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São Paulo

São Paulo recebe da Turquia 650 respiradores e totaliza compra de 1,5 mil

Portal Hortolândia

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Ao todo, 1.567 respiradores de UTI e de transportes já foram distribuídos desde o início da pandemia de COVID-19

O Governo do Estado recebeu nesta sexta-feira (12) mais 650 respiradores, totalizando a compra de 1.500 aparelhos, modelo Biyovent, da Turquia. Os aparelhos que desembarcaram no Aeroporto de Viracopos em Campinas, após desembaraço alfandegário, virão para o complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP para montagem e calibragem, e então serão distribuídos a hospitais do SUS em São Paulo.

Outros 850 ventiladores desta aquisição chegaram nas últimas duas semanas e estão sendo distribuídos para hospitais do estado. Esses equipamentos turcos foram adquiridos pela Fundação Butantan e doados ao Governo do Estado de São Paulo para o enfrentamento da pandemia do coronavírus, uma vez que respiradores são essenciais para a implantação de novos leitos de terapia intensiva.

No último mês, São Paulo também já havia recebido outras 351 unidades de uma compra da China e outros 100 de um fornecedor nacional. A pasta também recebeu equipamentos de UTI e transporte vindos do Ministério da Saúde.

Distribuição

Desde o início da pandemia, a Secretaria de Estado da Saúde já entregou 1.567 respiradores, que foram distribuídos para unidades hospitalares de 62 municípios e também equipou 50 ambulâncias com suporte para pacientes graves.

Foram contemplados hospitais da rede estadual, municipal e filantrópicos que realizam atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os modelos estão 1.420 utilizados em unidade de terapia intensiva e 147 de transporte.

“Esses equipamentos são fundamentais para o tratamento de pacientes que necessitam de cuidados em terapia intensiva e vão ajudar o SUS de São Paulo a ampliar o número de leitos de COVID-19. A distribuição dos ventiladores é estritamente técnica e é feita para os locais com maior demanda de internações de casos da COVID-19, com estrutura e condição de abertura de novos leitos”, destaca o Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann.

Megaoperação logística

A Secretaria de Estado da Saúde montou uma grande operação logística e técnica que inclui a montagem, testagem e calibragem dos equipamentos e permitem que eles sejam entregues aos hospitais já em condições para uso imediato. A operação está sendo realizada pelas equipes de engenharia clínica do Hospital das Clínicas e da Secretaria Estadual.

Os 650 respiradores que desembarcam no Aeroporto Viracopos de Campinas nesta sexta-feira passarão por este processo e destinados prontos para uso a hospitais do SUS de São Paulo.

Região de Campinas

A região de Campinas já recebeu 82 respiradores de UTI para atendimentos de pacientes graves de COVID-19. Somente nesta semana foram 72 equipamentos para hospitais estaduais, municipais e filantrópicos.

Somente para o município de Campinas foram 45 equipamentos, sendo 35 para os leitos de UTI do AME e 10 para o Hospital das Clínicas da Unicamp. Os demais equipamentos foram para as prefeituras de Americana (5), Hortolândia (5), Nova Odessa (2) e Sumaré (5). Também foram contemplados o Hospital Augusto de Oliveira Camargo de Indaiatuba (5), a Santa Casa Anna Cintra de Amparo (5), Hospital Santa Bárbara de Santa Barbara d’Oeste (5) e o Hospital Municipal Walter Ferrari de Jaguariúna (5).

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São Paulo

Governo de SP e Ministério da Saúde acertam compra da vacina do Butantan

Redação

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Acordo entre o Governador João Doria, o Ministro Eduardo Pazuello e outros 23 chefes de estados do país confirma aquisição do imunizante

O Governo de São Paulo chegou a um acordo com o Ministério da Saúde para a aquisição via SUS (Sistema Único de Saúde) de 46 milhões de doses da vacina Coronavac, desenvolvida em parceria internacional entre a biofarmacêutica Sinovac Life Science e o Instituto Butantan, até o final de dezembro de 2020.

O Governo Federal confirmou que irá adquirir o imunizante após aprovação na Anvisa. O potencial imunizante contra o coronavírus está em fase final de estudos clínicos no Brasil e se mostrou totalmente seguro nos testes realizados desde o final de julho.

O acordo foi realizado durante reunião virtual entre o Governador João Doria, o Ministro Eduardo Pazuello e outros 23 chefes de estados brasileiros.

A expectativa é que a vacinação nacional possa iniciar em janeiro do próximo ano. Os detalhes sobre a inclusão da Coronavac no Plano Nacional de Imunizações serão divulgados após a formalização do acordo.

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São Paulo

Testes confirmam que vacina do Butantan é a mais segura em fase final no Brasil

Redação

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O Governador João Doria anunciou nesta segunda-feira (19) que a vacina contra o coronavírus em desenvolvimento pelo Instituto Butantan é a mais segura em fase final de testes no Brasil. Estudos clínicos com 9 mil voluntários com idade entre 18 e 59 anos no país mostram que apenas 35% tiveram reações adversas leves após a aplicação, como dor no local da aplicação ou dor de cabeça. Não houve qualquer registro de efeito colateral grave durante a testagem.

“Os primeiros resultados dos estudos clínicos realizados no Brasil comprovam que, entre todas as vacinas testadas no país, a Coronavac é a mais segura, a que apresenta os melhores e mais promissores índices no Brasil. É, de fato, a vacina mais avançada neste momento”, declarou o Governador. “A vacina do Butantan foi a que apresentou menor índice de efeitos adversos e melhores resultados até o presente momento”, acrescentou Doria.

O desenvolvimento da vacina no Brasil foi iniciado em julho, por meio de parceria entre a biofarmacêutica Sinovac Life Science, com sede em Pequim, e o Butantan. A Coronavac é um dos imunizantes mais promissores em fase final de estudo em todo o mundo e produzida com base em tecnologia similar à de outras vacinas produzidas com sucesso pelo Butantan.

As reações mais comuns entre os participantes do estudo após a primeira dose foram dor no local da aplicação (19%) e dor de cabeça (15%). Na segunda dose, as reações adversas mais comuns foram dor no local da aplicação (19%), dor de cabeça (10%) e fadiga (4%). Febre baixa foi registrada em apenas 0,1% dos participantes e não há nenhum relato de reação adversa grave à vacina até o momento.

O estudo no Brasil foi iniciado em 21 de julho e prevê a participação total de 13 mil voluntários, todos profissionais da saúde que atuam no atendimento a pacientes com COVID-19. Eles estão sendo acompanhados pelos 16 centros de pesquisa distribuídos por sete estados e o Distrito Federal.

A partir deste mês, a testagem do potencial imunizante contra o coronavírus está sendo ampliada para voluntários idosos, portadores de comorbidades e gestantes. “A vacina Butantan é a mais segura em termos de efeitos colaterais. É a vacina mais segura neste momento não só no Brasil, mas no mundo”, afirmou Dimas Covas, Diretor do Instituto Butantan.

Cronograma

Até dezembro, o Butantan receberá 46 milhões de doses da Coronavac, sendo 6 milhões de doses da vacina já prontas para aplicação. Outras 15 milhões de doses devem chegar até fevereiro de 2021.

A vacina desenvolvida entre a Sinovac e o Butantan é uma das mais promissoras do mundo. Ela utiliza tecnologia já conhecida e amplamente aplicada em outros imunizantes produzidos pelo Butantan.

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São Paulo

São Paulo anuncia investimento de R$ 6 bilhões em malha ferroviária

Portal Hortolândia

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O governo de São Paulo anunciou hoje (19) investimentos de R$ 6 bilhões para reestruturação da malha ferroviária do estado.

Segundo o governo paulista, o investimento é parte do plano Retomada 21/22, anunciado pelo governador João Doria na última sexta-feira (16).

O empreendimento será realizado pelo Grupo Rumo Logística e vai atender 72 municípios paulistas. Entre as obras previstas estão as de recuperação de dois ramais que estavam desativados: Colômbia-Pradópolis (185,6 quilômetros) e Panorama-Bauru (369,1 quilômetros), que cortam o estado em direção ao Porto de Santos.

Concessão

Em maio deste ano, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a empresa Rumo haviam assinado a renovação antecipada da concessão ferroviária da Malha Paulista.

O contrato original, que venceria em 2028, foi renovado por mais 30 anos, mediante uma série de contrapartidas. Pelo acordo, a empresa concessionária deverá investir mais de R$ 6 bilhões em obras, trilhos, vagões e locomotivas, que serão realizados nos primeiros cinco anos de contrato.

A Malha Paulista é responsável pelo transporte de soja, farelo de soja, milho, açúcar, combustíveis, fertilizantes, celulose, minérios e contêineres.

Empregos

Segundo o governo paulista, com a reestruturação da malha ferroviária – que engloba duplicações, reativações de trechos inativos, ampliação de pátios e obras de modernização, o estado deverá ampliar sua capacidade de transportar 35 milhões de toneladas de mercadorias por ano para 75 milhões por ano.

O governo paulista prevê a geração de 134 mil empregos diretos e indiretos com os investimentos na malha ferroviária do estado.

fonte ebc

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