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Nossa Cidade

A luta pela emancipação de Hortolândia

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Conforme o livro “Memória em construção”, a infraestrutura urbana e as condições socioeconômicas da população do distrito de Hortolândia já haviam se tornado, em meados da década de 1970, caso de notoriedade pública. A alternativa da emancipação político-administrativa era vislumbrada pela população residente em Hortolândia e por seus vereadores, mas tida como uma ameaça pela administração pública sumareense, receosa da perda de receitas

No início da década de 1980, o distrito de Hortolândia somava mais de 30 mil habitantes, chegando no final dessa década a mais de 80 mil, quando da expansão urbana sobre os loteamentos abertos às respectivas áreas das atuais regiões administrativas do Jardim Nova Hortolândia e do Jardim Amanda – ainda que, de fato, parte deste último, na época, estivesse circunscrito ao distrito-sede de Sumaré.

Mesmo com o processo de sucateamento da Fepasa (Ferrovia Paulista S.A.) e o fechamento de indústrias ferroviárias como a Cobrasma e Braseixos S.A., assim como de outras áreas industriais, já no final da década de 1980, as receitas públicas geradas no distrito de Hortolândia se mantiveram superiores àquelas reunidas no distrito-sede de Sumaré.

Uma vez que dividendos e receitas geradas dentro do distrito de Hortolândia não se traduziam a contento em despesas com infraestrutura urbana, saneamento básico, segurança pública e mobilidade urbana, educação, saúde e justiça social, a população local continuou a se organizar em busca da emancipação político-administrativa, como único meio de reparar as mazelas há muito sentidas

Após intensa luta democrática em busca de sua emancipação político- -administrativa, e amparada pelo artigo 18, parágrafo 4º, da vigente Constituição Federal, promulgada em 5 de outubro de 1988, a população residente e eleitora do distrito de Hortolândia foi às urnas, em 19 de maio de 1991, em plebiscito que abrangeu apenas seu território (isto é, as regiões administrativas Hortolândia e Jardim Rosolém).

O resultado oficial do plebiscito, em que 19.592 eleitores compareceram às urnas, foi de 97,4% de votos favoráveis à emancipação. Essa conquista, alcançada com ampla vontade popular e ratificada pela Lei Estadual nº 7.664, de 30 de dezembro daquele mesmo ano, e que dispõe sobre alterações no quadro territorial-administrativo do estado, resultou na criação do “Município de Hortolândia, com sede no Distrito de Hortolândia e com território desse mesmo distrito do Município de Sumaré acrescido de outras áreas desse mesmo município, tendo as seguintes divisas: a) Com o Município de Monte Mor […] b) Com o de Sumaré […] c) Com o Município de Campinas […]”.

Criado o município de Hortolândia, em 1991, juntamente a dezenas de outros distritos que conquistaram sua emancipação, o professor, sociólogo e historiador Leovigildo Duarte Junior chamou a atenção, em artigo publicado no extinto periódico A Cidade (sediado em Sumaré), sobre os desafios que o novo município e seu antigo distrito-sede deveriam enfrentar a partir de então, na esperança de uma transição transparente e solidária.

Fonte: Memória em construção: Hortolândia e sua gente em narrativas e imagens. por Gustavo Esteves Lopes

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Biometria: Termina esta semana o prazo para cadastramento em Hortolândia

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O prazo para cadastramento da biometria dos eleitores de Hortolândia termina no dia 19 de dezembro. Quem não fizer o cadastramento terá o título cancelado.

Para se cadastrar o eleitor deve comparecer no cartório eleitoral que fica localizado na Rua Luiz Camilo de Camargo, 50, no antigo prédio do Banco do Brasil, das 8h30 às 18h.

A menos de dois meses do fim da biometria obrigatória em Hortolândia, o número de eleitores com as digitais coletadas segue baixo. Apenas 56,41% (86.566) do total de 153.470 eleitores compareceram para o procedimento até esta quarta-feira (30). A biometria é necessária para tornar a identificação de cada pessoa mais segura na hora do voto. Quem não a fizer no prazo terá o título cancelado e sofrerá impedimentos na vida civil.

O cartório da 361ª Zona Eleitoral de Hortolândia tem capacidade para atender em média 360 pessoas diariamente. O procedimento biométrico é simples e quanto mais rápido o eleitor fizer o cadastramento, menor o risco de enfrentar filas. A biometria envolve a coleta das impressões digitais, fotografia e assinatura digital, além da atualização dos dados pessoais.

O prazo para fazer o cadastramento em Hortolândia termina em 19 de dezembro. Os eleitores da cidade já serão identificados pelas digitais ao votarem nas eleições municipais de 2020.

 Documentos necessários

 Para fazer a biometria, é necessário apresentar documento oficial de identificação, comprovante de residência recente e o título, caso o eleitor o tenha.

 O cidadão pode agendar o atendimento no site do TRE-SP. Caso não consiga agendar a recomendação é que vá direto ao cartório eleitoral.

A biometria envolve a coleta das impressões digitais, fotografia e assinatura digital, além da atualização dos dados pessoais.

Sem o título, o cidadão fica impedido de votar, pedir passaporte, se inscrever em concursos públicos, pedir empréstimo em banco público ou renovar/fazer matrícula em instituições públicas de ensino.

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Associação de moradores do Fátima inicia projeto de monitoramento de Segurança.

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Objetivo é ajudar na segurança do bairro, o projeto piloto está sendo implantado no perímetro onde deu início o programa vizinhança solidária. E a PM auxiliou identificando pontos estratégicos.

As câmeras estão sendo instaladas em pontos estratégicos, para inibir a prática de crime e auxiliar a PM e GM na identificação dos autores. As imagens ficarão a disposição da PM e GM.

A iniciativa foi da associação de moradores, mas não tinham dinheiro para bancar a compra e instalação dos equipamentos. Foi então que surgiu a ideia de através da tradicional festa junina, com as barracas da associação arrecadar o dinheiro, e valeu a pena o esforço, agora o monitoramento de Segurança é uma realidade.

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Flash Back Solidário realiza a alegria de mais de 100 crianças

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Mais de 100 crianças, entre 3 e 17 anos, da Associação Beneficente Pedra Viva foram contempladas com brinquedos para alegrar o natal.

A compra dos brinquedos foi possível graças ao 2º Flash Back Solidário do Tenório, que aconteceu no domingo(8), no antigo Adônis – Jardim Rosolem.

Todo o dinheiro do evento foi revertido em brinquedos para as criançadas.

Além dos brinquedos as criançadas puderam ter um dia de gincanas e apresentações artísticas.

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