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Algumas palavras sobre 1xBet — melhor site de apostas

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O que você sabe sobre o 1xBet site de apostas futebol

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Notícias sobre futebol online

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Relembre os cães mais famosos das telonas

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Companheiros leais dos humanos fazem sucesso no cinema

Todos já ouvimos dizer que cão é o melhor amigo do homem. Teorias sugerem que os cachorros, da forma como os conhecemos, surgiram de uma espécie oriunda do lobo branco, na Ásia, mais de 100 mil anos atrás. Ao longo da história, os humanos selecionaram ainda mais os animais, dando origem a várias raças que conhecemos hoje.

Por serem bastante fiéis e companheiros, os cães são o animal domesticado mais comum no mundo todo. De acordo com dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde, só no Brasil, existem, aproximadamente, 74 milhões de cachorros. Ou seja, para cada três brasileiros, existe um cãozinho.

E não é só nos lares que esses amigos peludos fazem sucesso. No cinema, há algum tempo, é bem comum ter animais como atores. Os cachorros, é claro, estão entre os favoritos. Muitos deles se tornam verdadeiros ícones do audiovisual. Separamos alguns exemplos memoráveis de cãezinhos que fizeram, e ainda fazem, sucesso nas telonas.

Lassie

Um clássico do cinema, a cadela Lassie foi, antes, apreciada na literatura. O conto, que introduziu a famosa cachorra da raça Collie para o mundo, foi publicado em 1938, apenas nos Estados Unidos. O sucesso foi tanto que se tornou um livro completo. Anos mais tarde, ela ganharia o primeiro filme.

No longa, Lassie contracenava com ninguém menos que a, então jovem, Elizabeth Taylor. Uma curiosidade é que Lassie era, na verdade, um cão macho. Por suas habilidades, acabou ficando com o papel principal do filme. Após sua morte, descentes de Pal, o cão ator, o substituíram, todos também machos. Outra curiosidade é que Pal tinha um salário maior que dos atores, inclusive, que o da própria Elizabeth Taylor.

Beethoven

Levando um nome que homenageia o famoso compositor alemão, o São Bernardo Beethoven teve seu primeiro filme em 1992. Depois do sucesso, outros sete sucederam à estreia celebrada. No total, são oito filmes que contam a história do gigante companheiro.

Apresentado como o cão ideal para uma típica família americana, Beethoven é um personagem extremamente inteligente e charmoso. O filme também popularizou a raça no mundo todo.

Scooby-Doo

Mesmo que o Scooby-Doo seja uma animação, ele não poderia ficar de fora da nossa lista. Sucesso entre adultos e crianças, o divertido cachorro é um Dogue alemão. O famoso Scooby já apareceu em, aproximadamente, 43 filmes e 28 séries, sendo 14 animações.

Seu nome, assim como seu companheiro de lista, Beethoven, também deriva da música. Na canção Strangers in the Night, o americano Frank Sinatra cantarola “dooby dooby doo”. É daí que surge o nome do terceiro cãozinho de nossa lista.

Marley

O famoso labrador Marley ganhou o mundo em 2008, quando sua história foi apresentada no filme Marley e Eu, sucesso de bilheteria. Na narrativa cinematográfica, um jovem casal apaixonado adota Marley ainda filhote. O filme acompanha as travessuras e o desenvolvimento desse adorável cãozinho amarelado.

Uma curiosidade é que, como o filme acompanha o crescimento do personagem animal, foram usados 22 cães da mesma raça para interpretá-lo. Onze desses eram filhotes, os outros eram adultos.

Pongo & Prenda

Encerramos nossa lista com não um, mas 101 Dálmatas. Pongo e Prenda são o casal de Dálmatas pais dos filhotes sequestrados pela vilã Cruela Devil na trama. A versão para o cinema da história necessitou, na verdade, do total de 200 cachorros e cadelas para realizar as gravações.

A versão do filme de 1996 é, na verdade, um remake. Pongo e Prenda apareceram nas telonas pela primeira vez em 1961, em um longa-metragem animado. Foi também um dos primeiros filmes do gênero produzido pela Disney que, na época, tinha feito apenas 20 nesse estilo.

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5 Dicas para fazer a sua festa sem gastar muito

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Festa sempre é bom, seja ela de casamento ou de aniversário. E fica ainda melhor quando é possível economizar, deixando tudo bonito e agradável para os convidados, mas sem esvaziar os bolsos. Aqui falaremos sobre 5 dicas para fazer a sua festa sem gastar muito dinheiro.

Tem sido cada vez mais comum preparar por conta própria os convites, já que assim eles ficam com a cara do aniversariante. E isso pode ser feito de uma maneira muito mais simples do que você imagina, não é preciso dominar nenhum complexo programa de edição.

1 – Prepare em casa o convite

Se você está afim de economizar em uma festa, o melhor a fazer é preparar em casa o convite de aniversário. Se no passado era complicado para fazer isso por conta própria, com a necessidade de utilizar programas pesados e difíceis de mexer, hoje isso mudou.

Quem prepara convites em casa economiza uma boa grana, já que poderá desenvolver o modelo da forma que quiser, ou pegar algum pronto e fazer edições, trocando o nome da criança, por exemplo. O Adobe Spark é uma ótima ferramenta para isso, ele te ajudará nesta tarefa.

2 – Escolha das lembrancinhas

Uma forma de economizar nas lembrancinhas das festas de criança é comprando papéis coloridos em vez de saquinhos. Outra alternativa é usar garrafinhas, que podem ser enchidos com balas. Assim você vai economizar na conta e a criançada vai adorar.

Faça uma boa pesquisa antes de definir quais serão as lembrancinhas, existem algumas opções bem interessantes e que podem ser duradas, como lápis de cor, livros para colorir e outros itens que podem ser comprados em atacados. Aqueles fracos de bolhinhas de sabão nunca podem ser descartados.

3 – Pesquise antes de comprar os materiais

Parece óbvio, quem pesquisa acaba economizando, mas muita gente não faz isso. Pesquise bem antes de fazer as compras dos materiais que serão utilizados na festinha, como guardanapos e outros descartáveis. Confira sempre os preços em atacados, já que lá costuma sair mais barato quando mais unidades são compradas.

Uma dica para reaproveitar itens em anos seguintes é pensar mais nas cores do que no tema da festa, outra questão é que os itens sem personagens na maioria das vezes saem mais barato do que outros lisos.

4 – Economize nas brincadeiras

Quem pretende fazer uma festa sem gastar muito deve ficar atento para as brincadeiras que serão realizadas. Não é necessário contratar um animador ou alugar brinquedos. Pense em brincadeiras clássicas, que continuam animando a garotada mesmo em tempos de internet.

Temos exemplos bem fáceis de organizar e que vão chamar atenção das crianças, dança das cadeiras, caça ao tesouro, corrido do saco e o canto do desenho, por exemplo, são bem interessantes para festas infantis.

5 – Prepare um cartão

As quatro dicas anteriores foram destinadas a quem prepara a festa, essa também pode ser, já que o material pode ser entregue para o seu filho, por exemplo. Ainda assim, caso você seja apenas convidado para a festa e deseja entregar um cartão de aniversário, pode fazer isso em casa, não precisa comprar.

No cartão de aniversário é interessante escrever sobre as qualidades da pessoa que receberá o material, suas habilidades e porque ela é importante na sua vida. O modelo de cartão de aniversário deve ser feito de acordo com a sua personalidade, tentando obviamente agradar quem receberá.

Imagem de Hans Braxmeier por Pixabay 

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Pesquisadores da Unicamp iniciam elaboração de teste para diagnóstico local do coronavírus

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Uma equipe do Laboratório de Estudos de Vírus Emergentes (LEVE) do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp, em colaboração com outros docentes do IB, da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e do LNBio, começou nesta terça-feira (17) o processo de elaboração de um teste para a detecção do Covid-19. A partir da amostra do coronavírus do primeiro paciente infectado no Brasil, os pesquisadores iniciaram os procedimentos que visam dar agilidade ao diagnóstico local e, assim, contribuir para o controle da doença.

“Se tudo funcionar bem, até quarta no fim do dia pode ser que a gente tenha a primeira reação de detecção de coronavírus funcionando em Campinas. Nesse momento, o trabalho que estamos fazendo é uma assessoria para implementar a detecção do vírus localmente, aqui dentro da Unicamp, como uma alternativa de suporte aos laboratórios de referência”, explica o coordenador do LEVE, José Luiz Proença Módena.

Ele ressalta que os diagnósticos seguirão sendo realizados pelo laboratório de referência no estado de São Paulo, o Instituto Adolfo Lutz. No entanto, um diagnóstico rápido e local, que deverá ser realizado pela Divisão de Patologia Clínica da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, é importante para dar agilidade ao encaminhamento do paciente. 

“Vai continuar indo para o Lutz, mas vai ter um fluxo paralelo para ser testado no Hospital das Clínicas, na tentativa de minimizar esse tempo, visando uma estratégia de contenção adequada dos pacientes positivos. Isso é muito importante”, observa José Luiz. No processo de controle do coronavírus na China, segundo o professor, a diminuição do número de casos passou pela rápida detecção dos casos positivos e o isolamento imediato dos sintomáticos, com acompanhamento àqueles que apresentavam agravo dos sintomas relacionados à doença.  “É algo que estamos tentando mimetizar e fazer igual aqui no estado de São Paulo”, conta o professor.

Na manhã desta terça-feira (17), ele e a equipe começaram os procedimentos de expansão do Covid-19. Essa etapa é realizada introduzindo o vírus em células que são suscetíveis ao crescimento do microrganismo. Quando a célula está com uma grande quantidade de vírus, ocorre uma alteração em sua forma, chamada efeito citopático, o que é esperado que ocorra em um período de 36 a 72 horas após infecção. . 

A partir do efeito citopático, a próxima etapa segue com a inativação do vírus e a extração do seu material genético, o RNA, para a obtenção do material que será utilizado como controle positivo. “Com esse controle positivo a gente pode padronizar a reação de detecção, que é uma reação que busca encontrar fragmentos genômicos, ou seja, resquícios genômicos do vírus nas amostras coletadas de pacientes suspeitos”. Caso se encontre os fragmentos, é possível afirmar que um paciente testou positivo para o Covid-19.

O professor lembra que os diagnósticos vêm avançando e já foram desenvolvidos até mesmo kits comerciais para detecção do coronavírus. No entanto, o alto custo torna-os pouco acessíveis. “Então quando você pensa em testar milhares de pessoas acaba sendo proibitivo. Por isso a importância de um protocolo local na tentativa de baratear os custos”. A estimativa de valor, conforme José Luiz, é entre R$50 e R$70 por teste para o HC, incluindo todo o processo, desde a extração da amostra até a realização do ensaio de detecção molecular. O valor, entretanto, pode sofrear alguma alteração, já que foi calculado antes da declaração da pandemia e antes do pico do dólar.

Após desenvolver o teste de diagnóstico, a equipe ainda pretende ir além, realizando testes de combate ao vírus. “Vamos fazer uma busca ativa de reposicionamento de fármacos, de drogas que já estão validadas para uso humano, tentando encontrar alguma que possa inibir a replicação do vírus para uso imediato naqueles pacientes com sintomatologia grave em resposta à infecção”, indica o professor. 

Todos os testes realizados no LEVE com o Covid-19 são realizados em laboratório de biossegurança de nível 3, que está preparado para trabalhar com agentes de risco nível 3, como no caso do coronavírus. Há sistema de exaustão, de controle de pressão e de esterilização que não permitem a saída do vírus para o ar e que minimizam o risco de contaminação para os profissionais que manipulam o microrganismo.

Força-tarefa

Além dos pesquisadores da Unicamp, o estudo, que utiliza protocolo desenvolvido por pesquisadores do German Center for Infection Research, é multidisciplinar e envolve outras instituições, como o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).  Houve também a colaboração do Instituto de Ciências Biomédicas da USP,  que enviou a mostra do vírus ao LEVE e a outros laboratórios brasileiros que poderiam ajudar no combate ao vírus. 

A equipe da Unicamp é composta por José Luiz Módena, e a equipe que trabalha no LEVE  – Matheus Cavalheiro Martini; Daniel Augusto de Toledo Teixeira; Mariene Ribeiro Amorim; Stéfanie Primon Muraro; Gabriela Fabiano de Souza; Aline Vieria, Pierina Lorencine Parise, Karina Bispo do Santos; Julia Forato; Camila Simeoni; Julia Vitória. Além deles, a iniciativa conta com a participação do professor Rafael Elias Marques do LNBio; professora Clarice Weis Arns (IB); professor  Fabio Trindade Maranhão Costa (IB); professora Carolina Horta Andrade (Universidade Federal de Goiás) e professora Fabiana Granja, que coordena o Laboratório de Biologia Molecular da Universidade Federal de Roraima (UFRR).

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