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Brasil

20 de novembro: O que podemos comemorar no dia 20 de novembro? 

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É aquela velha e significativa história que aprendemos nos primeiros anos de educação escolar. Zumbi, um dos líderes mais conhecidos e atuantes no período colonial, coordenou Quilombo dos Palmares que fora levantado para abrigar escravos fugitivos e que outrora sofriam nas mãos de seus “senhores”. Eram amarrados em troncos, açoitados de dia e noite, sob chuva e sol. Muitos não suportaram os castigos e maus tratos.

Sob o domínio de Zumbi, o quilombo, localizado à época no estado de Alagoas (AL), habitou uma população de quase 30 mil pessoas. Respeitado e admirado por muitos de seus compatriotas, cabido a suas habilidades como guerreiro, ele foi (e é) símbolo de luta e resistência. A morte dele, pelas mãos dos Bandeirantes, foi um marco para a história do Brasil.

Mas, afinal, o que podemos comemorar no dia 20 de novembro? Uma conscientização negra de conquista política? Relembrar que nossa sociedade foi construída por meio da escravidão? Longe disso! Essa data vai muito além do que retrata-se hoje: a inferioridade nas classes sociais, os desafios encontrados no mercado de trabalho, o preconceito racial, a moda, a arte e a beleza negra. Esses são alguns aspectos globais que mostram diferenças e informações.

Discussões à parte. De um modo geral, Matriz Africana é todo o universo que está dentro do território brasileiro – formas de comer, vestir, pensar e entoar que dão formação a cultura do Brasil. Posto a isso, por que (sempre neste período) caracterizar o negro como pobre e inferior? Impossível! A cultura afro-brasileira edificou e sustenta esse país. Possuímos sim, uma questão econômica de acesso ao reflexo do mercado, uma vez que a mão de obra escrava não possibilitou qualidade de vida. Apesar disso, não somos desiguais. Não somos uma marca associada à pele preta. Somos um povo que construiu essa nação e que reafirma em cada 20 de novembro a sua resistência.

Por: Geovanna Bispo Alves, jornalista e autora do livro: A Negra Cor que Resiste nas Ruas Campineiras. 

Brasil

Analista diz que alta do PIB ainda não reflete recuperação total

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Dinheiro

A coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rebeca Palis, disse hoje (3), que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) no terceiro trimestre de 2019, de 0,6%, é uma recuperação em relação ao pior momento da economia do país, que foi no quarto trimestre de 2016, porém não é uma recuperação total.

“A gente está se recuperando, mas ainda em um nível, um patamar pré-crise. Ainda não tivemos a recuperação total para chegar no máximo de PIB que a gente teve, que foi no primeiro trimestre de 2014, mas também não estamos no pior patamar, no pior momento, que foi no quarto trimestre de 2016”, disse.

Para Rebeca Palis o grande destaque pela ótica da demanda é o consumo das famílias, que tem peso de 65% na economia. A recuperação, embora gradual do mercado de trabalho, também influenciou o aumento do consumo das famílias no terceiro trimestre de 2019. Na comparação com o mesmo período de 2018, a alta do consumo das famílias ficou em 1,9%.

O crescimento nominal de 15,5% do saldo de operações de crédito com recursos livres do sistema financeiro nacional para pessoas físicas; a elevação da massa salarial real; a variação do IPCA de 3,2% no terceiro trimestre de 2019 contra 4,4% no mesmo período do ano anterior, foram outros fatores de influência no crescimento da economia no trimestre.

O consumo das famílias foi impactado também pela redução da taxa Selic de 6,5% no terceiro trimestre de 2018 para 6,3% em igual período deste ano, e pelo início da concessão das parcelas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em setembro.

Atividade econômica

Na ótica da atividade econômica, os três maiores desempenhos foram a construção civil, que cresceu pelo terceiro trimestre consecutivo, puxada pelo setor imobiliário; a extrativa mineral, que subiu no período influenciada pela extração de petróleo e gás, resultado do aumento de produção no pré-sal, incluindo a queda menor de extração de minério de ferro após o rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais.

A outra atividade em destaque foi serviços. “Olhando para os serviços, a atividade que mais cresceu foi informação e comunicação, que é uma atividade que já vem crescendo há bastante tempo, por causa da internet e da parte de desenvolvimento de sistemas. Essas atividades econômicas, junto com o comércio, que tem tudo a ver com o consumo das famílias, e tem um peso importante na economia. Então, comércio, extrativa mineral, informação e comunicação e construção civil foram os principais destaques, olhando pela ótica da produção, do crescimento desse terceiro trimestre”, explicou Rebeca Palis.

Consumo do governo

Segundo a coordenadora de Constas do IBGE, a economia brasileira está alavancada pelo consumo das famílias e o investimento, que têm registrado crescimento nos últimos trimestres. Observou, no entanto, que as despesas de consumo do governo têm puxado para baixo a economia diante dos problemas fiscais nas esferas federal, estaduais e municipais.

Além disso, ainda segundo Rebeca Palis, o setor externo também tem contribuição negativa. “A gente está tendo um crescimento da importação de bens e serviços e queda na exportação de bens e serviços. Essa queda na exportação tem a ver com a crise na Argentina, principalmente no caso da indústria automotiva, além de uma baixa da demanda mundial, por minério de ferro, com o problema de [rompimento da barragem] Brumadinho, e com a China crescendo menos”, apontou.

Agropecuária

Na agropecuária, que cresceu 2,1% no terceiro trimestre de 2019, comparado ao trimestre de 2018, o algodão com crescimento de 39,7%, o milho com 23,2% e a laranja com 6,3% foram as contribuições positivas. Já com desempenhos negativos ficaram o café, com redução de 16,5%, e a cana, menos 1,1%. Na comparação do terceiro trimestre de 2019 com o período anterior, a agropecuária subiu 1,3%.

PIB

Em valores correntes, o PIB atingiu R$ 1,842 trilhão no terceiro trimestre de 2019. Do total, R$ 1,582 trilhão se referem ao Valor Adicionado e R$ 259,7 bilhões aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

FONTE EBC

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Brasil

Mega-Sena acumula mais uma vez e prêmio vai a R$ 50 milhões

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A Mega-Sena a acumula mais uma e vai sortear, na próxima quarta-feira (4), um prêmio estimado em R$ 50 milhões.

São as seguintes as dezenas sorteadas no concurso 2.212: 23 – 26 – 51 – 52 – 53 – 58

A quina teve 61 apostas ganhadoras. Cada uma vai pagar R$ 56.566,09. A quadra registrou 5.215 bilhetes vencedores. Cada apostador vai receber R$ 945,22.

fonte EBC

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Brasil

Mais de 30 mil produtos são apreendidos pela Secretaria da Fazenda em megaoperação da Black Friday

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Carga é estimada em R$ 3 milhões; Não foram localizados mais de 50 estabelecimentos
que vendiam produtos em plataforma de marketplace

O balanço realizado pela Secretaria Estadual da Fazenda e Planejamento sobre a megaoperação pré Black Friday resultou na apreensão de mais de 30 mil itens, estimados em R$ 3 milhões, em três dos alvos diligenciados. Entre os produtos havia tablets, cerca de 200 celulares e mais de 1.000 smartwatches (relógios inteligentes) de uma fabricante chinesa. As equipes de fiscalização percorreram 159 alvos em 45 municípios do Estado de São Paulo. Não foram localizados 54 estabelecimentos em seus endereços cadastrais e tiveram suas inscrições estaduais suspensas.

Os contribuintes encontrados foram notificados e terão de comprovar a origem das mercadorias comercializadas e nas situações com importação, em caso de não comprovação, as empresas serão autuadas e deverão recolher o ICMS incidente para o Estado de São Paulo.

Os trabalhos realizados na quinta-feira (28) foram divididos em duas ações. A primeira, envolvendo R$ 675 milhões em vendas irregulares de produtos eletroeletrônicos comercializadas em plataformas digitais (marketplaces). Em ação simultânea, outras equipes de fiscalização foram a contribuintes que fizeram operações de importação de mercadorias de portos e aeroportos de outras unidades da Federação, mas que podem ter sonegado cerca de R$ 62 milhões de ICMS aos cofres paulistas.

Ao todo, o Fisco paulista mobilizou 180 agentes fiscais de rendas de 16 Delegacias Regionais Tributárias do Estado e contou com o apoio da Policia Civil. As medidas adotadas são importantes frentes para coibir o comércio ilegal, especialmente na véspera do grande dia de descontos e promoções de Natal, conhecido como Black Friday.

Para saber mais detalhes de cada operação, acesse aqui.

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