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São Paulo

Governador sanciona lei que regulamenta venda de peças em desmanches em SP

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Desmanche deve ser credenciado no Detran e na Secretaria da Fazenda.
Empresas terão seis meses para se regularizarem.

Governador assina lei que fiscaliza desmanche

A lei que vai regular as vendas de peças em desmanches no estado de São Paulo foi sancionada pelo governador Geraldo Alckmin nesta quinta-feira. O projeto, que partiu da Secretaria de Segurança Pública, tem como objetivo reduzir o número de roubos e furtos de veículos, além dos latrocínios.

As polícias realizaram um levantamento que demonstra que os automóveis são os objetos mais desejados nos crimes que terminam com a morte das vítimas. Outro estudo da Polícia Militar aponta que os roubos e furtos de veículos ocorrem, em grande maioria, nos bairros nos quais os desmanches se encontram.

O governador Geraldo Alckmin destaca que os desmanches já existentes terão 180 dias para regularizarem a situação no Detran. “Só pode ficar no mercado empresa que tiver credenciada no Detran, senão, fechou. Não vai funcionar mais em São Paulo. E para ser credenciada ela tem que cumprir o conjunto de regras administrativas, ambientais e operacionais. A sanção vai de multa à lacração”, afirmou o governador.

Governador sanciona lei que regulamenta venda de peças em desmanches em SP

O secretário da segurança pública, Fernando Grela Vieira, ressalta que as polícias irão atuar em parceria com o Detran para fiscalizar esses desmanches.

“Nós temos 180 dias para as empresas se adaptarem ao sistema da lei. A partir daí, os resultados advirão gradativamente, porque será preciso a fiscalização, nós vamos disponibilizar no site as empresas legitimadas, inclusive com vínculo com web denúncia. (…) Eu acredito que a redução será gradual”, explicou o secretário.

Na opinião do diretor executivo das empresas do ramo, Eduardo Augusto dos Santos, a falta de legislação dificulta para o empresário que quer trabalhar de forma regular. Segundo ele, existem no Brasil hoje mais de 60 mil desmanches, mas ninguém controla essa venda de peças.

Fonte: Jovem Pan
Foto: Ilustração G1 / Reprodução



São Paulo

Polícia Militar recebe 100 bicicletas elétricas e 100 drones

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O Governo de São Paulo entregou, nesta quinta-feira (5), 100 bicicletas elétricas para a Polícia Militar ampliar o policiamento com bikes na Capital e Grande São Paulo – o “Bikepol”. Na ocasião, a Instituição também recebeu 100 drones para auxiliar as atividades policiais por meio da captação de imagens em tempo real e com transmissão direta ao Centro de Operações da PM (Copom).

“A polícia de drones se mostrou um êxito em ação preventiva e no apoio à inteligência. Além disso, iniciamos o Bikepol quatro meses atrás para utilização em núcleos metropolitanos. Agora temos 200 bikes que vão ser usadas no sistema preventivo na Capital e em outras cidades da região metropolitana”, disse o governador.

Durante a solenidade, que aconteceu na sede do Palácio dos Bandeirantes, foram expostas 50 bicicletas elétricas prontas para serem utilizadas pelos policiais.

Os veículos são fruto de doação da iniciativa privada e foram fabricados por uma empresa nacional. Eles serão distribuídos em todas as regiões do Estado e equipados com o sistema de motorização direct drive, entregando 350Wh. Além disso, o motor é alimentado por bateria de 36v e 14,5ah e as bicicletas acompanham itens tradicionais, como farol, luz de freio, buzina e retrovisores.

Com a nova aquisição, 200 bikes elétricas passam a colaborar com a segurança dos paulistanos até o final do ano, assim como prometido pela atual gestão. Este tipo de policiamento proporciona aos PMs maior área de atuação e mais agilidade no combate ao crime, além de complementar outras atividades, como o patrulhamento a pé.

Para a utilização dos novos veículos, 100 PMs passaram por treinamento ministrado pelo Centro de Motomecanização (CMM) da PM. O curso é um complemento, uma vez que a maioria dos policiais já é habilitada no Estágio de Especialização no Policiamento com Bicicletas, que ocorre na Escola de Educação Física da PM em duas semanas.

Dronepol

Durante o evento, a PM também recebeu 100 drones para ampliar o programa “Dronepol”, lançado em abril para monitorar, em tempo real, os cenários encontrados durante a execução das atividades de policiamento ostensivo e preventivo.

A licitação para a compra dos equipamentos – marca DJI e modelo Mavic 2 zoom – foi iniciada em junho e terminou no mês de setembro. Para a aquisição, que somou um investimento total de R$ 3 milhões, foram realizados testes em amostra, incluindo voos, aferição do tempo de duração da bateria, comandos e resposta do drone, acionamento do retorno de emergência, entre outros.

Além das 100 aeronaves básicas, foram adquiridos mais cinco drones DJI Matrice 210 V1- Kit Avançado – que totalizaram R$ 1,2 milhões. Neste caso, o processo está em fase de cumprimento do prazo de entrega, previsto contratualmente para 120 dias a contar de 16 de outubro de 2019.

Os novos equipamentos serão distribuídos para todo o Estado, possibilitando a captação, transmissão, gravação e gerenciamento de imagens de interesse da Segurança Pública. A medida permite que o material seja retransmitido de forma instantânea aos comandos da Polícia Militar para melhor análise e estratégia adequada de abordagem e atuação em cada situação.

“Interessa, e muito, à Segurança Pública a gravação de imagens [pelos drones] porque isso protege a ação policial e esclarece ao comando a necessidade de alteração no protocolo”, destacou o secretário.

Além disso, o sistema pode ser utilizado em missões de inteligência e operações, monitoramento de grandes eventos, reintegrações de posse, controle de distúrbios civis e manifestações.

Operacionalização e cenário atual

A captura e a transmissão das imagens com a utilização de drones podem ser feitas por via aérea, por meio de antena com a utilização de um helicóptero Águia; e via terrestre, por meio de transmissão em live streaming com o uso de motocicletas ou por rádio que deve ser transportado em veículo de quatro rodas.

Para que a unidade policial possa operar os aparelhos, eles devem estar de acordo com as normas vigentes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do Departamento de Controle de Espaço Aéreo (Decea).

Além disso, a unidade policial deverá ter um núcleo de operação composto por no mínimo cinco policiais – um oficial até o posto de capitão e quatro praças, com até 20 anos de serviço. Os PMs devem concluir o Curso de Especialização de Operador de RPAS, que é oferecido pelo Comando de Aviação da PM e tem duração de quatro semanas.

Atualmente, a Polícia Militar conta com 76 núcleos habilitados para operacionalização dos drones e há 337 PMs aptos a operar os equipamentos no Estado. Para 2020, há a previsão de mais seis cursos de formação de pilotos de drones, totalizando 180 PMs. As aulas devem ter início em março.

Durante a solenidade também foi apresentado um antidrone, que será usado pela Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) no sistema prisional para neutralizar drones usados por organizações criminosas.

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São Paulo

Mais de 1 mil policiais civis são convocados para tomar posse em São Paulo

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Próxima etapa será o início dos cursos de formação na Academia de Polícia da Instituição

Nesta terça-feira (3), 1.100 policiais civis aprovados em concursos públicos foram convocados para tomar posse durante solenidade que aconteceu no Memorial da América Latina, no bairro da Barra Funda, zona oeste da Capital. O secretário da Segurança Pública, general João Camilo Pires de Campos participou da cerimônia.

“Parabenizo cada um pela vitória alcançada”, destacou o titular da pasta durante o seu discurso. “Vocês escolheram atender um chamamento. Ser policial é muito mais que cumprir uma missão, é destino. Aquele que sentiu vontade de ser policiar atendeu a uma chama que queima no peito e essa chama se chama vocação”, completou.

Do total dos empossados, nomeados em novembro, 400 são para a carreira de agente policial, 300 para agente de telecomunicação, 200 para auxiliar de papiloscopistas e 200 para papiloscopistas. A próxima etapa será o início dos cursos de formação na Academia de Polícia Civil Doutor Coriolano Nogueira Cobra (Acadepol).

As atividades têm início no dia seguinte à posse e tem duração de seis meses, sendo duas semanas de estágio em unidades policiais. “Parabéns por todas as fases que passaram. Aguardamos ansiosos a saída de vocês da academia para comporem nossos quadros”, afirmou o delegado-feral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes.

Ao longo do curso, os profissionais estudarão uma média de 27 disciplinas, como Criminalística, Armamento e tiro, Diretos Humanos e Conduta Policial e Técnicas de Abordagem, além de palestras sobre Legislação. Depois de formados, os policiais serão distribuídos de acordo com a classificação final do curso e da necessidade de cada região.

Reforço policial

Para reforçar ainda mais o efetivo policial paulista, em breve tomarão posse 715 escrivães de polícia que foram nomeados no dia 18 de novembro. Além disso, na manhã desta terça-feira (3), 2.080 soldados de 2ª classe da Polícia Militar se formaram. Eles iniciarão suas atividades na Operação Verão 2019/2020.

Também há concursos em andamento para 5.400 vagas de soldado de 2ª classe, 190 alunos oficiais e 850 policiais civis, sendo 250 delegados e 600 investigadores. Complementar a isso, o Governo autorizou a abertura de 2.750 vagas para concursos da Polícia Civil e 189 da Polícia Técnico-Científica.

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São Paulo

8 morrem pisoteados em baile funk em SP

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Ao menos oito pessoas morreram na madrugada desde domingo, em um baile funk na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, após serem pisoteadas durante uma confusão.

A confusão começou depois que a policia ir até o local por causa do barulho do baile. Os policiais perseguiram suspeitos em uma motocicleta e houve troca de tiros.

Os suspeitos adentaram o local do baile onde tinha cerca de 5 mil pessoas. Ainda de acordo com a polícia, equipes da Força Tática foram dar apoio ao local sendo recebidas com pedradas e garrafadas.

Os policiais revidaram com munições químicas para dispersão momento que então houve correria.

Durante a confusão, nove pessoas foram pisoteadas e levadas em estado grave ao Pronto Socorro do Campo Limpo. Oito pessoas morreram.

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