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Economia

Pesquisa ProconSP mostra diferença de mais de 300% no material escolar

Portal Hortolândia

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Pesquisa da Fundação ProconSP constatou diferenças de preços de mais de 300% nos itens de material escolar. A maior diferença encontrada em termos percentuais foi de 333% na borracha látex branca da Faber Castell, que em um estabelecimento foi encontrado por R$ 2,60 e no outro por R$ 0,60. Em números absolutos, a maior diferença, de R$ 35,40, foi registrada na caneta hidrográfica Pilot 850L Junior 12 cores. Em um estabelecimento era vendida por R$ 59,90 e em outro, por R$ 24,50.

Segundo a especialista em defesa do consumidor do ProconSP Valéria Garcia, este ano as diferenças continuam muito elevadas. “Principalmente nos itens menores, onde o consumidor não percebe essa diferença. A maior diferença que encontramos foi numa borracha, no entanto, a gente também encontra diferenças significativas em itens maiores como cadernos, por exemplo”.

A pesquisa de material escolar, realizada pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisa da Escola de Proteção e Defesa do Consumidor, tem como objetivo oferecer referências de preço por meio dos preços médios obtidos. Foram coletados preços de apontador, borracha, caderno, canetas esferográfica e hidrográfica, colas em bastão e líquida, fita corretiva, giz de cera, lápis preto e colorido, lapiseira, marca texto, massa de modelar, papel sulfite, pintura a dedo, refil para fichário, régua e tesoura escolar nos dias 9, 10 e 11 de dezembro último, em oito estabelecimentos comerciais do município de São Paulo.

Os melhores preços – menores ou iguais aos preços médios obtidos – foram encontrados nas lojas pesquisadas da zona norte da capital. Após comparação de 126 produtos comuns entre as pesquisas realizadas neste ano e no ano passado, constatou-se, em média, acréscimo de 3,71% no preço desses itens. O IPC-SP (Índice de Preços ao Consumidor de São Paulo) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), referente ao período, registrou variação de 3,50%.

Dicas

A Fundação Procon recomenda aos consumidores, antes de ir às compras, verificar quais dos produtos da lista de material o consumidor já possui em casa e, ainda, se estão em condição de uso, evitando assim compras desnecessárias. Outra dica é promover a troca de livros didáticos entre estudantes, o que também garante economia.

De acordo com a pesquisadora Valéria Garcia, os livros didáticos são os itens que mais encarecem o material escolar. “Mas, dentro da nossa pesquisa [que não fez o levantamento dos livros didáticos] são os cadernos, porque é uma quantidade grande, têm um preço alto e geralmente as crianças e os adolescentes querem os cadernos mais caros”.

Lista

Na lista de material, as escolas não podem exigir a aquisição de qualquer item escolar de uso coletivo, como materiais de escritório, de higiene ou limpeza, por exemplo, conforme determina a Lei nº 12.886 de 26 de novembro de 2013. Também não podem exigir a aquisição de produtos de marca específica.

“Se for material de insumo da escola, que será usado na administração, geralmente não pode, mas se for um material que o aluno vai usar em sala de aula, individualmente, ou em grupo, a escola pode pedir. A gente sempre fala para os pais questionarem a escola se virem na lista material de limpeza. Questionarem a escola ‘vai ser usado em que?’. Por exemplo, pode ser pedido uma escova de dente e pasta dental para ensinar a higiene bucal, ou seja, se for para fins pedagógicos tudo bem, se não for, de forma alguma podem pedir para os pais”, alerta Valéria.

Alguns itens de uso escolar, como lápis, borracha, apontador, compasso, régua, lápis de cor, de cera, cola, caneta, massa de modelar, tinta guache, tesoura entre outros, só podem ser comercializados se apresentarem o selo do Inmnetro. A certificação é obrigatória e garante a qualidade e segurança do produto para uso dos estudantes. Os produtos importados devem seguir as mesmas recomendações dos nacionais, com informações em língua portuguesa.

Alguns estabelecimentos concedem bons descontos para compras em grandes quantidades. Nesse caso, a pesquisadora recomenda efetuar compras coletivas.

O ProconSP alerta ainda que na hora de pagar o material, o consumidor deve sempre verificar se o estabelecimento pratica preço diferenciado em função do meio de pagamento – dinheiro, cheque, cartão de débito, cartão de crédito.

Confira as dicas para a compra do material elaborado pelo Procon no site.

A pesquisa completa pode ser vista no site.

Economia

Será o fim do dinheiro em papel no Brasil?

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Dinheiro

O Banco Central, com o objetivo de facilitar e agilzar transferências e pagamentos entre pessoas, órgãos e empresas, lançou na quarta-feira (19), um novo sistema de pagamentos e transferências instantâneas, o PIX.

Agora, as transações serão feitas de maneira segura e célere, sem limite de horário e com recebimento automático em menos de 10 segundos. Por meio do PIX será possível enviar e receber quantias a partir de diversos meios em tempo real. O sistema estará disponível a partir de novembro.

O PIX chega como alternativa para efetuar transações, além dos modelos já existentes, como DOC, TED, cheque, boleto e cartões. Os pagamentos e transferências instantâneas poderão ser feitos a partir do uso de informações simples, como CPF, CNPJ, e-mail ou número de celular, e também com o uso de QR Codes.

Um exemplo da utilização dos QR Codes seria no transportes públicos, onde o passageiro embarcaria no ônibus e na hora de atravessar a catraca leria o QR Code fixado, realizando o pagamento.

ITAU LANÇA O ITI

O Banco Itaú lançou o aplicativo ITI que já funciona no modelo do PIX. Com ele é possível fazer pagamentos. receber e transferir valores através do aplicativo do celular.

Ela inova em funcionalidades como o pagamento via QR Code e a ausência de cobrança de taxas em transferências. E não precisa ser correntista do Itaú para utilizar o aplicativo.

No aplicativo é possível cadastrar o cartão de crédito ou fazer depósitos para ter saldo em conta.

baixe agora o app e embarque nessa!

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Brasil

Caixa lança nova linha de crédito imobiliário com taxa de juros fixa

Redação

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A Caixa Econômica Federal começa nesta sexta-feira(21) uma nova linha de crédito para a casa própria com taxa de juros fixa.

A nova modalidade de crédito terá taxa de juros de 8% até 9,75% ao ano, válida para imóveis residenciais novos e usados. Poderá ser financiado até 80% do imóvel.

O cliente poderá escolher entre sistemas de amortização SAC, para contratos de até 360 meses, e Price, para financiamentos em até 240 meses.

“Não estamos mais limitados somente às linhas de crédito imobiliário atualizadas pela TR”, afirma o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães. “Em 2019 inovamos com a linha de crédito atualizada pelo IPCA e agora, com o lançamento do crédito com taxa fixa, estamos revolucionando o mercado imobiliário no país. É uma nova alternativa para o cliente que busca financiar seu imóvel sabendo quanto vai pagar da primeira à última prestação”, esclarece.

O anuncio da nova modalidade de crédito foi feito na noite desta quinta-feira(20), em evento no Palácio do Planalto.

Saiba mais em https://caixanoticias.caixa.gov.br/

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Economia

Conta de luz não terá cobrança extra em fevereiro

Portal Hortolândia

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou hoje (31) que a bandeira tarifária no mês de fevereiro será verde, ou seja, não haverá custo extra na conta de luz para os consumidores.

Segundo a agência, o mês deverá ser chuvoso nas áreas onde estão localizados os principais reservatórios das hidrelétricas e o custo de geração de energia será menor. Dessa forma, não haverá necessidade de acionamento das usinas termoelétricas, que custam mais para gerar energia. 

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).

As bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior e a verde, o menor.

Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

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Max Milhas