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Economia

Chuveiro eletrônico pode trazer muita economia para sua casa

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O funcionamento do chuveiro eletrônico se dá de modo diferente do equivalente elétrico. O controle de temperatura é precisamente regulável e independe do volume de água expelido pelo aparelho.

Este controle permite também fazer economia no consumo de energia, pois será utilizada somente a capacidade da potência que for necessária para aquecer a água.

Um fator positivo na hora de escolher uma ducha eletrônica, é a possibilidade que algumas marcas oferecem para alinhar a economia e a sustentabilidade.

As novas duchas eletrônica que existentes no mercado são projetadas para economizar energia ajudando o meio ambiente e de quebra gastar menos com a sua conta de luz, algumas ainda possuem controle no fluxo de água o que também representa economia na conta de água.

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Economia

Tarifa Branca pode fazer consumidor economizar dinheiro com a conta de luz, entenda

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A Tarifa Branca é uma norma regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que entrou em vigor a partir de janeiro de 2018. O objetivo da nova regulamentação é oferecer aos consumidores um novo regime de preço, como uma tarifa alternativa baseada na variação do valor da energia conforme o dia e o horário do consumo. Primeiramente, em 2018, essa opção foi oferecida somente aos novos consumidores e clientes com consumo médio superior a 500 kWh/mês nos últimos 12 meses – com exceção dos clientes de baixa renda, de iluminação pública.

Em 2019 ela será oferecida aos clientes com consumo médio superior a 250 kWh/mês nos últimos 12 meses, com exceção dos clientes baixa renda, iluminação pública e faturada na modalidade de pré-pagamento. 

E em 2020 todos os clientes poderão aderir, com exceção dos clientes baixa renda, iluminação púbica e  faturada na modalidade de pré-pagamento.

No novo modelo será considerado o horário do consumo para definir o preço da eletricidade. Os dias úteis ficarão divididos em Horário de Ponta, Horário Intermediário e Horário Fora de Ponta – sendo o Horário de Ponta aquele com maior demanda de energia na área de concessão, ou seja, o mais caro, e o Fora de Ponta, o mais barato.O que quer dizer na prática?


Isso quer dizer que se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da energia no horário Fora de Ponta, diminuindo fortemente o consumo no Horário de Ponta e no Horário Intermediário, a opção pela Tarifa Branca oferece a oportunidade de reduzir o valor pago pela energia consumida. Com exceção dos fins de semana e feriados, quando o valor a ser cobrado é sempre o Fora de Ponta.

Qual perfil se enquadra à nova modalidade?

Para tomar a melhor decisão, é importante lembrar que, antes de optar pela Tarifa Branca, o conhecimento sobre o seu perfil de consumo, seus hábitos de uso da energia ao longo do dia e a comparação entre os valores da Tarifa Branca e a Convencional são fatores determinantes para pagar menos pela energia consumida.

Dessa forma, se optar pela nova tarifa, o consumidor deverá ser disciplinado no gerenciamento de seu consumo, pois só assim a economia na conta será possível. Por isso, caso o consumo de energia nos horários de Ponta e Intermediário não seja evitado, a adesão à Tarifa Branca irá resultar em uma conta de luz mais alta. Nessa situação, é mais vantajoso continuar utilizando a tarifa convencional.

Esses novos horários – de Ponta, Intermediário e Fora de Ponta – são definidos pela ANEEL nas Revisões Tarifárias Periódicas de cada distribuidora.

​​Como aderir à Tarifa Branca?​


A solicitação da mudança de tarifa é opcional e estará liberada a partir do dia 1º de janeiro de 2020 para todos os clientes*. Para os consumidores do Grupo CPFL, a adesão deve ser realizada, gratuitamente, nas agências de atendimento da empresa, redes credenciadas ou pelo site https://servicosonline.cpfl.com.br/agencia-webapp/#/migracao-tarifaria

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Economia

Retomada das viagens e atividades turísticas são oportunidades para reativar economia

Redação

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A retomada das viagens e da atividade turística será uma grande oportunidade para reativar a máquina econômica que movimenta mais de 10% do PIB de São Paulo e que foi duramente afetada em mais de seis meses de pandemia com a restrição aos hotéis, o cancelamento de voos e a paralisação de atrativos de lazer. Um estudo liderado pelo Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo, em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA), da Universidade de São Paulo, mapeou a poupança de viagem acumulada durante a pandemia que pode ser gasta no próprio estado nos próximos meses: R$ 13,1 bilhões.

Os economistas consideraram o valor da poupança reservada para viagens antes do início da pandemia (R$ 6,1 bilhões), acrescentaram os depósitos na poupança durante a quarentena mais R$ 4,4 bilhões, acumulada entre março e agosto desse ano, e incluíram um percentual chamado de “efeito de fidelização”, que é o valor que será gasto em viagens de retorno aos destinos paulistas durante o período de retomada (R$ 2,6 bilhões). “Os viajantes ainda estão inseguros para encarar destinos mais longínquos, com voos demorados e situações desconhecidas. São Paulo oferece inúmeras opções de viagens de proximidade, todas alinhadas aos protocolos de segurança, privilegiando o contato com a natureza e o distanciamento social”, afirma Vinicius Lummertz, secretário de Turismo do estado.

A análise também apontou que as viagens pelo estado durante a retomada poderiam recuperar os empregos perdidos desde o início da pandemia (138 mil) até o mês de novembro de 2021. Na distribuição ao longo dos próximos meses, seriam 71 mil empregos retomados até o fim desse ano, sendo 36,4 mil pelo movimento orgânico, natural, de retomada do turismo e outros 34,6 mil gerados por esta retenção de turistas que viajariam pelo Estado; e o restante no ano de 2021. “O potencial de recuperação de empregos tende a ser maior este ano por conta da demanda aprisionada. Ao longo do próximo ano, passam a ser incorporadas de forma orgânica com o retorno natural da confiança”, afirma o secretário.

Para manter em São Paulo o turista paulista, a Setur aposta em um amplo reforço de campanhas promocionais com foco no turismo de proximidade, que destaca os municípios localizados a distâncias de até 200 Km do viajante; além do estímulo a novos roteiros que privilegiem atividades ao ar livre e atrativos de natureza. De acordo com dados recentes divulgados pelo CIET, o retorno do turismo deve acontecer com viagens rodoviárias, por períodos curtos e destinos a até três horas de deslocamento. As três regiões turísticas que deverão se recuperar mais rápido são: Baixada Santista, Campinas/Circuito das Águas e Vale do Paraíba/Mantiqueira/Litoral Norte.

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Economia

Gasolina sobe 4% nas refinarias, anuncia Petrobras

Portal Hortolândia

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gasolina

O preço do litro da gasolina vendida nas refinarias às empresas distribuidoras foi reajustado em 4% pela Petrobras. O novo valor foi anunciado pela estatal nesta terça-feira (22) e vale a partir desta quarta-feira (23). O diesel não sofreu reajuste.

Segundo o último levantamento semanal disponibilizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 16 e 22 de agosto, o preço médio da gasolina comum no país era, na semana pesquisada, de R$ 4,268. O diesel S-500, de R$ 3,374. O etanol, de R$ 2,782. E o gás de cozinha, de R$ 70,05, para o botijão de 13 kg. A ANP está reformulando o sistema de coleta de preços, que deverá ser atualizado em breve, incluindo até 6 mil postos de combustíveis em todo o país.

Além da alta do dólar, o preço do petróleo reflete o mercado internacional do produto, o que influencia o valor praticado no país. Os preços são referentes ao valor vendido para as distribuidoras a partir das refinarias. O valor final ao motorista dependerá do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra.

“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a estatal.

Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis.”

fonte ebc

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