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São Paulo

Estado reduz homicídios, latrocínios e todas as modalidades de roubo em 2019

Redação

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Os furtos de veículos e as extorsões mediante sequestro também diminuíram

O Estado de São Paulo terminou o ano de 2019 com reduções nos indicadores de casos e vítimas de homicídios e latrocínios, além de queda em todas as modalidades de roubos. Os índices de furtos de veículos e extorsões mediante sequestro também caíram.

Os casos de homicídios dolosos recuaram 5,8% no ano, passando de 2.949 para 2.778 registros. No indicador de vítimas a queda foi de 6,4%, com 2.906 casos em 2019. São os menores totais das séries históricas, iniciadas em 2001.

Com os resultados, as taxas anuais reduziram para 6,27 ocorrências e 6,56 vítimas de mortes intencionais para cada grupo de 100 mil habitantes. Os índices são os menores da série histórica.

As ocorrências de latrocínios recuaram 28,9%. Foram 192 ocorrências no ano passado, contra 270 em 2018. No indicador de vítimas de roubos seguidos de morte a queda foi de 28,4%, já que o total passou de 278 para 199. É a primeira vez que o indicador fica abaixo de 200.

No mesmo período, o Estado teve aumento de 3,6% nos casos de estupros, que tiveram 12.374 registros em 2019. Já as extorsões mediante sequestro caíram de 21 para 11, ou seja, 10 casos a menos. 

Roubos e furtos

O Estado apresentou redução em todas as modalidades de roubos. Os roubos em geral recuaram 2,9%, com 7.714 casos a menos – passou de 263.115 para 255.401. Os roubos a banco diminuíram em mais da metade – de 54 para 21 no período. É o menor total da análise histórica.

Nos roubos de veículo a redução foi ainda maior. Com 46.517 ocorrências no ano passado, ante 58.970 no ano de 2018, a queda foi de 21,1% ou de 12.543 em números absolutos. A quantidade é a menor da série histórica.

Nos últimos 12 meses os roubos de carga também diminuíram. Com redução de 16,2%, o total passou de 8.738 no ano de 2018 para 7.325 em 2019.

A tendência de queda se estendeu para furtos de veículos, que caíram 8,8%. Foram 99.346 casos em 2018 e 90.652 em 2019. A soma é a menor da série histórica.

Os furtos em geral, em contrapartida, subiram 3,4% no período. O total passou de 504.896 para 522.163 nas comparações dos anos de 2018 e 2019.

Produtividade

O trabalho das polícias paulistas no Estado, no ano passado, resultou em 195.773 prisões. O número, que representa um aumento de 3,19%, é recorde na série histórica. É a primeira vez que o indicador fica acima de 191 mil.

No mesmo período, houve apreensão de 12.815 armas de fogos ilegais. Também foram registrados 47.483 flagrantes por tráfico de drogas.

Fonte: Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública

São Paulo

Fase de transição é estendida por 2 semanas e horário das 6h às 21h para comércios

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Nesta sexta-feira (7), Doria confirmou uma nova prorrogação da fase de transição do Plano São Paulo para todo o estado por mais duas semanas, até o próximo dia 23.

O estado continua registrando redução gradual de indicadores de casos, internações e mortes por COVID-19. Isso permitiu a extensão de mais uma hora no expediente de atendimento presencial, das 6h às 21h, e com limitação de 30% de capacidade em comércios e serviços não essenciais.

“É uma medida positiva e que vem no esteio de resultados que, gradualmente, estamos conquistando com a ajuda das pessoas que estão observando as orientações do Plano São Paulo, do Governo do Estado, e, principalmente, do Centro de Contingência, dos médicos e profissionais da ciência que nos assessoram”, afirmou o Governador.

“Temos que agir com responsabilidade e cautela, realizando uma abertura gradual e segura da nossa economia para evitar qualquer novo pico da pandemia em São Paulo”, acrescentou Doria.

O horário estendido das 6h às 21h vale a partir deste sábado (8) para estabelecimentos comerciais, galerias e shoppings. O mesmo expediente poderá ser seguido por serviços como restaurantes e similares, salões de beleza, barbearias, academias, clubes e espaços culturais como cinemas, teatros e museus.

A fase de transição mantém liberadas as celebrações individuais e coletivas em igrejas, templos e espaços religiosos, desde que seguidos rigorosamente todos os protocolos de higiene e distanciamento social. Parques estaduais e municipais também poderão ficar abertos, mas com horário das 6h às 18h.

Para evitar aglomerações, a capacidade máxima de ocupação nos estabelecimentos liberados prossegue limitada, mas com ligeiro acréscimo de 25% para 30%.

O toque de recolher continua nas 645 cidades do estado, agora das 21h às 5h, assim como a recomendação de teletrabalho para atividades administrativas não essenciais e escalonamento de horários para entrada e saída de trabalhadores do comércio, serviços e indústrias.

“É muito importante mostrar que o esforço de todos tem valido a pena. Nós conseguimos ter uma redução de internações, casos e óbitos. Mantivemos essa desaceleração, o que nos dá o conforto por um lado, mas também a responsabilidade pelo patamar ainda elevado e manter essa gestão segura da pandemia”, afirmou a Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen.

Nesta sexta, a taxa de ocupação de UTIs por pacientes graves com COVID-19 está em 78,3% no estado e em 76,3% na Grande São Paulo. O total de internados em UTIs era de 10.060 em todo o estado, com outros 11.260 pacientes em vagas de enfermaria.

O resumo com as medidas anunciadas pelo Governo de São Paulo está disponível na página https://issuu.com/governosp/docs/apresenta__o_plano_sp__1__0ece10c5fe388c.

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São Paulo

Casos de chikungunya crescem no estado de SP no início deste ano

Portal Hortolândia

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O número de casos de chikungunya, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, cresceu no estado de São Paulo neste início de ano. De janeiro até hoje (5), o estado registra 2,1 mil casos confirmados da doença e duas mortes. Em todo o ano passado foram registrados 240 casos da doença, sem óbitos.

Segundo a Secretaria da Saúde de São Paulo, há tendência de aumento da doença devido à sazonalidade, pois não houve muita intensidade nos últimos três anos.

Dengue e zika

Quanto aos casos de dengue, doença também transmitida pelo mesmo mosquito, o estado de São Paulo registrou 60,7 mil casos da doença e 12 óbitos, com dados computados até o dia 5 de maio. Em todo o ano passado foram confirmados 194.381 casos, com 141 mortes.

Em relação à zika, três casos foram confirmados no estado paulista até o mês de abril, enquanto no ano passado foram confirmados 13 casos, sem óbitos.

Sintomas

Tanto a dengue quanto a zika e a chikungunya podem vir acompanhadas de febre, dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo, mas há alguma diferença entre elas. No caso da dengue, costuma haver uma dor atrás dos olhos. A chikungunya pode provocar dor e inchaço nas articulações. A zika, por sua vez, pode causar febre baixa e vermelhidão nos olhos.

Para combater o mosquito transmissor dessas três doenças, as pessoas devem manter os ambientes e recipientes limpos e sem acúmulo de água, que favorecem a proliferação do inseto. Segundo a secretaria, cerca de 80% dos criadouros do mosquito estão concentrados em residências.

fonte ebc

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São Paulo

Tarifa Social de Gás tenta amenizar preço para pessoas de baixa renda

Portal Hortolândia

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Pela segunda vez no ano, o preço do gás de cozinha volta a subir e já está sendo vendido a R$ 120 em alguns estados do Brasil. Aumento no preço do botijão está levando ao desespero as famílias de baixa renda e os mais de 14,4 milhões de desempregados.

Para amenizar as consequências dessa política de preços, o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) apresentou o Projeto de Lei 1374/2021, denominado Tarifa Social de Gás, que visa garantir desconto para pessoas de baixa renda na compra do gás de cozinha.

Segundo Zarattini, o governo federal adotou uma política de paridade de preço internacional. Isso quer dizer que o mesmo preço que os consumidores da Europa, dos Estados Unidos pagam pelo gás, petróleo e seus derivados é aplicado aqui no país. “Essa política está causando um prejuízo gigantesco para as famílias mais pobres porque aumentou enormemente o preço do gás de cozinha. Muitas famílias tiveram que voltar a cozinhar com lenha. É um absurdo esse aumento”.

O autor do projeto explicou ainda que o governo tem recurso disponível para implantação de desconto no preço do gás. Segundo ele, os recursos para financiar a proposta podem sair dos royalties do petróleo e da Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) que é paga pelos consumidores de gasolina.

“Dinheiro tem o que precisa agora é vontade política. Queremos baratear o preço do gás para as famílias mais pobres do país que são aquelas que recebem o bolsa família ou que possuem uma renda per capita de até meio salário mínimo. Essa é a nossa proposta e o PT está nessa luta”, defendeu Zarattini.

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