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Brasil

Greenbrier Maxion é destaque na publicação Época Negócios 360º

Portal Hortolândia

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Investindo cada vez mais em inovação, tecnologia, qualidade de produtos e serviços e mão de obra qualificada, a Greenbrier Maxion tem se destacado no mercado ferroviário. Este excelente desempenho garantiu à empresa, que é a solução completa e integrada na América do Sul, ótimos resultados na publicação Época 360º, que analisa critérios que vão além do desempenho financeiro, com base também nas práticas de RH, capacidade de inovar, responsabilidade socioambiental, visão de futuro e governança corporativa.

Em 2018, a empresa conquistou as seguintes colocações: 3a Colocada Geral, 5a Colocada na Dimensão “Desempenho Financeiro”; 3a Colocada na Dimensão “Inovação”; 5a Colocada na Dimensão “Visão de Futuro”; 2a Colocada na Dimensão “Pessoas”; 5a Colocada na Dimensão “Sustentabilidade”, do Setor Mecânica e Metalurgia.

Estes resultados vêm coroar todas as mudanças ocorridas na empresa nos últimos anos, a partir da entrada da americana The Greenbrier Company na composição acionária. “Passamos por mudanças importantes em nossa empresa e acreditamos que estes resultados refletem nossos esforços em sermos sempre a melhor solução para nossos clientes. Vamos continuar investindo cada vez mais em tecnologia para oferecermos mais inovações ao transporte ferroviário de carga”, destaca o presidente Eduardo Scolari.

Sobre a Greenbrier

Atenta às mudanças e ao dinamismo do mercado ferroviário, a Greenbrier Maxion desenvolve e produz todos os tipos de vagões de carga, através de linhas de montagem simultâneas com processos robotizados, robustos e de precisão. Com tecnologia diferenciada, os vagões possuem tara reduzida e maior capacidade de carga, além de carga e descarga automatizadas e fácil manutenção. Com capacidade instalada de 10 mil vagões, mais de 75 anos de atividades e parceria tecnológica com a norte-americana Greenbrier, fornece para todas as ferrovias e seus usuários no Brasil e no exterior, com penetração e atuação global. Através de uma engenharia avançada, produz vagões com projetos customizados atendendo as necessidades de cada cliente, de acordo com a carga a ser transportada e características de cada ferrovia.

Nossos truques, responsáveis pela dinâmica e estabilidade dos vagões são produzidos através de parceria com a Amsted Rail, líder no mercado mundial, com inovações e tecnologia de ponta para garantir o melhor desempenho dinâmico, menor risco de descarrilamento. Entre as principais inovações da empresa, o destaque é o truque Motion Control®, com tecnologia de ponta e projeto funcional para carga de amortecimento variável, o modelo gera redução no consumo das rodas e de combustível, melhor segurança e desempenho operacional, além de processo de manutenção simplificado.

A Greenbrier Maxion utiliza toda sua tecnologia e expertise, em uma nova linha especializada em serviços ferroviários em sua unidade em Hortolândia. O principal objetivo da nova linha de Serviços é oferecer ao mercado soluções completas no que se refere à operacionalização de vagões de carga. Isso permite que as operadoras fiquem livres de preocupações e custos elevados referentes à manutenção de seus vagões, concentrando esforços no foco real de seu negócio. Entre as principais vantagens, os destaques são: maior confiabilidade e disponibilidade; melhor produtividade; redução de backlog de manutenção; redução de custos, gestão de materiais e trem-hora-parada, além da reciclagem e reaproveitamento de materiais e peças. Os projetos, assim como alguns serviços, são tratados como demandas independentes, personalizadas e pensadas para as necessidades específicas de cada cliente.

Brasil

Denatran dá mais prazo para 5 estados implantarem placa do Mercosul

Portal Hortolândia

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Segundo a Agencia Brasil, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) prorrogou o prazo para cinco estados finalizarem os procedimentos para implantação da placa do Mercosul. O prazo terminou no dia 31 de janeiro. A decisão atende a pedido dos estados de Alagoas, Mato Grosso, Tocantins, Minas Gerais e Sergipe, que terão até o dia 17 deste mês para finalizar o processo.

Até lá, eles poderão continuar emplacando veículos com o modelo antigo de placa, na cor cinza.

Os estados alegaram dificuldades na implantação do sistema e no credenciamento dos estampadores. “Assim, o Denatran decidiu conceder a prorrogação a esses cinco Detrans”, disse o órgão.

A resolução determinando que os estados teriam de adotar o novo padrão de placas de identificação veicular (PIV) a partir de 31 de janeiro deste ano foi aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em julho do ano passado.

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Brasil

Embrapa desenvolve hambúrguer sem carne

Portal Hortolândia

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Está à venda em rede de supermercados no Estado do Rio de Janeiro um hambúrguer que tem gosto tradicional, mas não é feito de carne animal. O “Novo Burguer”, no comércio há dois meses, é feito com fibra de caju, proteína de soja, cebola, tomate, pimentão, corante natural e temperos, e tem características sensoriais assemelhadas ao hambúrguer de carne.

O produto foi criado para pessoas batizadas como “flexitarianos” – aqueles indivíduos que apesar de gostarem de carne querem balancear a dieta e buscam reduzir o consumo de carne. “São diferentes de vegetarianos ou veganos que não gostam do sabor da carne e não querem alimentos que simulem a carne”, explica a engenheira de alimentos Janice Ribeiro Lima.

Ela é pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a Embrapa, na unidade da estatal responsável por desenvolver agroindústria de alimentos, e que fica no Rio de Janeiro. Ela começou a criar alternativas para carne em pesquisas iniciadas em 2007, quando ainda trabalhava na Embrapa do Ceará.

Janice Lima e as equipes de pesquisadores já desenvolveram outros produtos como o hambúrguer de fibra de caju e de feijão de corda para vegetarianos e também substitutos para rechear coxinha de galinha e bolinho de siri.

A pesquisadora explica que o objetivo do seu trabalho “não é que as pessoas parem de comer carne, mas dar mais uma opção”. Segundo ela, a produção de produtos com proteína vegetal pode ser menos onerosa que a proteína animal. Especialmente no caso do Novo Burguer que utiliza o bagaço do caju, geralmente eliminado pela indústria de suco ou revendido para alimentação de animais.

Janice não sabe o preço final de comercialização, mas assinala que o custo é maior do que o hambúrguer tradicional, que tem maior produção em escala, distribuição e venda. O produto é fabricado e comercializado pela Sottile Alimentos, empresa de Niterói (RJ), que tem acordo de cooperação com a Embrapa.

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Brasil

Placas com padrão do Mercosul entram em vigor em todo o país

Portal Hortolândia

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Após sucessivos adiamentos, começa a valer nesta sexta-feira (31) o prazo para uso obrigatório da placa do Mercosul em veículos de todos os estados.

A data está de acordo com o que estipula a Resolução nº 780/2019do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de julho do ano passado, que determina a adoção do novo modelo de placas de identificação veicular (PIV) a partir de 31 de janeiro de 2020. Segundo o Ministério da Infraestrutura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) que não aderir ao novo padrão, não conseguirá emplacar novos veículos.

A nova placa será obrigatória apenas nos casos de primeiro emplacamento. Para quem tiver o modelo antigo, a troca deverá ser feita no caso de mudança de município ou unidade federativa; roubo, furto, dano ou extravio da placa e nos casos em que haja necessidade de instalação da segunda placa traseira.

Nas outras situações, a troca da placa cinza pela do padrão Mercosul não é obrigatória. Com isso, os carros com a atual placa cinza podem continuar assim até o fim da vida útil do veículo.

O novo modelo apresenta o padrão com quatro letras e três números, o inverso do modelo atualmente adotado no país, com três letras e quatro números. O novo modelo permite mais de 450 milhões de combinações, o que, considerando o padrão de crescimento da frota de veículos no Brasil, pode levar por mais de 100 anos.

Também muda a cor de fundo, que passará a ser totalmente branca. A mudança vai ocorrer na cor da fonte para diferenciar o tipo de veículo: preta para carros de passeio, vermelha para os comerciais, azul para os oficiais, verde para veículos em teste, dourado para os automóveis diplomáticos e prata para veículos de colecionadores.

Todas as placas deverão ter ainda um código de barras dinâmico do tipo Quick Response Code (QR Code) contendo números de série e acesso às informações do banco de dados do fabricante e estampador do produto. O objetivo é controlar a produção, logística, estampagem e instalação das placas nos respectivos veículos, além da verificação de sua autenticidade.

“O novo emplacamento seguirá a lógica da livre concorrência, não havendo definição de preços por parte do governo federal. Na prática, os Detrans estaduais vão credenciar empresas capacitadas para não só produzir as placas como também vendê-las ao consumidor final. Portanto, o proprietário do veículo poderá buscar o valor mais em conta na hora de adquirir o item”, informou o ministério.

Desde que foi decidida a adoção da placa do Mercosul, a implantação no registro foi adiada seis vezes. A decisão foi anunciada em 2014, e a medida deveria ter entrado em vigor em janeiro de 2016. Disputas judiciais levaram ao adiamento da adoção da placa para 2017. Mais prazo foi dado para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem se adaptar ao novo modelo e credenciar as fabricantes das placas.

As novas placas já são usadas na Argentina, no Uruguai e no Paraguai. Dos 26 estados brasileiros, já aderiram ao modelo Mercosul o Acre; o Amazonas; a Bahia; o Espírito Santo; a Paraíba; o Paraná; o Piauí; o Rio de Janeiro; Rondônia; o Rio Grande do Norte e o Rio Grande do Sul.

“Atualmente são quase 5 milhões de veículos emplacados com a nova PIV. O governo federal estima que, até o fim de 2023, o Brasil já esteja com quase toda sua frota circulando com a nova placa”, informou a assessoria do Ministério da Infraestrutura.

fonte ebc

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Max Milhas