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Brasil

Caixa anuncia novo calendário para trabalhador ir ao banco e desbloquear Caixa Tem

Redação

Publicado

em

A Caixa Econômica Federal criou um calendário para o trabalhador comparecer a uma agência do banco e conseguir desbloquear o aplicativo Caixa Tem. De acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, aquele que procurar o banco fora das datas estabelecidas não será atendido.

Nesta semana, o banco informou que centenas de milhares de contas no Caixa Tem foram bloqueadas por suspeita de fraude. As pessoas que foram afetadas são orientadas pelo app a comparecer a uma agência com documento de identificação para comprovar que não houve irregularidade.

As datas foram estabelecidas e divididas de acordo com o mês de nascimento do beneficiário, para evitar aglomerações nas agências, de acordo com a Caixa.

Calendário para o desbloqueio do Caixa Tem em agências de acordo com o mês de aniversário:

  • Janeiro, fevereiro e março: até 24 de julho;
  • Abril e maio: 27 a 31 de julho
  • Junho e julho: 03 a 07 de agosto
  • Agosto, setembro e outubro: 10 a 14 de agosto
  • Novembro e dezembro: 17 a 21 de agosto


Trabalhadores relatam, desde a semana passada, ter recebido um aviso para comparecer a uma agência da Caixa com um documento de identidade para comprovar que são os titulares das contas e desbloquear o uso do aplicativo.

O trabalhador que teve o acesso ao Caixa Tem bloqueado por suspeita de fraude, receberá a seguinte mensagem: “É necessário regularizar seu Acesso. Procure uma agência, de acordo com o seu calendário de recebimento”.

O presidente do banco, Pedro Guimarães, informou que só serão atendidos aqueles que tiveram o dinheiro depositado durante o chamado “Ciclo 1” de pagamentos do auxílio emergencial.

Ainda, Guimarães informou que o calendário de regularização também é válido para quem está com problemas no Caixa Tem mas não recebe o auxílio emergencial. O aplicativo é usado também para depositar o FGTS emergencial e, para algumas pessoas, o BEm (Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda).

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Brasil

Brasil supera a marca de 100 mil mortes por covid-19

Portal Hortolândia

Publicado

em

Neste sábado (08), Brasil atingiu o número de 100 mil 477 mortes por covid-19, desde o início da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, foram registrados 905 óbitos.

Dos 3.012.412 casos de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, 2.094.293 (69,5%), mais da metade, são de recuperados. Desde ontem (7), foram anotados 49.970 novos casos informados pelas secretarias de saúde. O balanço aponta ainda que o número de pessoas em acompanhamento é de 817.642 (21,1%).

BOLETIM – CORONAVÍRUS (COVID-19) HORTOLÂNDIA – 08/08

Casos notificados: 4846
Pacientes em investigação: 1069
– Em Isolamento domiciliar aguardando exame: 1016
– Em Internação na Unidade Respiratória – UPA Nova Hortolândia: 7
– Em Internação no Hospital Municipal Mário Covas: 1 (1 em UTI)
– Em Internação hospitalar fora do município: 45 (30 em UTI / 15 em enfermaria)

Casos confirmados: 2141
– 36 pacientes em isolamento domiciliar
– 0 em Internação no Unidade Respiratória – UPA Nova Hortolândia
– 0 em Internação no Hospital Municipal Mário Covas (em UTI)
– 31 pacientes em internação hospitalar fora do município (22 em UTI / 9 em enfermaria)
– 1979 pacientes já receberam alta / curados
– 95 Óbitos
Casos descartados: 1636

*Todos os casos em investigação encontram-se em isolamento e acompanhados pela Secretaria Municipal de Saúde
**Comunicação de casos confirmados mediante informação da Secretaria de Saúde do Estado

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Brasil

MP destina R$ 1,99 bilhão para viabilizar vacina contra covid-19

Portal Hortolândia

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em

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta(6), no Palácio do Planalto, uma medida provisória destinando crédito extraordinário de R$ 1,99 bilhão para viabilizar a fabricação de vacina contra o novo coranavírus (covid-19) no país.

A vacina contra a covid-19 foi desenvolvida pela Universidade de Oxford (Inglaterra) e está sendo testada no Brasil por meio de uma parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Secretário adianta pontos da estratégia de vacinação para o novo coronavírus

As primeiras 30,4 milhões de doses vão chegar em dois lotes: metade, 15,2 milhões, em dezembro e a mesma quantidade em janeiro. “Com o avanço da ciência, acreditamos que, em dezembro, talvez, já passemos o ano novo de 2021 com pelo menos 15,2 milhões brasileiros vacinados para covid-19 e possamos juntos construir essa nova história da saúde pública do nosso país”, disse o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia.

Além desses dois lotes, mais 70 milhões de unidades da vacina serão disponibilizadas gradativamente, a partir de março de 2021. O medicamento está sendo desenvolvido pela farmacêutica britânica AstraZeneca, em conjunto com a Universidade de Oxford, e já se encontra em fase de testes clínicos em vários países, incluindo o Brasil.

Vacina de Oxford pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

A vacina contra o covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca. O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período.

“Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos.

fonte ebc

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Brasil

Novas regras para o Minha Casa, Minha Vida

Portal Hortolândia

Publicado

em

O governo federal publicou hoje (31) no Diário Oficial da União novas regras para o programa Minha Casa, Minha Vida. As normas tratam das condições de acesso ao programa, dos procedimentos de acesso, da seleção dos participantes e das prerrogativas dos órgãos públicos envolvidos na iniciativa.

As novas regras disciplinam a destinação de 2 mil unidades habitacionais já contratadas. No total, o programa Minha Casa, Minha Vida tem 285,66 mil unidades habitacionais. A principal mudança é a definição de critérios pela União e condicionamento de acesso à presença no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal.

Antes, os requisitos eram definidos pelos municípios. As prefeituras poderão manter seus próprios sistemas, desde que comprovem que esses possam ser auditáveis.

Para acessar o programa, os candidatos devem cumprir requisitos específicos de renda, como renda familiar mensal de R$ 1.800. Não são considerados para o cálculo benefícios como o de prestação continuada (BPC), Bolsa Família, auxílio-doença, auxílio-acidente e seguro-desemprego. Os candidatos não podem ser proprietários ou ter financiamento de imóvel.

Também ficam proibidas de pleitear o programa as pessoas que receberam outros subsídios ou auxílios habitacionais da União, do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) e descontos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A portaria acaba com o Sistema Nacional de Cadastro Habitacional e fixa os critérios de acesso e seleção dos participantes para a modalidade do Minha Casa, Minha Vida financiado com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

Critérios

Para se colocar como candidato ao programa, o cidadão precisa atender a um desses critérios: 1) viver em casa que não tenha parede de alvenaria ou madeira aparelhada, 2) morar em local sem finalidade residencial, 3) estar em uma situação de “coabitação involuntária”, 4) dividir o domicílio com mais de três pessoas por dormitório, 5) comprometer mais de 30% da renda familiar com aluguel, ou 6) estar em situação de rua.

Em etapa posterior de análise, as pessoas devem atender a, no mínimo, cinco critérios entre os já mencionados e outros como: mulher como responsável familiar, beneficiário do Bolsa Família ou do Benefício de Prestação Continuada, família com pessoa com deficiência, ter dependente de até 6 anos ou de 6 a 12 anos, ter idoso na família, possuir negro na composição familiar ou fazer parte de grupos populacionais específicos.

As pessoas em situação de rua farão parte de um grupo específico, não precisando atender a esses cinco critérios. Idosos e pessoas com deficiência devem ter reserva de pelo menos 3% das residências, ou índices maiores se houver normas estaduais ou municipais neste sentido.

Na seleção, pelo menos até três critérios poderão ter “peso dobrado”. Essa valoração deverá ser feita antes da seleção pelo conselho local de habitação ou órgão semelhante.

O governo em questão poderá indicar diretamente pessoas desde que se enquadrem nas faixas de renda e estejam em áreas de risco alto ou muito alto. Esses participantes podem ocupar até 20% das unidades residenciais.

fonte ebc

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