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Hortolandense escreve: Cadeia dos Loucos

Portal Hortolândia

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Hortolandense escritor amador, tem diversos contos publicados na internet além de uma participação num livro digital, enviou para o Portal Hortolândia este conto de Terror, confira:

Cadeia dos Loucos

Uma policial foi obrigada a patrulhar uma penitenciária de segurança máxima secreta que vive no subsolo, escondida pelo governo do Estado.

Era um lugar isolado, conhecido por muito poucos, pois lá estão os piores assassinos do mundo, realmente loucos, completamente insanos. Ao entrar no local, escoltada por um guarda, se assustou, os bandidos estavam atrás das grades, furiosos e gritando, alguns usavam máscaras de tortura para intimidar os seguranças, mas o agente disse á ela:
– Não se preocupe, você está segura, aqui é totalmente á prova de tudo quanto é arma, uma legítima fortaleza!
– Que bom.
– Sua função hoje é só monitorar esses seriais killers, através das câmeras internas, bom trabalho…
A noite parecia normal, quando estava quase dormindo em frente ao computador, um guarda estava próximo á cela de um assassino, e o monstro agarra seu braço e o faz como refém. Apavorada, Mary, a policial pega sua arma e desceu as escadas para resolver isso sozinha.
Ao chegar no local, ela aponta a arma e ordena para que o soltasse ou ela ia atirar, mas sem se importar com suas palavras, o bandido pega uma faca e corta o pescoço do homem sem nenhuma misericórdia, matando na hora.
– Você já era vadia…
Ela mata o psicopata, mas tudo não passou de uma armadilha, pois alguém entra em seu lugar, na sala de monitoramento e usando o sistema de segurança, liberta todos os bandidos da penitenciária, estavam livres na prisão, para tocar o terror novamente…
Ela sai correndo pelos corredores sombrios daquele lugar, ouvindo gritos e passos ao redor, escondeu-se numa sala de arquivos, e olhando pela fechadura da porta, avista um homem enorme arrastando um corpo em chamas, puxado por um pé de cabra. Inesperadamente, o vidro da janela se quebra, eram dois miliantes tentando invadir o lugar, Mary amira o revólver neles, mas algo os puxa de volta, fazendo-os gritar de dor. Alguns minutos depois, partes dos corpos deles são jogados dentro da sala, foram todos esquartejados, inclusive as cabeças que caem sobre as prateleiras. A pessoa que os matou era o pior assassino de todos, parecia uma fera por conseguir cortar tão rápido os detentos. A policial se retira do local e caminha calmamente com receio de encontrar algum obcecado em matança.
– Me ajude – disse o carcereiro com os braços e pernas decepadas por um machado
– O que posso fazer?!
O homem fica sem fala, com os olhos arregalados, ao olhar para trás, observa um detento sanguinário, com o corpo todo cortado com o símbolo do nazismo, era um racista cruel, a vítima era negro, e fica paralisado diante do inimigo, que joga a mulher pro lado e enforca o rapaz até a morte, arrancando seus olhos com uma tesoura de costura, fazendo o sangue escorrer pelo chão úmido. Mary se enfurece e começa a atirar no monstro que parecia não sentir nada e caminha em sua direção, armado com o machado. A munição acaba, deixando a moça desesperada, mas o nazista tinha levado muito tiro e ajoelhando-se, o sangue escorre pela sua boca e cai duro no chão gelado. A jovem agente retorna para o corpo do carcereiro e pega a arma dele, colocando na cintura , ela não sabia, mas o mentor dessa rebelião estava observando-a pelas câmeras de monitoramento, cada passo seu, cada atitude, estava tudo sendo registrado.
Um barulho estranho de algo metálico sendo arrastado, aumentava cada vez mais, ao olhar no final uma porta, avistou o bandido da serra elétrica, que ao vê-la, geme alto e corre atrás dela, ligando a arma. A perseguição nos corredores era assustadora, ele estava extremamente louco, há anos que não serrava ninguém ao meio, infelizmente Mary tropeça e o assassino se aproxima furioso, quando ia matá-la definitivamente com a serra elétrica, o FBI aparece e fuzila o monstro, que morre na hora. Ela se levanta agradecendo, mas acaba sendo algemada, sem direito a falar e muito menos um advogado. A jogaram numa solitária, com outro detento mascarado, ele era enorme e estava de costas, o estranho bandido disse:
– Meu plano deu certo, minha lenda vai voltar e você será minha prova!
– Quem é você?!
– Jack…Jack estripador…
Ele se vira e esfaqueia a garota, até deixá-la em pedaços…

… continua na próxima semana (1 de 7)

Por: Alexandre Santos Nascimento

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Sarau do Saber debateu questões sobre o país

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Nessa última sexta (31/05) aconteceu no bairro Parque Peron, em Hortolândia(SP), o encontro “Sarau do Saber”, um bate papo entre amigos e moradores do bairro.

Os anfitriões Edvaldo Cardoso e da Iracilda Aparecida dos Santos a “Nega”, estiveram à frente desse evento.

Dentro os temas debatidos estão os últimos acontecimentos do nosso País,debate sobre os pontos mais críticos da Reforma da Previdência que está para ser aprovada pelo Governo atual e o do corte dos 30% na educação que afeta os educadores e muitos universitários.

Rosana Borbalam, educadora do ensino Estadual explicou que “No Brasil tem pessoas que apoiam e entende o que está acontecendo, tem sido perseguidos, massacrados e humilhados. Eu como educadora nunca vi tamanha absurdo, dizerem que fazemos a cabeças dos jovens, muitas vezes mal conseguimos dar o conteúdo, quem imagina que o Professor doutrina o aluno está equivocado. A realidade é outra, nos dias de hoje mal conseguimos chamar a atenção deles, imagina doutrina-los.”

O estudante Fabio Nonato também expos sua opnião dizendo “que a desvalorização da educação e dos Professores, sucateamento das escolas, não é uma crise e sim algo acidental. É um projeto e é por isso que a luta de todos nós como cidadãos para saber identificar verdadeiros projetos que está por trás da reforma trabalhista e da previdência. É lutar por aquilo que acredita e quando o povo brasileiro se unir seremos mais fortes.

O encontro foi encerrado com uma confraternização, comidas e música ao vivo.

Por Fernando Domingues

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Abandono do Estado em regiões mais afastadas do Brasil pode ser a razão para a xenofobia, afirma ativista

Portal Hortolândia

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Na Ilha Grande-RJ dados da violência dispararam nos últimos anos. Em todo o estado, principais tipos de roubo tiveram uma alta de 91,5% de 2010 a 2017. No Acre, número de homicídios aumentou quase 130% em dez anos, o número de mortes no estado aumentou 129,7%, aponta o Atlas da violência divulgado em junho de 2018.
O levantamento do Atlas da Violência 2018 mostrou o Acre como o quarto estado da federação com a maior variação no número de homicídios registrados em dez anos. Roraima teve uma taxa de homicídios registrada em quase 40%. No Rio de janeiro, em 2010, foram registrados 120.300 roubos no estado. Este número chegou a atingir patamares mais baixos em 2011 e 2012, mas, desde então, ficou acima de 2010. Em 2017, porém, atingiu seu auge, quando foram registrados 230.450 roubos, alta de 91,5% em relação ao contabilizado há sete anos.

Estes números mostram uma relação clara entre a violência das regiões mais afastadas das grandes metrópoles do país, a ausência do Estado, e a perda da dignidade humana, que pode levar a uma espécie de justificativa para os ataques de xenofobia que estão sendo praticados nestas regiões. É o que acredita a educadora e ativista social, Débora Braga, que dirige há mais de 30 anos projetos de resgate da dignidade humana no Rio de Janeiro e na Colômbia. Débora Braga – Ativista Dirige projeto Canoário Vera Lúcia Braga em Ilha Grande RJ

“As comunidades residentes na Ilha Grande-RJ, passam por semelhante situação de abandono do Estado Brasileiro. Na Praia da longa, por exemplo, o braço do Estado também não assegura o básico para estes cidadãos existirem de forma digna. O que conseguimos como resultado da consolidação do projeto Canoário é pouco mas nos dá sinais de que se o Estado quiser a realidade poderia ser diferente”, afirma Débora Braga.

A ativista continuou o projeto assistencial, iniciado por sua mãe e realizado há mais de 30 anos na Praia do Longa em Ilha Grande-RJ, localizada a cerca de 1 hora de barco de Angra dos Reis. O projeto ‘Canoário Vera Lúcia Braga’ auxilia crianças da comunidade com atividades de educação, artes e restauração cultural e da dignidade da pessoa humana.

“A verdade é que a Ilha Grande está mais ameaçada que nunca. Niilismo, drogadição, desemprego. As ameaças vêm de todos os lados: turismo invasivo, pesca predatória, pre-sal, entre outros. Todos estes fatores e a ausência completa do Estado fazem com que as pessoas que residem nesta região percam sua identidade, suas raízes, referências e valores. Como educadora, ao longo do tempo, pude perceber a importância que pequenos gestos tem para retomar a dignidade dessas pessoas”, afirma a ativista.

Segundo Débora Braga, em 2017 mais de 30 famílias (200 pessoas) viviam na Praia da Longa, mas o local não dispõe de postos de saúde, ou em caso de ato violento, ou necessidade de vida ou morte a defesa civil não chega a tempo. “A sensação de abandono nesta e em outras comunidades localizadas nos rincões do país é um fator essencial que precisa ser observado de perto por nossas autoridades, sobretudo neste tempo de grande inquietação global em que comunidades estão buscando refúgio fora de seus países de origem”, pondera a ativista.

Ainda de acordo com Débora, ao dotar a comunidade de dignidade e bem-estar o rumo da história pode ser diferente. “Ao longo de todos estes anos, vimos muitas pessoas mudarem de vida a partir do nosso projeto. As crianças cresceram e deram novos rumos às suas vidas. Com certeza se iniciativas semelhantes, sobretudo por parte do Estado, fossem tomadas, não teríamos estes ataques que provam a ausência total de humanidade em nosso país. Ou nos atentamos agora para a realidade destas comunidades ou o Brasil inteiro fracassará enquanto povo”, argumenta.

Débora Braga, tem 57 anos, é natural de São Paulo. É Professora Montessoriana (Especialização na área da educação docente), Pedagoga e ativista pelos direitos da pessoa humana. Há mais de 30 anos dirige o projeto iniciado por sua mãe, a ativista Vera Lúcia Braga, na praia do longa localizada na Ilha Grande-RJ. Também, há nove anos, coordena o mesmo projeto de restauração da dignidade humana na zona cafeeira da Colômbia. Atuou por 12 anos na Multinacional Farmacêutica alemã, Hoechst do Brasil. Presidiu as Associações de Professores, Pais e Alunos – PTA na Westminster School, localizada no México e a PTA da Nicholas School localizada em São Paulo. Fala Francês, Alemão, Inglês, Espanhol e Português.

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Recorde histórico sem chuva pede economia de água em residências

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A região metropolitana de São Paulo bateu o recorde de 100 dias sem chuvas, e o restante do Brasil vai pelo mesmo caminho. O Cantareira, o reservatório que abastece a maior parte das habitações está com 40% de sua capacidade sendo que em 2013, o ano que antecedeu a crise hídrica, ele tinha 53%. As condições climáticas desfavoráveis são um alerta para toda a população e especialistas já avisam que até o fim do ano a previsão é de pouca chuva. O tempo seco por sua vez traz consequências respiratórias e acaba por afetar a saúde de milhares de pessoas, principalmente nos grandes centros urbanos.

Para que as consequências sejam menores, é necessário trabalhar com a prevenção e uma boa prevenção é a conscientização de todos, mas principalmente de moradores e prestadores de serviço em condomínios residenciais. Estes são inclusive os primeiros a tomarem medidas mais drásticas para combater o problema, enquanto os condôminos fazem a sua parte dentro de casa, por sua vez, o condomínio deve orientar funcionários e colaboradores sobre as melhores medidas a serem praticadas. Os que realizam a limpeza e higienização devem ser os que mais economizam e reutilizam a água para outros proveitos.

Por isso, é preciso desenvolver em cada condomínio um plano emergencial de trabalho que visa o uso mínimo essencial da água. Isso tem que ser contínuo, mesmo que a situação se normalize, pois afinal, como já vimos, ela pode retornar a qualquer momento e ninguém quer voltar aos tempos de racionamento de água. Ao invés de lavar a área externa e a calçada da empresa, basta varrer. Em ambientes internos, um aspirador de pó e pano úmido; ao invés de usar a mangueira, um balde que limita o uso da água, entre outras tantas medidas.

Nas residências dos condomínios, pode-se economizar água com alguns procedimentos básicos, como coletar a água que sai do chuveiro antes de aquecida em um balde e depois utilizá-la no vaso sanitário ou para lavar as sacadas. Pode-se também colocar uma garrafa de 600 mL cheia de água dentro da caixa acoplada para economizar água nas descargas. Em prédios, as caixas-d’água acopladas são os maiores vilões da economia.

Os condomínios também podem adotar alguma medida de captação de água da chuva ou reaproveitamento da água já utilizada. O condomínio já possui um reservatório que capta a água da chuva, no entanto é preciso fazer uma análise desta água, do ponto de vista bacteriológico, para verificar a possibilidade de utilização da mesma. Depois é só providenciar uma bomba para bombear e utilizá-la para lavar e regar as áreas comuns. Assim, evita-se o desperdício, o risco de doenças e ainda contribuímos para o meio ambiente.

Artigo de:

Amilton Saraiva, especialista em condomínios da GS Terceirização.

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