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São Paulo

Operação Rodovia Mais Segura detém 225 pessoas e autua 272 motoristas

Redação

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A ação teve a participação de várias unidades da Polícia Militar

A Polícia Militar do Estado de São Paulo realizou desde a 0 hora de quinta-feira (12), a 42ª edição da operação “Rodovia Mais Segura”. A ação foi deflagrada em todo o Estado de São Paulo, com atenção especial à segurança das divisas.

Com a finalidade de combater a criminalidade e prevenir infrações, garantindo a segurança nas rodovias, 17.743 policiais militares foram mobilizados, com o emprego de 8.089 viaturas e 11 aeronaves distribuídas em 1.824 pontos.

Durante a operação, 33.635 pessoas foram abordadas, sendo 156 pessoas presas e/ou apreendidas e 69 foragidos capturados. Mais de 26 mil veículos foram vistoriados e outros 272 motoristas autuados por consumo de álcool, por se recusar a fazer o teste do bafômetro ou dirigir embriagado. A PM também apreendeu 22 armas e 23 quilos de drogas, além recuperar 55 veículos produtos de roubo ou furto.

A ação conjunta contou a participação de várias unidades da PM, como o Comando do Policiamento Rodoviário, os Batalhões de Ações Especiais de Polícia (Baeps), as Forças Táticas, o policiamento de choque, territorial e ambiental, além do Comando de Aviação por meio do patrulhamento aéreo. Também foram utilizados drones e cães farejadores, que apoiaram a fiscalização durante toda a operação.

As equipes permaneceram em locais estratégicos, apontados pelo serviço de inteligência da PM, para sufocar a ação de criminosos. Houve reforço do policiamento entre marginais e acessos às rodovias estaduais de São Paulo.

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São Paulo

Governo de SP e Ministério da Saúde acertam compra da vacina do Butantan

Redação

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Acordo entre o Governador João Doria, o Ministro Eduardo Pazuello e outros 23 chefes de estados do país confirma aquisição do imunizante

O Governo de São Paulo chegou a um acordo com o Ministério da Saúde para a aquisição via SUS (Sistema Único de Saúde) de 46 milhões de doses da vacina Coronavac, desenvolvida em parceria internacional entre a biofarmacêutica Sinovac Life Science e o Instituto Butantan, até o final de dezembro de 2020.

O Governo Federal confirmou que irá adquirir o imunizante após aprovação na Anvisa. O potencial imunizante contra o coronavírus está em fase final de estudos clínicos no Brasil e se mostrou totalmente seguro nos testes realizados desde o final de julho.

O acordo foi realizado durante reunião virtual entre o Governador João Doria, o Ministro Eduardo Pazuello e outros 23 chefes de estados brasileiros.

A expectativa é que a vacinação nacional possa iniciar em janeiro do próximo ano. Os detalhes sobre a inclusão da Coronavac no Plano Nacional de Imunizações serão divulgados após a formalização do acordo.

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São Paulo

Testes confirmam que vacina do Butantan é a mais segura em fase final no Brasil

Redação

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O Governador João Doria anunciou nesta segunda-feira (19) que a vacina contra o coronavírus em desenvolvimento pelo Instituto Butantan é a mais segura em fase final de testes no Brasil. Estudos clínicos com 9 mil voluntários com idade entre 18 e 59 anos no país mostram que apenas 35% tiveram reações adversas leves após a aplicação, como dor no local da aplicação ou dor de cabeça. Não houve qualquer registro de efeito colateral grave durante a testagem.

“Os primeiros resultados dos estudos clínicos realizados no Brasil comprovam que, entre todas as vacinas testadas no país, a Coronavac é a mais segura, a que apresenta os melhores e mais promissores índices no Brasil. É, de fato, a vacina mais avançada neste momento”, declarou o Governador. “A vacina do Butantan foi a que apresentou menor índice de efeitos adversos e melhores resultados até o presente momento”, acrescentou Doria.

O desenvolvimento da vacina no Brasil foi iniciado em julho, por meio de parceria entre a biofarmacêutica Sinovac Life Science, com sede em Pequim, e o Butantan. A Coronavac é um dos imunizantes mais promissores em fase final de estudo em todo o mundo e produzida com base em tecnologia similar à de outras vacinas produzidas com sucesso pelo Butantan.

As reações mais comuns entre os participantes do estudo após a primeira dose foram dor no local da aplicação (19%) e dor de cabeça (15%). Na segunda dose, as reações adversas mais comuns foram dor no local da aplicação (19%), dor de cabeça (10%) e fadiga (4%). Febre baixa foi registrada em apenas 0,1% dos participantes e não há nenhum relato de reação adversa grave à vacina até o momento.

O estudo no Brasil foi iniciado em 21 de julho e prevê a participação total de 13 mil voluntários, todos profissionais da saúde que atuam no atendimento a pacientes com COVID-19. Eles estão sendo acompanhados pelos 16 centros de pesquisa distribuídos por sete estados e o Distrito Federal.

A partir deste mês, a testagem do potencial imunizante contra o coronavírus está sendo ampliada para voluntários idosos, portadores de comorbidades e gestantes. “A vacina Butantan é a mais segura em termos de efeitos colaterais. É a vacina mais segura neste momento não só no Brasil, mas no mundo”, afirmou Dimas Covas, Diretor do Instituto Butantan.

Cronograma

Até dezembro, o Butantan receberá 46 milhões de doses da Coronavac, sendo 6 milhões de doses da vacina já prontas para aplicação. Outras 15 milhões de doses devem chegar até fevereiro de 2021.

A vacina desenvolvida entre a Sinovac e o Butantan é uma das mais promissoras do mundo. Ela utiliza tecnologia já conhecida e amplamente aplicada em outros imunizantes produzidos pelo Butantan.

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São Paulo

São Paulo anuncia investimento de R$ 6 bilhões em malha ferroviária

Portal Hortolândia

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O governo de São Paulo anunciou hoje (19) investimentos de R$ 6 bilhões para reestruturação da malha ferroviária do estado.

Segundo o governo paulista, o investimento é parte do plano Retomada 21/22, anunciado pelo governador João Doria na última sexta-feira (16).

O empreendimento será realizado pelo Grupo Rumo Logística e vai atender 72 municípios paulistas. Entre as obras previstas estão as de recuperação de dois ramais que estavam desativados: Colômbia-Pradópolis (185,6 quilômetros) e Panorama-Bauru (369,1 quilômetros), que cortam o estado em direção ao Porto de Santos.

Concessão

Em maio deste ano, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a empresa Rumo haviam assinado a renovação antecipada da concessão ferroviária da Malha Paulista.

O contrato original, que venceria em 2028, foi renovado por mais 30 anos, mediante uma série de contrapartidas. Pelo acordo, a empresa concessionária deverá investir mais de R$ 6 bilhões em obras, trilhos, vagões e locomotivas, que serão realizados nos primeiros cinco anos de contrato.

A Malha Paulista é responsável pelo transporte de soja, farelo de soja, milho, açúcar, combustíveis, fertilizantes, celulose, minérios e contêineres.

Empregos

Segundo o governo paulista, com a reestruturação da malha ferroviária – que engloba duplicações, reativações de trechos inativos, ampliação de pátios e obras de modernização, o estado deverá ampliar sua capacidade de transportar 35 milhões de toneladas de mercadorias por ano para 75 milhões por ano.

O governo paulista prevê a geração de 134 mil empregos diretos e indiretos com os investimentos na malha ferroviária do estado.

fonte ebc

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