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TV, Cinema e Teatro

Filme: Frozen II (7,0)

Portal Hortolândia

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É impressionante como as princesas da Disney vão se renovando, ganhando contornos atuais e dialogando com o público. E em 2013, quando Frozen estreou nos cinemas, Elsa e Anna entraram para o panteão das mais importantes princesas do estúdio e nos fizeram cantar “Let it Go!” um sem número de vezes. Agora, na continuação, o espectador conhece a criação dos poderes de Elsa e muito mais deste universo tão vasto.

Em relação à trilha sonora, algumas músicas não são tão inspiradas como anteriormente e se tornam até redundantes, contam com letras que repetem aquilo que já estamos vendo, além de que certos momentos dramáticos vividos por Elsa cansam e quase me tiraram daquela imersão (mas ainda assim há espaço para evoluir sua personalidade, principalmente do meio para o final do filme).

O grande destaque aqui vai para a qualidade impecável da animação (que não sei porque não ganhou uma indicação na categoria para Oscar 2020), com suas cores vibrantes e todo o cuidado com a textura dos cabelos, das roupas, na composição da água e de todos os cenários.

Olaf é o destaque por aqui, já que se transforma num boneco de neve com questionamentos sobre sua própria existência, envelhecimento e pensamentos ruins e é Anna que se incumbe de explicar para ele todos estes sentimentos confusos.

Chris Buck e Jennifer Lee, diretores da empreitada, sabem tudo sobre como nos agradar, mas apesar disso – e do faturamento estrondoso, que já ultrapassou 1 bilhão de dólares – Frozen II é menos empolgante e inspirado que o anterior, porém, contudo, todavia, continua valendo a ida aos cinemas para crianças, jovens e adultos!

Por Éder de Oliveira | Jornalista e responsável pelo site www.cinemaepipoca.com.br

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Arlequina: Aves de Rapina (7,5)

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Que a Warner/DC já errou bastante nas escolhas de seus projetos, isso ninguém duvida. Mas talvez a maior decepção tenha sido Esquadrão Suicida, onde apenas Margot Robbie como Arlqeuina conseguiu se salvar – e Will Smith não chegou a passar tanta vergonha. E era questão de tempo para que a personagem ganhasse um filme para chamar de seu. E Arlequina: Aves de Rapina (que antes era Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa, mas com o fracasso nas bilheterias, a produtora resolveu mudar o título) não só é bom, como também diverte o espectador na maior parte dos seus 108 minutos de projeção.

Notamos que apesar de ser Cathy Yan que assina como diretora, é Robbie que tem a liberdade e dá diversos pitacos para moldar a personalidade de Harley. E mesmo que Rosie Perez, a Renée Montoya, esteja abaixo das outras integrantes do grupo, Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), a pequenina Ella Jay Basco e os veteranos Ewan McGregor (cafoníssimo como Máscara Negra) e Chris Messina, se divertem demais!

Muitos haviam falado sobre a quebra da 4ª parede e a semelhança com Deadpool… mas Cathy Yan utiliza a ferramenta de maneira muito mais sutil e ainda trás um figurino arrebatador e efeitos especiais caprichados (é bem verdade que a locação da batalha final é um tanto exagerada, mas a gente perdoa isso!). E aí você deve estar se perguntando também: mas e a ação, funciona? Sim! Em 95% das vezes ela funciona e capricha nas cenas em câmera lenta, só senti falta de uma fluidez maior na pancadaria dentro da prisão, onde Quinn bate nos presidiários.

A exclusão do Coringa de Jared Leto no universo é de grande valia pois ninguém levava a sério aquela personificação, a comédia e as brincadeiras visuais apresentando cada um dos inimigos, além desta visão de Gotham pelos olhos da vilã e as idas e vindas no tempo, são sacadas que elevam a qualidade deste Arlequina: Aves de Rapina. Por fim, esperamos que mesmo com as bilheterias abaixo do esperado, tenhamos uma continuação e a oportunidade de vê-las lutando juntas novamente!

Por Éder de Oliveira | Jornalista e responsável pelo site www.cinemaepipoca.com.br

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Confira os trailers de O Jovem Ahmed e Terremoto

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Saíram dois trailers muito interessantes, de filmes que chegarão em breve nos cinemas de todo país. O primeiro é o drama O Jovem Ahmed, que tem estreia marcada para 20 de fevereiro e fala sobre Ahmed, um jovem muçulmano de 13 anos que vive na Bélgica. Seguindo as palavras de um imã local, e inspirado nos passos do primo extremista, ele começa a rejeitar a autoridade da mãe e da professora. Quando se convence de que a professora é uma pecadora por ministrar um curso de árabe sem utilizar o Corão, Ahmed decide matá-la para impressionar os líderes religiosos e agradar a Alá. Depois do ato, o adolescente precisa lidar com as consequências de seu crime, e com as tentações da vida, ao encontrar o seu primeiro amor.

Confira o trailer:

Já Terremoto, é um projeto norueguês que mistura drama e muita ação, e estreará em 12 de março. Na sinopse: Em 1904, um terremoto de magnitude 5,4 na escala Richter sacudiu Oslo e arredores. O terremoto teve seu epicentro na região Oslo-Graben, atravessando a capital norueguesa. Os geólogos não podem ter certeza, mas estudos indicam que pode-se esperar para o futuro grandes terremotos nesta área. Quando eles, eventualmente, acontecerão, ninguém pode dizer com certeza. No entanto, sabe-se que a densidade populacional e a infra-estrutura em Oslo é significativamente mais vulnerável hoje do que em 1904. O que esperar se acontecer um terremoto significativamente maior?

Confira o trailer:

Por Éder de Oliveira | Jornalista e responsável pelo site www.cinemaepipoca.com.br

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Um Espião Animal (7,0)

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Dirigido pelo estreante Nick Bruno e pelo quase estreante Troy Quane(que havia feito antes apenas um especial dos Smurfs), Um Espião Animalnão tem absolutamente nada de novo e desde os primeiros segundos lidacom o roteiro como uma espécie de homenagem em animação do gênero daespionagem, com todos os seus exageros, utensílios para a hora dapancadaria e a química entre agente e seu leal ajudante.

É bem verdade que a Blu Sky, estúdio responsável pelas franquias Rio e AEra do Gelo, não conta com um apelo emocional e dramático tão fortesquanto a Pixar, ou seja, vá a intenção ali é apenas divertimentoescapista que funciona melhor para a molecada. Mas o interessante é quetemos a voz, os traços e todo carisma de Will Smith, portanto, não hácomo deixar de gostar do protagonista logo nos minutos iniciais – ah, eseu ajudante é tem a voz original de Tom Holland, o Homem Aranha da MCU.

  O humor situacional é bom (principalmente depois que o agente LanceSterling se transforma num pombo), mas às vezes utilizado de maneiramuito repetitiva, e a ação têm uma fluidez impressionante, sendo ajudadopelas cores vibrantes, pela computação gráfica excepcional e pela trilhasonora escolhida a dedo.

Um Espião Animal está longe de ser a melhor animação que você verá em2020 (tanto que nem esteve nas categorias como a do Oscar, por exemplo),mas é aquele tipo de programa para levar seu filho, neto ou sobrinho semmedo… pois todos sairão da sessão com aquele sorrisão de satisfação norosto!

Por Éder de Oliveira | Jornalista e responsável pelo site www.cinemaepipoca.com.br

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Max Milhas