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Empregos

Veja como a redução da jornada de trabalho impacta no seu salário

Portal Hortolândia

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Medida provisória que permite o corte no salário e redução no horário de trabalho foi editada para ajudar as empresas a enfrentarem os efeitos da Covid-19 na economia.

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Quando investimos o nosso dinheiro, o que esperamos é que ele renda bastante, ainda mais nessa época de crise econômica e na saúde por conta do novo coronavírus. O problema é que na maioria dos casos, quando isso acontece, esse ganho é tributável. Ou seja, é pago uma quantia ao Governo Federal na forma de Imposto de Renda como forma de contribuição.

Para facilitar esse pagamento, o Darf online é um documento utilizado para a dedução e pagamento dos impostos em operações realizadas na Bolsa de Valores (ações, opções, fundos imobiliários, contratos futuros, entre outros).

Além de realizar a correta quitação de impostos, também é importante se atentar em algumas modificações nas leis realizadas pelo Governo Federal em meio a esse cenário delicado de crise. 

Assim, foi criado o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que possibilita que as empresas façam uma adaptação da carga horária e os salários dos contratos de forma temporária. 

O governo informou que mais de 1 milhão de trabalhadores já tiveram a jornada e o salários reduzidos ou contratos de trabalho suspensos. Isso revela que muitos profissionais já tiveram os seus contratos de trabalho reorganizados de forma coletiva ou individual, a fim de garantir à empresa um alívio econômico durante o período da crise para que elas consigam se manter.

Como funciona a redução do salário

Em momentos de instabilidade econômica como o que enfrentamos atualmente devido ao surto de Covid-19 é imprescindível conhecer seus direitos. Em relação à redução de salário ou da jornada de trabalho, o período pode se estender por no máximo 90 dias. 

Já o cancelamento de contratos trabalhistas pode ocorrer por até 60 dias. Nesse caso, os colaboradores afetados terão a renda restituída, como se recebessem uma parcela do seguro-desemprego, diminuindo os prejuízos. 

O pagamento dessa parcela deverá ser realizado dentro de um prazo de até 30 dias, iniciados a partir da data do acordo individual ou coletivo. O resto do pagamento deverá ocorrer normalmente, de acordo com o que foi afirmado previamente, com o dinheiro sendo depositado diretamente na conta do trabalhador. 

Caso não haja nenhuma conta em nome do colaborador, o pagamento deverá ser feito através de uma conta digital aberta pelo Ministério da Economia, junto à Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil. 

Regras para a redução do salário

A redução do salário deverá acompanhar proporcionalmente a redução da jornada de trabalho durante a pandemia. Dessa forma, aqueles tiverem, por exemplo, 50% de redução na jornada de trabalho, receberão apenas 50% do valor do seguro desemprego. 

Em outros casos, como a suspensão do contrato, o governo se compromete a pagar 100% do valor só seguro desemprego ao qual o trabalhador teria direito. Esse cenário só é válido para empresas com o faturamento anual máximo de R$ 4,8 milhões 

Percentual do seguro desemprego

A empresa ao reduzir o salário do trabalhador em 50% passa para o governo a responsabilidade de realizar o pagamento dos outros 50%, levando em consideração os valores a serem recebidos pelo seguro-desemprego.

Assim, vale prestar atenção: o percentual a ser reduzido é definido de acordo com um limite considerado pelo governo federal junto ao quanto o trabalhador recebe mensalmente:

  • Todos os trabalhadores – até 25%
  • Trabalhadores que recebem valor inferior ou igual a R$ 3.135 – de 50% a 70%

Sendo que os trabalhadores que recebem renda entre 3 salários mínimos e a soma de dois tetos da Previdência Social (R$ 3.135 a R$ 12.202,12), o percentual será definido mediante acordo coletivo com a categoria. As reduções poderão variar de 50% a 70%.

Mas, para quem recebe acima de R$ 12.202,12 e que possui curso superior, determinada pela legislação, o acordo será realizado individualmente e os percentuais de redução serão pactuados entre empregador e empregado, sempre com direito a receber o benefício emergencial.

Atenção: no que diz o secretário especial de Previdência do Ministério da Economia, Bruno Bianco: apesar de o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda ser pago como se paga o seguro-desemprego, não haverá desconto caso o trabalhador seja demitido no futuro.

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Empregos

Pelo terceiro mês consecutivo, Hortolândia mantém saldo positivo na geração de emprego

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De acordo com a Prefeitura de Hortolândia, foram abertos em setembro 222 novos postos de trabalho, e a cidade mantém o saldo positivo na geração de emprego pelo terceiro mês consecutivo. Desde julho, já foram registrados 836 novos postos de trabalho. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

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Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Inovação, da Prefeitura de Hortolândia, o saldo positivo é reflexo da retomada consciente das atividades econômicas no município, além das constantes ações em busca de novas empresas, investimento em infraestrutura, qualificação profissional e incentivo ao empreendedorismo.

Para atrair novas empresas, a Administração Municipal oferece benefícios por meio do Proemph (Programa Municipal de Incentivo Empresarial de Hortolândia), que oferece incentivos fiscais, intermediação de mão de obra qualificada, vantagem logística, monitoramento da emissão de licenças municipais e estaduais, alvará de construção, entre outras necessidades para atrair e garantir novos investidores para a cidade.

Hortolândia tem grande capacidade de atração de investimentos, o que pode ser constatado pelo crescente número de instalação de empresas no município. De acordo com a base de dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que utiliza informações da Receita Federal, o número total de estabelecimentos na cidade praticamente triplicou, desde 2018, totalizando, em 2020, 8.814 estabelecimentos, o que representa um constante crescimento e desenvolvimento do município. Nos dados divulgados pela Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), somente no mês de agosto, foi registrada a abertura de 61 novas empresas.

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Empregos

RMC gera 6.520 postos de trabalho em setembro

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Informações do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) representam um aumento de 663,47%, quando comprados os dados são comparados aos empregos gerados no mesmo mês de 2019.

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A Região Metropolitana de Campinas (RMC) gerou 6.520 postos de trabalho, em setembro de 2020, dos quais 1.935 em Campinas. Na RMC, a variação foi de 663,47%, quando os dados são comparados aos 854 postos gerados em 2019. Já em Campinas, a expansão foi de 349%, considerando os 441 postos de trabalho criados setembro de 2019. Na opinião do economista Laerte Martins, diretor da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACI), os dados de setembro de 2020 mostram, mais uma vez, a boa recuperação dos empregos regionais.

“Acreditamos que os números de setembro, tenham um efeito positivo sobre a taxa de desemprego no mercado formal que deverá se reduzir em até 1%, chegando próximo aos 12% em Campinas e Região. Em nível nacional tivemos também uma elevação na criação de postos de trabalho, que deve reduzir a taxa de desemprego daqui para frente, combatendo o nefasto efeito da pandemia da Covid-19 na economia nacional. No Brasil, foram gerados 313.564 postos de trabalho em setembro de 2020, com a admissão de 1.379.509 e a demissão e 1.065.945 trabalhadores.

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Empregos

Campinas Tech Talents oferece 1 mil bolsas para formação básica em programação

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Após formação básica, 300 bolsistas serão selecionados para participarem efetivamente do programa, podendo escolher dentre 10 trilhas de formação. Online e gratuita, iniciativa traz possibilidade de contratação por empresas da RMC.

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Sabendo que a demanda por formação de mão-de-obra técnica para as empresas de tecnologia será cada vez maior, a Share RH, o Campinas Tech e a Novo Futuro Tech se uniram para criar o Campinas Tech Talents, programa voltado para a formação e qualificação profissional de pessoas desenvolvedoras nas principais linguagens de programação demandas pelo mercado. Totalmente online e gratuita, a iniciativa será dividida em três etapas principais, a começar pela seleção de 1 mil participantes que receberão bolsas para formação básica em programação pela Digital Innovation One.

Finalizada a etapa I, 300 bolsistas serão selecionados para participarem efetivamente do Campinas Tech Talents, podendo escolher dentre 10 Trilhas de Formação em Linguagens de Programação, que serão promovidas pelas empresas apoiadoras do programa, como ABInBev, Sensedia, Performa_IT, Assertiva e Enforce Community. Vale destacar que serão alocados 30 participantes por trilha.

Após a formação, os 300 selecionados poderão participar de uma Trilha de Soft Skills, em que habilidades comportamentais serão desenvolvidas e orientadas por especialistas em desenvolvimento humano. Ao final, as empresas apoiadoras das trilhas realizarão processos seletivos com os participantes, havendo a possibilidade de contratações.

Omar Branquinho, Presidente do Campinas Tech, comunidade criativa para fomento e sustentabilidade do processo empreendedor de longo prazo, reforça que o Campinas Tech Talents surgiu para impactar o ecossistema, capacitando pessoas que, muitas vezes, tinham perspectivas muito mais modestas para suas carreiras. “É importante nos unirmos como sociedade civil para criarmos alternativas de formação de talentos nas áreas de tecnologia, abastecendo assim o mercado e causando o impacto social que queremos provocar não só na nossa região, mas também no mundo”, disse.

Quem complementa a visão de Branquinho é Luiz Drouet, sócio-fundador da Share RH, empresa especializada em recrutamento e seleção e projetos com foco em gestão de pessoas. Segundo ele, o município de Campinas (SP) sempre atraiu investimentos por conta do elevado nível do seu capital humano. No entanto, com o crescimento exponencial da demanda de profissionais na área de tecnologia e a oferta ainda muito limitada, a região vem sofrendo com alguns gargalos que travam o crescimento de empresas do setor, bem como o empreendedorismo. “Diversas iniciativas precisarão ser criadas para requalificar ou qualificar profissionais para esta área e o Campinas Tech Talents tem potencial enorme de contribuição nesse processo”, pontuou.

Sergio Victor, Presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da ALESP e Idealizador do Novo Futuro Tech, lembra que há estudos que mostram que haverá um gargalo de 10 milhões de profissionais de TI no Brasil até 2030, se nada for feito. As perspectivas reforçam a importância de iniciativas como o Campinas Tech Talents e o próprio Novo Futuro Tech, movimento criado para capacitar novos profissionais nas áreas de TI e programação. “O Novo Futuro Tech nasceu para conectar diferentes comunidades pelo Estado de São Paulo, para resolução de problemas comuns: formar profissionais, suprir demanda de empresas de tecnologia e favorecer a inovação no país”, finalizou.

Como participar do Campinas Tech Talents

Para concorrer a uma bolsa de formação no Campinas Tech Talents, os candidatos não precisam ter qualquer conhecimento prévio em programação. Os únicos requisitos do programa são:

·         Ter no mínimo 16 anos até janeiro de 2021;

·         Ter concluído o ensino médio até dezembro de 2020 ou matrícula ativa no ensino médio no ano de 2021;

·         Acesso à internet para a realização da formação básica da Digital Innovation One e, posteriormente, participar das trilhas de formação do programa;

·         Disponibilidade no período noturno, de segunda a sexta-feira, nos meses de janeiro e fevereiro;

·         Disponibilidade aos sábados de janeiro a fevereiro de 2021;

·         Participar de no mínimo 75% das aulas de formação.

As inscrições para a primeira etapa do Campinas Tech Talents já estão abertas e poderão ser feitas até o dia 20 de novembro, no site http://campinas.tech/campinas-tech-talents, onde também é possível conferir o cronograma completo da iniciativa.

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