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TV, Cinema e Teatro

Host, filme de terror feito durante a pandemia

Portal Hortolândia

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Host, filme de terror feito durante a pandemia ganhou fama por ter 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas será que este projeto, que entrou recentemente no catálogo da Netflix, realmente assusta e vale todo este alarde?

Com apenas 56 minutos de duração, o diretor, roteirista e editor Rob Savage cria uma tensão gradativa em seu roteiro e trás frescor dentro de um sub-gênero tão saturado quanto o found footage. Sem contar que, espertamente, utilizou o isolamento social durante a pandemia como ‘desculpa’ para este enredo.

O elenco é pequeno, desconhecido, mas entende perfeitamente aquilo que foi proposto. Há reações tão naturais e diálogos que fluem de maneira tão espontânea, que dá a impressão que houve grande liberdade para se entregarem àqueles personagens.

Efeitos especiais e práticos e a utilização de objetos para gerar este medo favorecem a imersão e mesmo que haja atitudes um tanto estúpidas e um personagem específico que, sempre que aparece, deixa o ritmo mais arrastado, não tira a qualidade da obra.

Host, filme de terror feito durante a pandemia, é uma grata surpresa e merece a atenção e todo burburinho causado!



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  • Alças flexíveis para facilitar o transporte e o manuseio
  • Cabo com altura regulável de 104 a 128 cm, possui a base flexível permitindo alcançar áreas de difícil acesso

TV, Cinema e Teatro

Rambo na Netflix: criação e decadência de um Sub-Gênero

Portal Hortolândia

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Com a inserção da trilogia de Rambo na Netflix, conseguimos entender os pontos fortes e todos os excessos deste sub-gênero da ação, tão conhecido e copiado nos anos 1980 e 1990, o ‘exército de um homem só’.

            Quando Rambo – Programado para Matar chegou aos cinemas em 1982, os Estados Unidos ainda sentiam o gosto amargo da derrota na Guerra do Vietnã. Muitos jovens soldados que voltaram para suas cidades, não conseguiam emprego e, consequentemente, eram acometidos de graves problemas psicológicos.

            John Rambo, para o bem ou para o mal, condensou todo este sentimento e transformou-se numa espécie de símbolo de uma geração.

            Diferentemente do livro, escrito por David Morell, o protagonista sobrevive e, ao final, transita, a pé, pela estrada, em busca da paz interior que, até aquele momento, parecia ter encontrado.

            O filme foi um sucesso e arrecadou mais de 125 milhões de dólares pelo mundo, contra apenas 12 milhões de seu orçamento.

            Três anos depois, com as feridas já cicatrizadas, Ronald Reagan na presidência e as investidas contra a União Soviética na Guerra Fria, eis que John Rambo surge como super-herói em Rambo II – A Missão, mostrando ao mundo que aquela nação não seria derrotada por ninguém.

            Levando ainda mais pessoas aos cinemas, o sub-gênero explodiu de vez. Podemos citar uma infinidade de títulos que usavam da mesma premissa, como Braddock – O Super Comando, Comando para Matar, Cobra (com o próprio Stallone) e, Escorpião Vermelho.

            Por fim, quando as empreitadas já davam sinal de desgaste, Rambo III chegou, basicamente para colocar a primeira estocada de terra neste momento tão icônico da Sétima Arte.

            O roteiro se passa no Afeganistão e foi, até aquele momento, o mais violento da franquia, com 108 mortes. O ponto fora da curva é mostrar que americanos e afegãos eram aliados contra a invasão russa ao território do país asiático.

            Houveram outras tentativas de dar sobrevida a este estilo foram vistas. Mas com a chegada de John McClane em Duro de Matar, personagem que, ao contrário de Rambo, se fere na luta contra seus inimigos, tais temáticas ficaram em desuso e, atualmente, servem apenas para agradar a nostalgia de quem viveu aquela época. Rambo IV e V estão aí para provar isso!

Por Éder Pessôa

Redator Freelancer

https://ederopessoa.wixsite.com/redatorfreelancer



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TV, Cinema e Teatro

Cobra Kai é apenas mais uma série nostálgica?

Portal Hortolândia

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Cobra Kai teve uma trajetória interessante desde seu ‘nascimento’. Começou sendo produzida pelo YouTube Red e, atualmente, ganhou força e prestígio com o selo Netflix. Já são três temporadas e 30 episódios (sendo que o sinal verde para a sequência já está confirmada).

            Muito mais do que apenas um programa nostálgico, o roteiro dá uma gama abrangente para dialogar com a geração antiga – que acompanhou a trilogia de Daniel San – e com os mais novos. Um exemplo disso são as linhas narrativas, pois mesmo que se entrelacem, têm características e até ritmos próprios.

            E a química entre Ralph Macchio, interprete de Daniel LaRusso e Frank Zabka, que vive John Lawrence, permanece irretocável. Tirando as devidas proporções e parafraseando o Coringa de Heath Ledger, são ‘inimigos’ que se complementam.

            Falando nisso, os responsáveis tiveram o cuidado de criar (ou manter) situações e personalidades que nos façam entender que ninguém é totalmente bom ou ruim e todos internalizam traumas e alegrias que estão refletidos em suas atitudes.

            É óbvio que Cobra Kai tem suas limitações, exageros e facilitações. Especialmente na Terceira Temporada, onde ação e consequência são levadas ao extremo – aquela sequência de Daniel no Japão mostra o quanto podem forçar a barra nas ‘coincidências’.

O ELENCO JOVEM

            Miguel, Samantha e Robby são os pilares deste elenco jovem. Mas há um desbalanceamento por aqui, pois, Xolo Maridueña, interprete de Miguel, é cativante e equilibra humor com momentos dramáticos com naturalidade.

            Já Mary Mouser e Tanner Buchanan (vivendo os outros dois personagens citados, respectivamente), não extraem ou constroem a relevância necessária. A insistência de um triângulo amoroso também poderá incomodar.

            Atente-se para nomes como Jacob Bertrand (Falcão), Gianni DeCenzo (Demetri) e Nichole Brown (Aisha).

SENHOR MIYAGI

            Se deram um espaço para os retornos de John Kreese, interpretado pelo veterano Martin Kove, e para Eli, a estonteante Elisabeth Shue (que cena magnífica a deles no restaurante!), o Senhor Miyagi precisaria ser representado de alguma forma.

            Pat Morita, ator que até foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em Karatê Kid – A Hora da Verdade, faleceu em 2005, mas a aura do velhinho que ensina artes marciais para Daniel LaRusso está lá desde os primeiros minutos.

            Portanto, Cobra Kai é mais que nostalgia barata e prova que, se tiverem respeito e coerência, até as franquias que já nem precisariam de continuações ou prequels terão sua dose de evolução.

Por Éder Pessôa

Redator Freelancer

https://ederopessoa.wixsite.com/redatorfreelancer



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O Som do Silêncio é forte, denso e merece cada indicação ao Oscar

Portal Hortolândia

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Mesmo sabendo das várias indicações ao Oscar e premiações mundo afora, fui conferir o drama O Som do Silêncio sem saber absolutamente nada a respeito da trama. E isso é algo que todos nós deveríamos fazer vez ou outra.

Digo isso porque o impacto causado, após as duas horas de projeção, não poderia ter sido tão forte. Riz Ahmed é dono do filme, já que condensa todo desespero com uma naturalidade que não via há tempos. Suas expressões, seus gestos e, consequentemente, as explosões de desespero, nos deixam boquiabertos.

O elenco de apoio também é formidável, começando por Olivia Cooke e chegando até Paul Raci. É bem verdade que gostaria de ver estes dois por mais tempo em tela, mas isso não altera o fato da importância de O Som do Silêncio.

A forma com que os profissionais técnicos e o diretor, Darius Marder, fazem as variações de som, nos ajudam a entender toda tensão inicial do protagonista, em cenas como a de Ruben Stone conversando com o farmacêutico ou quando ele está tocando a bateria dentro do motorhome.

Não há certo ou errado por aqui, pois todos têm pontos de vista pertinentes. E é aí que mora um dos maiores trunfos desta obra, pois passa longe de vitimizar Stone. Ponto para a Academia, para a Netflix e para os idealizadores. Coragem é para poucos e eles mostraram que têm de sobre!

SINOPSE:

Ruben (Riz Ahmed) é o baterista e a segunda metade de sua dupla musical Blackgammon, juntamente com sua namorada vocalista Lou (Olivia Cooke). Um ex-dependente químico e sóbrio há quatro anos, ele repentinamente começa a perder sua audição. Com ajuda de Lou e um carismático líder de uma comunidade de deficientes auditivos, ele luta para aceitar sua nova condição.

Por Éder Pessôa

Redator Freelancer

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