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Economia

Calendário saque emergencial FGTS

Redação

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A Caixa Econômica Federal libera nesta segunda-feira(27) novos saques do FGTS para trabalhadores nacidos em maio. Os pagamentos serão feitos em poupança social digital da Caixa e, em um primeiro momento, os recursos estarão disponíveis apenas para pagamentos e compras por meio de cartão de débito virtual.

O saque em espécie ou transferências, também dos aniversariantes de maio, estão liberados a partir de 19 de setembro.

Essa nova liberação do saque do FGTS se deu em razão da pandemia do novo coronavírus, que afetou as atividades econômicas e a renda dos trabalhadores.

Calendário saque emergencial FGTS

Mês de nascimentoCrédito em contaSaque ou transferência
Janeiro29 de junho25 de julho
Fevereiro6 de julho8 de agosto
Março13 de julho22 de agosto
Abril20 de julho5 de setembro
Maio27 de julho19 de setembro
Junho3 de agosto3 de outubro
Julho10 de agosto17 de outubro
Agosto24 de agosto17 de outubro
Setembro31 de agosto31 de outubro
Outubro8 de setembro31 de outubro
Novembro14 de setembro14 de novembro
Dezembro21 de setembro14 de novembro
Fonte: Caixa Econômica Federal

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Economia

Tarifa Branca pode fazer consumidor economizar dinheiro com a conta de luz, entenda

Portal Hortolândia

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A Tarifa Branca é uma norma regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que entrou em vigor a partir de janeiro de 2018. O objetivo da nova regulamentação é oferecer aos consumidores um novo regime de preço, como uma tarifa alternativa baseada na variação do valor da energia conforme o dia e o horário do consumo. Primeiramente, em 2018, essa opção foi oferecida somente aos novos consumidores e clientes com consumo médio superior a 500 kWh/mês nos últimos 12 meses – com exceção dos clientes de baixa renda, de iluminação pública.

Em 2019 ela será oferecida aos clientes com consumo médio superior a 250 kWh/mês nos últimos 12 meses, com exceção dos clientes baixa renda, iluminação pública e faturada na modalidade de pré-pagamento. 

E em 2020 todos os clientes poderão aderir, com exceção dos clientes baixa renda, iluminação púbica e  faturada na modalidade de pré-pagamento.

No novo modelo será considerado o horário do consumo para definir o preço da eletricidade. Os dias úteis ficarão divididos em Horário de Ponta, Horário Intermediário e Horário Fora de Ponta – sendo o Horário de Ponta aquele com maior demanda de energia na área de concessão, ou seja, o mais caro, e o Fora de Ponta, o mais barato.O que quer dizer na prática?


Isso quer dizer que se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da energia no horário Fora de Ponta, diminuindo fortemente o consumo no Horário de Ponta e no Horário Intermediário, a opção pela Tarifa Branca oferece a oportunidade de reduzir o valor pago pela energia consumida. Com exceção dos fins de semana e feriados, quando o valor a ser cobrado é sempre o Fora de Ponta.

Qual perfil se enquadra à nova modalidade?

Para tomar a melhor decisão, é importante lembrar que, antes de optar pela Tarifa Branca, o conhecimento sobre o seu perfil de consumo, seus hábitos de uso da energia ao longo do dia e a comparação entre os valores da Tarifa Branca e a Convencional são fatores determinantes para pagar menos pela energia consumida.

Dessa forma, se optar pela nova tarifa, o consumidor deverá ser disciplinado no gerenciamento de seu consumo, pois só assim a economia na conta será possível. Por isso, caso o consumo de energia nos horários de Ponta e Intermediário não seja evitado, a adesão à Tarifa Branca irá resultar em uma conta de luz mais alta. Nessa situação, é mais vantajoso continuar utilizando a tarifa convencional.

Esses novos horários – de Ponta, Intermediário e Fora de Ponta – são definidos pela ANEEL nas Revisões Tarifárias Periódicas de cada distribuidora.

​​Como aderir à Tarifa Branca?​


A solicitação da mudança de tarifa é opcional e estará liberada a partir do dia 1º de janeiro de 2020 para todos os clientes*. Para os consumidores do Grupo CPFL, a adesão deve ser realizada, gratuitamente, nas agências de atendimento da empresa, redes credenciadas ou pelo site https://servicosonline.cpfl.com.br/agencia-webapp/#/migracao-tarifaria

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Economia

Retomada das viagens e atividades turísticas são oportunidades para reativar economia

Redação

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A retomada das viagens e da atividade turística será uma grande oportunidade para reativar a máquina econômica que movimenta mais de 10% do PIB de São Paulo e que foi duramente afetada em mais de seis meses de pandemia com a restrição aos hotéis, o cancelamento de voos e a paralisação de atrativos de lazer. Um estudo liderado pelo Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo, em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA), da Universidade de São Paulo, mapeou a poupança de viagem acumulada durante a pandemia que pode ser gasta no próprio estado nos próximos meses: R$ 13,1 bilhões.

Os economistas consideraram o valor da poupança reservada para viagens antes do início da pandemia (R$ 6,1 bilhões), acrescentaram os depósitos na poupança durante a quarentena mais R$ 4,4 bilhões, acumulada entre março e agosto desse ano, e incluíram um percentual chamado de “efeito de fidelização”, que é o valor que será gasto em viagens de retorno aos destinos paulistas durante o período de retomada (R$ 2,6 bilhões). “Os viajantes ainda estão inseguros para encarar destinos mais longínquos, com voos demorados e situações desconhecidas. São Paulo oferece inúmeras opções de viagens de proximidade, todas alinhadas aos protocolos de segurança, privilegiando o contato com a natureza e o distanciamento social”, afirma Vinicius Lummertz, secretário de Turismo do estado.

A análise também apontou que as viagens pelo estado durante a retomada poderiam recuperar os empregos perdidos desde o início da pandemia (138 mil) até o mês de novembro de 2021. Na distribuição ao longo dos próximos meses, seriam 71 mil empregos retomados até o fim desse ano, sendo 36,4 mil pelo movimento orgânico, natural, de retomada do turismo e outros 34,6 mil gerados por esta retenção de turistas que viajariam pelo Estado; e o restante no ano de 2021. “O potencial de recuperação de empregos tende a ser maior este ano por conta da demanda aprisionada. Ao longo do próximo ano, passam a ser incorporadas de forma orgânica com o retorno natural da confiança”, afirma o secretário.

Para manter em São Paulo o turista paulista, a Setur aposta em um amplo reforço de campanhas promocionais com foco no turismo de proximidade, que destaca os municípios localizados a distâncias de até 200 Km do viajante; além do estímulo a novos roteiros que privilegiem atividades ao ar livre e atrativos de natureza. De acordo com dados recentes divulgados pelo CIET, o retorno do turismo deve acontecer com viagens rodoviárias, por períodos curtos e destinos a até três horas de deslocamento. As três regiões turísticas que deverão se recuperar mais rápido são: Baixada Santista, Campinas/Circuito das Águas e Vale do Paraíba/Mantiqueira/Litoral Norte.

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Economia

Gasolina sobe 4% nas refinarias, anuncia Petrobras

Portal Hortolândia

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gasolina

O preço do litro da gasolina vendida nas refinarias às empresas distribuidoras foi reajustado em 4% pela Petrobras. O novo valor foi anunciado pela estatal nesta terça-feira (22) e vale a partir desta quarta-feira (23). O diesel não sofreu reajuste.

Segundo o último levantamento semanal disponibilizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 16 e 22 de agosto, o preço médio da gasolina comum no país era, na semana pesquisada, de R$ 4,268. O diesel S-500, de R$ 3,374. O etanol, de R$ 2,782. E o gás de cozinha, de R$ 70,05, para o botijão de 13 kg. A ANP está reformulando o sistema de coleta de preços, que deverá ser atualizado em breve, incluindo até 6 mil postos de combustíveis em todo o país.

Além da alta do dólar, o preço do petróleo reflete o mercado internacional do produto, o que influencia o valor praticado no país. Os preços são referentes ao valor vendido para as distribuidoras a partir das refinarias. O valor final ao motorista dependerá do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra.

“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a estatal.

Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis.”

fonte ebc

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