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Economia

A economia aparece na conta de luz. O que é Geladeira inverter?

Portal Hortolândia

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Geladeira inverter não tem nada a ver com a geladeira inverser, que comumente é confundida.

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Inverser é um modelo de geladeira com formato “invertido”: ou seja, o congelador (freezer) fica embaixo e refrigerador fica na parte de cima. Ela é mais prática do que as geladeiras comuns porque facilita o acesso dos alimentos mais utilizados no dia a dia.

Quais as vantagens da geladeira inverter?

Este tipo de geladeira vem ganhando mercado graças a promessa de economia de energia. Durante a noite, por exemplo, quando a porta da geladeira fica fechada por um período mais longo, o consumo é reduzido consideravelmente.

Além disso, esse modelo opera em potência mais baixa do que os eletrodomésticos convencionais, então isso faz toda a diferença na conta de energia no fim do mês. A economia pode ser de até 40%. Mas as vantagens da geladeira inverter vão além:

  • emite menos ruídos: o compressor inverter trabalha em baixa rotação quando a temperatura é estabilizada, então costuma ser mais silencioso.
  • tem durabilidade maior do que aos modelos convencionais, já que o compressor inverter trabalha de forma inteligente e não sofre tanto desgaste.
  • tem ótimo desempenho, parecido ou até melhor do que as geladeiras comuns.
  • determinados modelos operam com gás ecológico (R410A), que não agride a camada de ozônio.
  • algumas marcas oferecem até 10 anos de garantia para esse modelo.

Conclusão

A tecnologia inverter fornece incontáveis vantagens para otimizar o uso do seus aparelhos e eletrodomésticos — e não poderia ser diferente com a geladeira. Ou seja, a geladeira inverter é boa, sim!

Embora o custo do investimento possa ser mais alto, é um modelo com ótimo custo-benefício que vai te oferecer eficiência, qualidade e economia a longo prazo. Afinal, a geladeira inverter é para a vida toda!

Os vilões da conta de Energia, confira opção econômicas:

https://www.portalhortolandia.com.br/secoes/economia/lampada-led-e-o-segredo-para-uma-boa-economia-na-conta-de-energia-86436

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Brasil

Governo Federal defini novo valor para salário Mínimo

Redação

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O governo Federal definiu para R$ 1.087,64 o valor do salário Mínimo para 2021, baseado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

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O governo federal faz a correção anual do salário mínimo com base do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). A sua última estimativa elevou a inflação de 2,35% para 4,10%, dados divulgados pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia nesta terça-feira (17).

Isto é, caso não haja nenhuma mudança o salário mínimo de 2021 será de R$ 1.087,00. No ano de 2020 o salário mínimo é de R$ 1.045,00. Em agosto foi estipulado o valor de R$ 1.067,00, ou seja, com a nova previsão o valor conta com R$ 20,84 a mais. No entanto, caso haja alguma alteração na previsão da inflação feita pelo INPC, esse valor ainda pode sofrer alterações no restante do ano de 2020.

Conforme as pesquisas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o valor do salário mínimo é referência para mais de 49 milhões de trabalhadores brasileiros.

Impacto nas contas públicas

Todo ano que o governo federal faz um reajuste maior para o salário mínimo, ele gasta mais. Isso acontece benefícios previdenciários não podem ser menores que o valor do mínimo. Ele é usado como base nos pagamentos dos benefícios previdenciários ou assistenciais como, aposentadorias, pensões e abonos salariais.

Com base nos cálculos feitos pelo Ministério da Economia, a cada 1 de aumento do salário mínimo cria-se uma despesa em 2020 de aproximadamente R$ 355 milhões. Isto é, o aumento de R$ 20,84 para o salário mínimo em 2021 representaria uma queda de cerca de R$ 7,4 bilhões nas despesas criadas para o governo federal.

Salário mínimo

Além de definir um teto de pagamento e mais segurança aos trabalhadores. O salário mínimo é utilizado como referência para o pagamento de benefícios e seguridades sociais.

Ele serve de referência ao menor valor pago pelas empresas aos seus funcionários. Esta quantia é definida legalmente e deve ser seguida na hora de contratar um colaborador. De acordo com a lei, o empregador pode pagar além do teto, mas nunca abaixo dele.

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Economia

Comgás oferece desconto inédito de até 50% em Saldão de Dívida

Redação

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Promoção é válida durante o mês de novembro para negociação de dívidas com mais de um ano de atraso

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A Comgás iniciou na terça-feira (3) uma ação promocional inédita para seus clientes que precisam de ajuda para regularizar suas finanças. A maior distribuidora de gás encanado do Brasil criou uma campanha de renegociação de dívidas que oferece até 50% de desconto para clientes com débitos abertos há mais de um ano.  

A promoção é limitada e válida até 30 de novembro. Por meio dela, clientes residenciais e comerciais podem negociar seu débito em condições especiais, diretamente com a Comgás, de forma prática e rápida, pelo site. O cliente deve fazer o pagamento do valor atrasado de uma só vez, ou seja, à vista. 

“Percebemos que o consumidor tem necessidades específicas em relação ao contexto atual, sendo uma delas manter o orçamento em ordem e ao mesmo tempo a necessidade de garantir o fornecimento de gás, já que ele está passando mais tempo em casa. Pensando nisso, criamos o Saldão de Dívida, com condições especiais inéditas por tempo limitado. São descontos progressivos de até 50%, sem multas e juros adicionais, que vão facilitar a quitação de dívida antigas do cliente”, afirma Maria Fernanda De Paoli, Head de Mercado da Comgás.

Como renegociar? Para os clientes interessados em quitar seus débitos, a companhia criou uma página exclusiva no www.comgas.com.br/saldaodedivida. No processo, o cliente deve ter em mãos o CPF ou código de usuário. 

Serviço
Saldão de Dívida Comgás
Quando: 03 a 30/11 

Local de atendimento:

Site: www.comgas.com.br/saldaodedivida

Sobre a Comgás A Comgás possui mais de 17 mil quilômetros de rede de distribuição de gás natural encanado em 90 municípios, abastecendo os segmentos industrial, comercial, residencial e automotivo, além de viabilizar projetos de cogeração e disponibilizar gás para usinas de termogeração.

Com fornecimento ininterrupto e atendimento 24h, a companhia atende mais de 2 milhões de clientes em sua área de concessão no Estado de São Paulo: a Região Metropolitana de São Paulo, a Região Administrativa de Campinas, a Baixada Santista e o Vale do Paraíba. 

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Economia

Pacote de 5 kg de arroz tem variação de 71%, aponta pesquisa do Procon

Portal Hortolândia

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Pesquisa do Núcleo de Inteligência e Pesquisas do Procon-SP, em convênio com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), revelou que o preço médio do pacote de 5 kg de arroz em fevereiro deste ano, antes de ser decretada a pandemia, custava R$ 12,78. Em outubro (valor apurado até o momento) passou para R$ 21,83, aumento de 71%.

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A maior variação mensal do ano de 2020 ocorreu em setembro, 21% (tomando-se como base o mês de agosto/20). O pacote que custava R$ 16,87 em agosto passou para R$ 20,25 em setembro. A pesquisa foi realizada em 40 supermercados distribuídos nas cinco regiões do município de São Paulo e abrange 39 itens dos grupos de alimentos, higiene pessoal e limpeza doméstica.

Como o levantamento leva em consideração a média dos preços mínimos encontrados, o valor está longe da realidade constatada pelas equipes de fiscalização do Procon-SP. Em operação realizada em todo o estado para coibir preços abusivos de produtos da cesta básica, dentre eles o arroz, na capital paulista o pacote de 5kg de arroz tipo 1 chegou a ser encontrado por R$ 32,16 e no interior, R$ 36,79.

Em todo o estado, 625 estabelecimentos foram notificados por fiscais do Procon-SP a apresentar notas fiscais de compra e venda de itens da cesta básica como arroz, óleo de soja e carnes vermelhas e, caso seja identificado um aumento desproporcional nos valores, responderão a processo administrativo, podendo ser multados.

“Embora não exista tabelamento de preço é inadmissível que fornecedores queiram abusar e aumentar desproporcionalmente seus lucros em plena pandemia”, afirma o diretor executivo do Procon-SP, Fernando Capez.

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