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São Paulo

Poupatempo orienta população a usar serviços digitais e evitar deslocamento

Portal Hortolândia

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A Prodesp – empresa de Tecnologia do Governo de São Paulo, responsável pela gestão do Poupatempo, desenvolveu um estudo para avaliar os atendimentos realizados nas 75 unidades do Poupatempo, reabertas de forma gradual, desde agosto.

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Os dados mostraram que 47% dos cidadãos sem agendamento prévio, procuraram os postos para serviços que já são 100% digitais como licenciamento, renovação de CNH, Carteira de Trabalho e Seguro desemprego.

Das 95 mil pessoas que se deslocaram ao Poupatempo na última semana de outubro, 50 mil poderiam realizar suas solicitações nas plataformas online, por meio do portal – www.poupatempo.sp.gov.br e aplicativo Poupatempo Digital, com segurança e comodidade, sem a necessidade de sair de casa.

Além do licenciamento, hoje totalmente digital, procurado por 17 mil pessoas (19%), os postos também receberam 20 mil interessados (21%) em realizar a renovação da CNH, serviço que já está disponível no processo simplificado. Lembrando, ainda, que de acordo com a deliberação nº 185/2020, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o motorista com CNH vencida a partir de 19/02 pode continuar circulando normalmente sem multas ou pontos na carteira.

Outros pedidos, que antes mesmo da suspensão temporária dos atendimentos no Poupatempo, em março, estavam em processo digitalização e foram concluídos durante a pandemia, continuam na lista de solicitações frequentes. Foram mais de seis mil pessoas (7%) buscando resolver questões do seguro desemprego, cadastro no banco de vagas de emprego e emissão da Carteira de Trabalho Digital, disponibilizados de forma online.

“Muitos cidadãos comparecem às unidades do Poupatempo sem realmente precisar. Temos mais de 90 opções disponíveis nas plataformas digitais, justamente para facilitar, de todas as formas, quem procura por atendimento, mantendo o mesmo padrão de qualidade e eficiência”, afirma Murilo Macedo, diretor da Prodesp. “O programa, junto ao Governo de São Paulo, segue nessa transformação digital, com a meta de desburocratizar e aperfeiçoar cada vez mais os serviços públicos”.

Com a retomada das atividades presenciais, o Poupatempo reforça diariamente a importância do agendamento para que o cidadão consiga realizar os serviços presenciais. Isso vem sendo feito desde o dia 19/08, pelos veículos de imprensa, nos canais nas mídias sociais da Prodesp e do Poupatempo, e presencialmente, nos postos, quando o cidadão vai sem hora marcada.

Para evitar aglomerações, por conta da pandemia, as unidades atendem com capacidade reduzida, apenas serviços que dependem da presença para coleta biométrica das impressões digitais, foto e assinatura para serem concluídos, como RG, CNH, e de veículos, do Detran.SP.

Serviços Digitais do Poupatempo

O Poupatempo ampliou a oferta de serviços digitais em todo o Estado de São Paulo. Entre as novidades estão mudança ou adição de categoria na CNH, primeira habilitação e liberação de veículos.

Já são mais de 90 opções disponíveis no portal (www.poupatempo.sp.gov.br), nos totens de autoatendimento e também no aplicativo Poupatempo Digital, como primeira habilitação, segunda via e renovação da CNH, adição ou mudança de categoria, liberação de veículo, licenciamento, transferência, IPVA, Atestado de Antecedentes Criminais, Seguro Desemprego, Carteira de Trabalho, Nota Fiscal Paulista, entre outros.

Com navegação intuitiva e poucos cliques, é possível solicitar os serviços através dos canais digitais com praticidade e comodidade, sem a necessidade de sair de casa. O objetivo é desburocratizar cada vez mais os processos, que podem ser resolvidos completamente online.

Com a retomada das atividades do Poupatempo, a partir de agosto, mais de 3,5 milhões de atendimentos foram prestados, em dois meses. Desse total, 2,5 milhões foram online e 1 milhão presencial.

A relação dos serviços digitais está disponível no site – www.poupatempo.sp.gov.br.

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São Paulo

Reeducandos produzem equipamentos de proteção para alunos das Escolas Estaduais

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Esforço de combate ao coronavírus e retorno gradual às aulas conta com o trabalho de reeducandos do Sistema Prisional do Estado de São Paulo 

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Na volta às aulas das escolas estaduais, parte das máscaras e outros equipamentos de proteção individual entregues a alunos e professores estão sendo produzidos por reeducandos do sistema penitenciário do Estado de São Paulo. O material foi adquirido, a baixo custo, pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo junto a Fundação “Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel” – Funap e irá auxiliar na prevenção à Covid-19. 

Serão entregues, até o final de dezembro, o total de 1.576.800 máscaras de proteção reutilizáveis, destinadas a alunos, professores e equipe de funcionários das escolas. Desse montante, 1.169.000 mil máscaras já foram entregues, além de 225 mil máscaras de proteção facial do tipo face shield, as quais serão distribuídas pelas 91 Diretorias de Ensino no Estado de São Paulo. 

Para alcançar essa produção, 469 reeducandos de 13 unidades prisionais estão trabalhando em 15 oficinas de confecção da Funap. Todo o processo de produção segue rigorosos padrões sanitários, que garantem a qualidade e segurança dos produtos. Na Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu, unidade pertencente à Coordenadoria das Unidades Prisionais da Região Central (CRC), foram produzidos até o momento 84.447 máscaras, por 17 reeducandas.   

A participação da Funap no processo de retomada das aulas no Estado de São Paulo é duplamente positiva, pois contribui para que as aulas retornem de forma segura e soma-se ao esforço de reintegração do apenado, por meio do trabalho. 

Desde o início da pandemia de Covid-19, a Funap produziu mais de 6 milhões de itens de proteção. São máscaras descartáveis, reutilizáveis, do tipo face shield, aventais e toucas, que já atenderam a órgãos como a Secretaria da Administração Penitenciária, Polícia Militar do Estado de São Paulo, Secretaria de Governo, organizações da sociedade civil, universidades, entre outros. A Secretaria de Estado da Educação atende 3,5 milhões de alunos e tem 190 mil professores atuando em sala de aula.  

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São Paulo

Estado de São Paulo recebe primeiras 120 mil doses da Coronavac

Redação

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Remessa chegou quinta (19) pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos; até o final do ano a previsão é que SP receba 46 milhões de doses

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O Governador João Doria participou pessoalmente do recebimento da remessa de 120 mil doses da Coronavac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Life Science. A carga, proveniente da China, desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos nesta manhã, em um momento histórico diante da gravidade da crise de saúde enfrentada em todo o mundo.

O imunizante, que encontra-se na última fase de testes, é considerado uma das esperanças na luta contra a pandemia do coronavírus, que já matou mais de 167 mil de brasileiros e 1,3 milhão de pessoas no mundo todo.

“A vacina salva, protege e nos dará uma oportunidade de termos o novo, uma nova vida, uma nova situação com a proteção de toda a população. Nós recebemos hoje 120 mil doses da Coronavac, a vacina do Butantan e do laboratório Sinovac, para proteger vidas. Ao longo dos próximos 40 dias vamos receber 46 milhões de doses. E quero destacar aqui que não estamos em uma corrida pela vacina, estamos em uma corrida pela vida”, destacou o Governador João Doria.

O embarque das doses aconteceu na madrugada de segunda-feira (16) em um voo comercial da Turkish Airlines e desembarcou no Brasil às 7h45. O local em que as vacinas serão armazenadas permanece em sigilo por questões de segurança. A chegada se deu após a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a importação do material em 28/11.

Esta é a primeira remessa a chegar no país. Ao todo serão 46 milhões de doses, sendo 6 milhões já prontas para aplicação e 40 milhões em forma de matéria prima para formulação e envase em fábrica própria do Instituto Butantan.

As demais remessas devem chegar no decorrer das próximas semanas. Já a disponibilização para a população ocorrerá somente após a comprovação da eficácia, que deverá acontecer após a conclusão da terceira fase dos estudos clínicos e posterior aprovação da agência reguladora, a Anvisa.

Estudos clínicos

Na última terça-feira (17) os resultados dos estudos clínicos da Coronavac foram publicados pela revista científica Lancet Infectious Diseases. A publicação mostrou que a vacina é segura e tem capacidade de produzir resposta imune no organismo 28 dias após sua aplicação em 97% dos casos.

Os resultados publicados na Lancet, que contam com a revisão de diversos cientistas, foram mais um passo importante para o desenvolvimento da vacina, que está em fase 3 de testes em diversas regiões do Brasil desde julho deste ano. Os detalhes da publicação podem ser conferidos no próprio site da Lancet: http://www.thelancet-press.com/embargo/covidvaccinetlid.pdf

As fases 1 e 2 reuniram 744 voluntários na China, com idades entre 18 e 59 anos. Os dados mostram que as reações adversas foram leves e nenhum efeito adverso sério relacionado à vacina foi identificado. A reação mais comum foi dor no local da aplicação. A taxa de seroconversão entre os voluntários que receberam a vacina, ou seja, produção de anticorpos, ficou acima dos 90%.

Registro

Se o imunizante atingir os índices necessários de eficácia e segurança, poderá ser submetido à avaliação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para registro e posterior uso em campanhas de imunização contra o coronavírus.

Em fase final de estudos no Brasil, a Coronavac é considerada uma das vacinas mais promissoras no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e vem sendo testada em sete estados brasileiros, além do Distrito Federal.

Coordenado pelo Instituto Butantan, os testes envolvem 13 mil profissionais de saúde em 16 centros de pesquisa de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Até o momento, mais de 10 mil pessoas já receberam ao menos uma das duas doses da vacina ou placebo.

Sobre o aeroporto Internacional de Guarulhos

O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, é o maior hub do Brasil para importações de produtos farmacêuticos. Nos últimos anos, recebeu importantes investimentos em infraestrutura, tecnologia e melhorias de processos, com o objetivo de oferecer a mais alta qualidade e confiabilidade às indústrias farmacêuticas.

O Terminal de Cargas possui a certificação Centre of Excellence for Independent Validators (CEIV Pharma) da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) que valida a qualidade, segurança e padronização da estrutura dos armazéns para o recebimento de cargas perecíveis, remédios e insumos destinados à área da saúde.

Atualmente, GRU Airport é o maior complexo aeroportuário da América do Sul e também a principal porta de entrada e saída de cargas do Brasil. Com uma área útil de 99 mil m², o Terminal de Cargas movimenta produtos de diversos segmentos, entre eles farmacêutico, eletrônico, têxtil, alimentos, maquinários, aeronáutico, peças e acessórios automotivos.

Em 2019, o setor de cargas movimentou aproximadamente 42% das exportações e importações e 50% do volume de importações de produtos farmacêuticos por via aérea no país.

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São Paulo

Estudo revela que Coronavac produz anticorpos contra a Covid em 97% dos participantes

Redação

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Na noite desta terça-feira (17) os resultados dos estudos clínicos da Coronavac, vacina em desenvolvimento pela parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac Life Science, foram publicados pela revista científica Lancet Infectious Diseases. A publicação mostra que a vacina é segura e tem capacidade de produzir resposta imune no organismo 28 dias após sua aplicação em 97% dos casos.

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Os resultados publicados na Lancet, que contam com a revisão de diversos cientistas, são mais um passo importante para o desenvolvimento da vacina, que está em fase 3 de testes em diversas regiões do Brasil desde julho deste ano. Os detalhes da publicação podem ser conferidos no próprio site da Lancet: http://www.thelancet-press.com/embargo/covidvaccinetlid.pdf.

As fases 1 e 2 reuniram 744 voluntários na China, com idades entre 18 e 59 anos. Os dados mostram que as reações adversas foram leves e nenhum efeito adverso sério relacionado à vacina foi identificado. A reação mais comum foi dor no local da aplicação. A taxa de soroconversão entre os voluntários que receberam a vacina, ou seja, produção de anticorpos, ficou acima dos 90%.

O artigo científico apresenta dados que já eram de conhecimento do Instituto Butantan e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma vez que a partir deles foi possível aprovar o uso emergencial em mais de 50 mil pessoas na China e a realização do estudo de fase 3 no Brasil.

Estudos clínicos

Em fase final de estudos no Brasil, a Coronavac é considerada uma das vacinas mais promissoras no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e vem sendo testada em sete estados brasileiros, além do Distrito Federal.

Coordenado pelo Instituto Butantan, os testes envolvem 13 mil profissionais de saúde em 16 centros de pesquisa de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Até o momento, mais de 10 mil pessoas já receberam ao menos uma das duas doses da vacina ou placebo.

Para determinar a eficácia da CoronaVac, é preciso que 151 participantes que receberam a substância sejam contaminados pelo coronavírus. A partir desta amostragem, haverá a comparação com o total dos que receberam a vacina e, eventualmente, também tenham diagnóstico positivo de COVID-19.

Se o imunizante atingir os índices necessários de eficácia e segurança, deverá ser submetido à avaliação da Anvisa para registro e posterior uso em campanhas de imunização contra o coronavírus.

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