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Hortolândia tem Grupo de Trabalho Intersetorial para prevenir violência sexual contra crianças e adolescentes

Prefeitura

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A maioria das vítimas de violência sexual infantil em Hortolândia são meninas da faixa etária de 10 a 14 anos. Este e outros dados foram divulgados no Seminário Intersetorial da Rede de Prevenção e Enfrentamento à Violência Sexual Infantil, realizado pela Prefeitura, no auditório “Profª Andrea Marise Borelli”, no Remanso Campineiro, nesta sexta-feira (25/10). De acordo com o Departamento de Direitos Humanos e Políticas Públicas para Mulheres da Secretaria de Governo, participaram cerca de 180 pessoas, entre servidores e comunidade. Também estiveram presentes a secretária de Educação, Ciência e Tecnologia, Sandra Mara Fagundes Freire, a secretária-adjunta de governo, Silvânia Anizio, e a secretária-adjunta de Segurança, Adriana Carvalho. O evento teve ainda palestra da juíza do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), Tatiane Moreira Lima. 

Para enfrentar essa triste realidade, a Prefeitura criou, em 2018, um GT (Grupo de Trabalho) intersetorial de prevenção e enfrentamento à violência sexual infantil, formado por agentes de diferentes secretarias, dentre as quais, Saúde; Segurança; Educação, Ciência e Tecnologia; Inclusão e Desenvolvimento Social; e Governo.

Neste ano, a Prefeitura criou o GT da Saúde com o objetivo de monitorar e discutir casos de violência sexual. Também neste ano foi implantado o novo fluxo municipal de atendimento à vítima de violência sexual. Além disso, a Prefeitura, em parceria com o Conselho Tutelar e com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDMCA-Hortolândia), tem realizado ações educativas, preventivas e de capacitação para lidar com a questão. 

A secretária-adjunta de Governo, Silvânia Anizio, destacou que o objetivo do GT é orientar os agentes das secretarias envolvidas sobre como lidarem com a violência sexual infantil. “O GT é importante para explicar aos agentes como se faz o atendimento e o acolhimento às crianças que sofrem esse tipo de violência. Elas não têm noção do fato ou têm vergonha de falar. Por isso, os agentes precisam ter a sensibilidade de saber escutar a criança”, salientou Silvânia.

O caráter de intersetorialidade do GT foi destacado pela secretária-adjunta de Segurança, Adriana Carvalho. “Graças a essa integração entre as secretarias que fazem parte do GT, a Administração criou uma rede estruturada de proteção à criança e ao adolescente. Com isso, é possível realizar um trabalho de prevenção à violência sexual infantil”, ressaltou Adriana.

Para a secretária de Educação, Ciência e Tecnologia, Sandra Mara Fagundes Freire, o GT proporciona troca de experiências e conhecimentos entre os agentes envolvidos. “É preciso ter conhecimento para saber lidar com a questão da violência sexual infantil. Por isso, é importante que todos os agentes estejam unidos para buscar soluções para o enfrentamento do problema”, destacou Sandra.  

DADOS COMPILADOS

Os dados sobre violência sexual infantil foram compilados a partir do levantamento feito pela Secretaria de Segurança dos BOs (Boletins de Ocorrência) referentes a estupros de crianças e adolescentes registrados pela Polícia Civil entre 2014 a 2018. Durante o período, foi registrado um total de 94 BOs. Os dados revelam que 86% das vítimas são do sexo feminino. Nos 94 BOs registrados, 48 vítimas são da faixa etária de 10 a 14 anos, e 17 têm idade entre 5 a 9 anos. 

Os dados também mostram que o tempo entre o episódio da violência sexual e o registro da ocorrência foi de 3 dias a um mês em 25% dos BOs registrados. Os casos de violência sexual aconteceram no final de semana, sexta-feira (14 BOs), sábado (14 BOs) e domingo (BOs). Em outros 14 BOs não foi determinado o dia da ocorrência.

Em 55% dos BOs registrados, o caso de violência sexual aconteceu na casa da vítima. Ainda de acordo com os dados, 21 agressores são amigos ou pessoas conhecidas da família, 17 são padrastos. 

Em 42,5% dos casos registrados, a violência foi considerada aguda (episódio único, ocorrido nas últimas 72 horas). Já em 41,5% dos casos registrados, a violência foi crônica (episódio que ocorreu de forma recorrente). Com relação à caracterização da violência, de acordo com o local da ocorrência e vínculo entre vítima e agressor, 89% dos casos foram considerados de violência doméstica.

Outro aspecto que os dados mostram é que em 24% dos casos, as vítimas procuraram os serviços de saúde públicos. Já em 76% dos casos, as vítimas ignoraram o acesso a serviços de saúde.

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

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Com mais duas fatalidades por Coronavírus, Hortolândia soma 41 óbitos

Portal Hortolândia

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A prefeitura de Hortolândia confirmou na tarde desta quarta-feira (08) mais uma morte por Covid-19. Essa é a 2ª morte registrada hoje , somando um total de 41 óbitos na cidade.

Uma das pacientes era uma mulher de 78 anos,que foi internada na Unidade Respiratória do Nova Hortolândia no dia 28/06,mesma data que foi colhido exame para Covid-19, recebeu alta no dia 30/06,mas teve nova internar;:ao na U.R. em 05/07. O resultado positivo recebido em 07107. O falecimento aconteceu dia 05/07.

A outra paciente era uma mulher de 91 anos, que foi internada na Unidade Respiratória do Nova Hortolândia no dia 30/06, mesma data que foi coletado o exame para Covid-19. O resultado positivo para Coronavírus foi recebido no dia 07107. O falecimento aconteceu no dia 02/07.

Ambas as pacientes tinham outras comorbidades.

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Veículo avança sinal vermelho e colide contra outro no centro de Hortolândia

Redação

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Dois veículos colidiram após um deles avançar o sinal vermelho, no centro de Hortolândia, na tarde desta quarta-feira (8).

O acidente aconteceu por volta das 16h, no cruzamento entre a rua Nelso Pereira Bueno com a Luiz Camilo de Camargo.

A Guarda Municipal e o Departamento de Trânsito estiveram no local para organizar o trânsito até a retirada dos veículos.

Não houve feridos.

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Prefeitura reforça sinalização de trânsito em frente a mais uma escola

Prefeitura

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Mais uma etapa do reforço e implantação de sinalização em ruas localizadas em frente a escolas foi realizada, na manhã desta quarta-feira (08/07), por equipes da Prefeitura de Hortolândia. Faixas de pedestres, retenção e alertas como “PARE” foram pintados entre as ruas José Moscardini e Delmira Antônia de Jesus, próximo à escola infantil Girassol, no Jardim Nossa Senhora de Fátima.

De acordo com a Secretaria de Mobilidade Urbana, a ação garantirá mais segurança no trânsito da região para pais, alunos e motoristas, após o reinício das aulas na unidade de ensino. Além disso, o trabalho organiza o trânsito e evita o excesso de velocidade por parte dos motoristas e ajuda na travessia de pedestres. O serviço acontece, diariamente, em diversas regiões da cidade e continuará nos próximos dias.

Implantação de lombadas

Para evitar o excesso de velocidade dos motoristas, a Prefeitura também implantou mais uma lombada na avenida Joaquim Martarolli, próximo à Câmara Municipal, além de outra na rua Benedito Alves Pinto, na mesma região.

O reforço e a implantação da sinalização viária estão entre as diversas ações realizadas pela Prefeitura para aumentar a segurança no trânsito da cidade. Em 2017, foi criado um pacote de medidas para reduzir os acidentes de trânsito. Além da sinalização, o pacote inclui a instalação de radares para fiscalização, que funcionam desde janeiro do ano passado, e ações educativas com motoristas e a comunidade em geral.

De janeiro a março deste ano, foram registrados três óbitos causados por acidentes nas vias de Hortolândia. Em maio, nenhum acidente fatal foi registrado na cidade. Os dados do Infosiga (Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo) apontam que o município cumpriu a meta estabelecida pelo Governo Estadual para o período. Segundo o Infosiga, Hortolândia registra os menores índices de violência no trânsito desde 2015, quando o órgão passou a disponibilizar as estatísticas, por meio do site oficial da entidade.

 

Este artigo foi enviado pela Prefeitura de Hortolandia

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