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São Paulo

Casos de coronavírus aumentam de forma acelerada no interior de SP

Portal Hortolândia

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O número de casos do novo coronavírus vem crescendo de forma acelerada no interior de São Paulo. Segundo levantamento feito pela Secretaria estadual de Desenvolvimento Regional de São Paulo, o número de casos confirmados de pessoas infectadas pelo vírus cresceu 3.302% no interior do estado entre os dias 1º e 30 de abril, passando de 129 casos para 4.389.

Apesar de o número absoluto de infectados se concentrar na região metropolitana, o contágio cresce proporcionalmente a um ritmo quatro vezes mais rápido no interior e no litoral de São Paulo. Na região metropolitana, o crescimento nesse mesmo período foi de 770%, passando de 2.793 para 24.309 casos.

Até meados de março, o vírus estava restrito à região metropolitana de São Paulo. Mas começou a se alastrar pelo interior e pelo litoral do estado. Em menos de 45 dias, o vírus chegou a todas as regiões do estado. Até 17 de março, apenas nove cidades da região metropolitana apresentavam casos e somente a capital registrava óbitos. Agora, já há casos confirmados em 332 dos 645 municípios paulistas e mortes registradas em 150 cidades. 

Entre 15 e 30 de abril, a região que apresentou maior aumento no número de casos foi a de Itapeva, com 1.125% de crescimento, passando de quatro para 49 casos. Ela é seguida pelas regiões de Registro (com 546% de crescimento, passando de 13 para 84 casos) e Barretos (com 475% de crescimento, passando de 12 para 69 casos).

Segundo a secretaria, os casos vêm crescendo ao mesmo tempo em que a taxa de isolamento no estado vem caindo. A média de isolamento entre os dias 31 de março e 14 de abril era de 55% em todo o estado. Duas semanas depois, entre os dias 15 e 29 de abril, a média de isolamento chegou a apenas 49%. Ontem (4), a taxa de isolamento chegou a apenas 47% em todo o estado, abaixo do considerado satisfatório pelo governo paulista, que é de 50%. O ideal, segundo o governo, é que o percentual ficasse acima de 70%, o que impediria a propagação do vírus e diminuiria as chances de colapso nos hospitais.

Na região de Itapeva, por exemplo, o isolamento entre os dias 15 e 30 de abril caiu de 52% para 47% em relação aos 15 dias anteriores. Mesmo período em que a região registrou a maior proporção de aumento de casos do estado. Ou seja, quando caiu o isolamento, o número de casos na região cresceu de forma acelerada.

“O isolamento social é apontado por médicos e especialistas como o recurso mais eficaz para enfrentar o novo coronavírus. É fundamental que a taxa de isolamento siga crescente para que continuemos a ter sucesso na estratégia de combate à doença, principalmente neste momento de franca aceleração da curva de contágio”, disse Marco Vinholi, secretário da pasta.

fonte ebc

São Paulo

Casos de chikungunya crescem no estado de SP no início deste ano

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O número de casos de chikungunya, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, cresceu no estado de São Paulo neste início de ano. De janeiro até hoje (5), o estado registra 2,1 mil casos confirmados da doença e duas mortes. Em todo o ano passado foram registrados 240 casos da doença, sem óbitos.

Segundo a Secretaria da Saúde de São Paulo, há tendência de aumento da doença devido à sazonalidade, pois não houve muita intensidade nos últimos três anos.

Dengue e zika

Quanto aos casos de dengue, doença também transmitida pelo mesmo mosquito, o estado de São Paulo registrou 60,7 mil casos da doença e 12 óbitos, com dados computados até o dia 5 de maio. Em todo o ano passado foram confirmados 194.381 casos, com 141 mortes.

Em relação à zika, três casos foram confirmados no estado paulista até o mês de abril, enquanto no ano passado foram confirmados 13 casos, sem óbitos.

Sintomas

Tanto a dengue quanto a zika e a chikungunya podem vir acompanhadas de febre, dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo, mas há alguma diferença entre elas. No caso da dengue, costuma haver uma dor atrás dos olhos. A chikungunya pode provocar dor e inchaço nas articulações. A zika, por sua vez, pode causar febre baixa e vermelhidão nos olhos.

Para combater o mosquito transmissor dessas três doenças, as pessoas devem manter os ambientes e recipientes limpos e sem acúmulo de água, que favorecem a proliferação do inseto. Segundo a secretaria, cerca de 80% dos criadouros do mosquito estão concentrados em residências.

fonte ebc

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São Paulo

Tarifa Social de Gás tenta amenizar preço para pessoas de baixa renda

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Pela segunda vez no ano, o preço do gás de cozinha volta a subir e já está sendo vendido a R$ 120 em alguns estados do Brasil. Aumento no preço do botijão está levando ao desespero as famílias de baixa renda e os mais de 14,4 milhões de desempregados.

Para amenizar as consequências dessa política de preços, o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) apresentou o Projeto de Lei 1374/2021, denominado Tarifa Social de Gás, que visa garantir desconto para pessoas de baixa renda na compra do gás de cozinha.

Segundo Zarattini, o governo federal adotou uma política de paridade de preço internacional. Isso quer dizer que o mesmo preço que os consumidores da Europa, dos Estados Unidos pagam pelo gás, petróleo e seus derivados é aplicado aqui no país. “Essa política está causando um prejuízo gigantesco para as famílias mais pobres porque aumentou enormemente o preço do gás de cozinha. Muitas famílias tiveram que voltar a cozinhar com lenha. É um absurdo esse aumento”.

O autor do projeto explicou ainda que o governo tem recurso disponível para implantação de desconto no preço do gás. Segundo ele, os recursos para financiar a proposta podem sair dos royalties do petróleo e da Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) que é paga pelos consumidores de gasolina.

“Dinheiro tem o que precisa agora é vontade política. Queremos baratear o preço do gás para as famílias mais pobres do país que são aquelas que recebem o bolsa família ou que possuem uma renda per capita de até meio salário mínimo. Essa é a nossa proposta e o PT está nessa luta”, defendeu Zarattini.

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São Paulo

Mais de 600 presos da região central são classificados no Enem

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Resultados poderão ser usados para inscrições em faculdades particulares a partir do ProUni

Presos custodiados pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) receberam os resultados das provas do Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL). Com a pandemia de Covid-19, a aplicação do exame foi realizada em fevereiro de 2021.

Na Coordenadoria das Unidades Prisionais da Região Central (CRC), 657 pessoas tiveram média aritmética igual ou acima de 450 pontos e não zeraram a redação. Em todo o estado de São Paulo, foram 2.444 pessoas que alcançaram a média, estando assim aptas a concorrerem a uma vaga no Ensino Superior tanto pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), com inscrições abertas nos dias 3 e 4 de maio, para vagas remanescentes em faculdades particulares, quanto pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Essas mesmas notas também poderão ser usadas pelos reeducandos que desejam ingressar em universidades federais a partir do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), no segundo semestre de 2021.

Personagens

Dos 1.748 presos que fizeram as provas – número reduzido em razão dos protocolos sanitários devido à pandemia – 104 são do Complexo Campinas/ Hortolândia, Penitenciária Feminina de Campinas e Sumaré.

Preparação

Para treinar os candidatos inscritos no Enem PPL, a SAP proporcionou um cursinho preparatório com 160 horas de aulas a distância. A medida é inédita e foi possível graças a uma parceria do Grupo de Capacitação, Aperfeiçoamento e Empregabilidade da Coordenadoria de Reintegração Social (CRSC) da Pasta com o Instituto SEB.

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