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Campinas Tech Talents oferece 1 mil bolsas para formação básica em programação

Portal Hortolândia

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Após formação básica, 300 bolsistas serão selecionados para participarem efetivamente do programa, podendo escolher dentre 10 trilhas de formação. Online e gratuita, iniciativa traz possibilidade de contratação por empresas da RMC.

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Sabendo que a demanda por formação de mão-de-obra técnica para as empresas de tecnologia será cada vez maior, a Share RH, o Campinas Tech e a Novo Futuro Tech se uniram para criar o Campinas Tech Talents, programa voltado para a formação e qualificação profissional de pessoas desenvolvedoras nas principais linguagens de programação demandas pelo mercado. Totalmente online e gratuita, a iniciativa será dividida em três etapas principais, a começar pela seleção de 1 mil participantes que receberão bolsas para formação básica em programação pela Digital Innovation One.

Finalizada a etapa I, 300 bolsistas serão selecionados para participarem efetivamente do Campinas Tech Talents, podendo escolher dentre 10 Trilhas de Formação em Linguagens de Programação, que serão promovidas pelas empresas apoiadoras do programa, como ABInBev, Sensedia, Performa_IT, Assertiva e Enforce Community. Vale destacar que serão alocados 30 participantes por trilha.

Após a formação, os 300 selecionados poderão participar de uma Trilha de Soft Skills, em que habilidades comportamentais serão desenvolvidas e orientadas por especialistas em desenvolvimento humano. Ao final, as empresas apoiadoras das trilhas realizarão processos seletivos com os participantes, havendo a possibilidade de contratações.

Omar Branquinho, Presidente do Campinas Tech, comunidade criativa para fomento e sustentabilidade do processo empreendedor de longo prazo, reforça que o Campinas Tech Talents surgiu para impactar o ecossistema, capacitando pessoas que, muitas vezes, tinham perspectivas muito mais modestas para suas carreiras. “É importante nos unirmos como sociedade civil para criarmos alternativas de formação de talentos nas áreas de tecnologia, abastecendo assim o mercado e causando o impacto social que queremos provocar não só na nossa região, mas também no mundo”, disse.

Quem complementa a visão de Branquinho é Luiz Drouet, sócio-fundador da Share RH, empresa especializada em recrutamento e seleção e projetos com foco em gestão de pessoas. Segundo ele, o município de Campinas (SP) sempre atraiu investimentos por conta do elevado nível do seu capital humano. No entanto, com o crescimento exponencial da demanda de profissionais na área de tecnologia e a oferta ainda muito limitada, a região vem sofrendo com alguns gargalos que travam o crescimento de empresas do setor, bem como o empreendedorismo. “Diversas iniciativas precisarão ser criadas para requalificar ou qualificar profissionais para esta área e o Campinas Tech Talents tem potencial enorme de contribuição nesse processo”, pontuou.

Sergio Victor, Presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da ALESP e Idealizador do Novo Futuro Tech, lembra que há estudos que mostram que haverá um gargalo de 10 milhões de profissionais de TI no Brasil até 2030, se nada for feito. As perspectivas reforçam a importância de iniciativas como o Campinas Tech Talents e o próprio Novo Futuro Tech, movimento criado para capacitar novos profissionais nas áreas de TI e programação. “O Novo Futuro Tech nasceu para conectar diferentes comunidades pelo Estado de São Paulo, para resolução de problemas comuns: formar profissionais, suprir demanda de empresas de tecnologia e favorecer a inovação no país”, finalizou.

Como participar do Campinas Tech Talents

Para concorrer a uma bolsa de formação no Campinas Tech Talents, os candidatos não precisam ter qualquer conhecimento prévio em programação. Os únicos requisitos do programa são:

·         Ter no mínimo 16 anos até janeiro de 2021;

·         Ter concluído o ensino médio até dezembro de 2020 ou matrícula ativa no ensino médio no ano de 2021;

·         Acesso à internet para a realização da formação básica da Digital Innovation One e, posteriormente, participar das trilhas de formação do programa;

·         Disponibilidade no período noturno, de segunda a sexta-feira, nos meses de janeiro e fevereiro;

·         Disponibilidade aos sábados de janeiro a fevereiro de 2021;

·         Participar de no mínimo 75% das aulas de formação.

As inscrições para a primeira etapa do Campinas Tech Talents já estão abertas e poderão ser feitas até o dia 20 de novembro, no site http://campinas.tech/campinas-tech-talents, onde também é possível conferir o cronograma completo da iniciativa.

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Como ficam as férias coletivas em 2020?

Redação

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O ano de 2020 foi muito atípico em todos os sentidos. Com a pandemia, milhares de empresas anteciparam as férias coletivas. Agora, é normal ficar aquela pergunta entalada na garganta de muitos trabalhadores: será que vamos parar?

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A Medida Provisória (MP) 927/2020, editada em março por causa do isolamento social, perdeu a validade em julho. Com isso, as regras previstas no texto, como a flexibilização das férias, prescreveram. Sendo assim, a concessão de férias individuais e coletivas deve ser feita da maneira regular, como consta na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Agora, as férias individuais devem ser comunicadas com, no mínimo, 30 dias de antecedência, podendo ser divididas em até três períodos – desde que um dos ciclos contemple, pelo menos, 14 dias corridos, e os demais não sejam inferiores a cinco dias. Vale lembrar que, embora a decisão sobre as férias pertença ao empregador, o fracionamento em três períodos precisa de consentimento do empregado.

Com a prescrição da MP, não é mais possível conceder férias antes do seu vencimento. Ou seja, é necessário que o funcionário tenha 12 meses de trabalho completos para ter direito ao benefício. Durante a MP, era possível antecipar até férias não vencidas. O adicional de um terço sobre as férias e o abono pecuniário – que consiste em vender um terço dos dias de descanso – devem ser pagos normalmente.

Já as férias coletivas precisam ser comunicadas com, no mínimo, 15 dias de antecedência. Durante a MP, esse prazo era de apenas dois dias, dada a situação emergencial. A empresa que optar pelas férias coletivas deve comunicar o sindicato que representa os trabalhadores e o órgão local do Ministério da Economia com o mesmo prazo de antecedência. No caso das Microempresas (MEs) e Empresas de Pequeno Porte (EPPs), não é necessário fazer nenhum comunicado a órgãos competentes.

As férias coletivas são obrigatórias, e não opcionais. Portanto, o empregador é quem decide quando o colaborador irá tirar férias. Elas podem abranger toda a empresa ou apenas alguns departamentos. No entanto, não é possível dar férias coletivas apenas para um grupo de pessoas aleatoriamente, visando apenas a redução e a não total paralisação de determinada atividade.

Assim como férias individuais, as coletivas podem ser concedidas em dois períodos distintos. Cada período deve ser de no mínimo dez dias e no máximo de trinta dias. Já o funcionário que estiver há menos de 12 meses na empresa, deve desfrutar de férias proporcionais ao seu tempo de trabalho, iniciando-se, em seguida, uma nova contagem. Se o período de férias proporcional for menor que o período de férias coletivas, a diferença deve ser registrada como licença remunerada. Se for maior, o saldo de férias deverá ser utilizado até o término do novo período aquisitivo de férias. Se duas férias ficarem vencidas, a empresa passa a ter pagar o dobro ao funcionário.

Outro aspecto bastante particular nas férias coletivas desse ano é quanto à suspensão do contrato de trabalho. Quem ficou três meses afastado, por exemplo, perdeu a contagem desse período para o direito às férias. O mesmo acontece em relação ao 13º salário, que será menor para quem teve o contrato suspenso. Já para quem teve apenas redução de jornada, nada muda. Cabe destacar que o contrato de suspensão tem que ter sido documentado. Em contabilidade, nada pode ficar apenas no boca a boca.

Regina Fernandes é perita contábil, trainer em gestão, mentora e responsável técnica da Capital Social, escritório de contabilidade com 10 anos de atuação que tem como objetivo facilitar o dia a dia do empreendedor. Localizado na cidade de São Paulo, atende PMEs do Brasil inteiro por meio de uma metodologia de contabilidade consultiva, efetiva e digital. 

Sobre a Capital Social 
https://capitalsocial.cnt.br/ 

A Capital Social é um escritório de contabilidade com 10 anos de atuação que tem como objetivo proporcionar informação e conhecimento para que o empresário possa desenvolver a sua empresa e reduzir os riscos fiscais, legais e trabalhista. 

Por Regina Fernandes

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Pelo terceiro mês consecutivo, Hortolândia mantém saldo positivo na geração de emprego

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De acordo com a Prefeitura de Hortolândia, foram abertos em setembro 222 novos postos de trabalho, e a cidade mantém o saldo positivo na geração de emprego pelo terceiro mês consecutivo. Desde julho, já foram registrados 836 novos postos de trabalho. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

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Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Inovação, da Prefeitura de Hortolândia, o saldo positivo é reflexo da retomada consciente das atividades econômicas no município, além das constantes ações em busca de novas empresas, investimento em infraestrutura, qualificação profissional e incentivo ao empreendedorismo.

Para atrair novas empresas, a Administração Municipal oferece benefícios por meio do Proemph (Programa Municipal de Incentivo Empresarial de Hortolândia), que oferece incentivos fiscais, intermediação de mão de obra qualificada, vantagem logística, monitoramento da emissão de licenças municipais e estaduais, alvará de construção, entre outras necessidades para atrair e garantir novos investidores para a cidade.

Hortolândia tem grande capacidade de atração de investimentos, o que pode ser constatado pelo crescente número de instalação de empresas no município. De acordo com a base de dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que utiliza informações da Receita Federal, o número total de estabelecimentos na cidade praticamente triplicou, desde 2018, totalizando, em 2020, 8.814 estabelecimentos, o que representa um constante crescimento e desenvolvimento do município. Nos dados divulgados pela Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), somente no mês de agosto, foi registrada a abertura de 61 novas empresas.

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RMC gera 6.520 postos de trabalho em setembro

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Informações do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) representam um aumento de 663,47%, quando comprados os dados são comparados aos empregos gerados no mesmo mês de 2019.

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A Região Metropolitana de Campinas (RMC) gerou 6.520 postos de trabalho, em setembro de 2020, dos quais 1.935 em Campinas. Na RMC, a variação foi de 663,47%, quando os dados são comparados aos 854 postos gerados em 2019. Já em Campinas, a expansão foi de 349%, considerando os 441 postos de trabalho criados setembro de 2019. Na opinião do economista Laerte Martins, diretor da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACI), os dados de setembro de 2020 mostram, mais uma vez, a boa recuperação dos empregos regionais.

“Acreditamos que os números de setembro, tenham um efeito positivo sobre a taxa de desemprego no mercado formal que deverá se reduzir em até 1%, chegando próximo aos 12% em Campinas e Região. Em nível nacional tivemos também uma elevação na criação de postos de trabalho, que deve reduzir a taxa de desemprego daqui para frente, combatendo o nefasto efeito da pandemia da Covid-19 na economia nacional. No Brasil, foram gerados 313.564 postos de trabalho em setembro de 2020, com a admissão de 1.379.509 e a demissão e 1.065.945 trabalhadores.

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