, atravessando a capital norueguesa. Os geólogos não podem ter certeza, mas estudos indicam que pode-se esperar para o futuro grandes terremotos nesta área. Quando eles, eventualmente, acontecerão, ninguém pode dizer com certeza. No entanto, sabe-se que a densidade populacional e a infra-estrutura em Oslo é significativamente mais vulnerável hoje do que em 1904. O que esperar se acontecer um terremoto significativamente maior?

Confira o trailer:

Por Éder de Oliveira | Jornalista e responsável pelo site www.cinemaepipoca.com.br

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