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Caoa Chery surpreende com Tiggo 8

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Segurança, preço, design e equipamentos são destaques da versão única do modelo

A Caoa Chery apresentou para o mercado brasileiro o Tiggo 8, que chega com preço a partir de R$156.900,00 e passa a ser o sexto modelo a compor a gama de modelos nacionais da marca, que já conta com o Tiggo 2, o Tiggo 5X, o Tiggo 7, o Arrizo 5 e o Arrizo 6.

“O Tiggo 8 representa um novo salto na atuação da marca no Brasil. Este SUV de luxo traz os mais sofisticados e tecnológicos itens de série e traduz a força que a Caoa Chery e nossos produtos podem oferecer para o consumidor brasileiro”, afirma Carlos Alberto de Oliveira de Andrade, Chairman da CAOA.

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Oferecido na versão única TXS, o Caoa Chery Tiggo 8 é equipado com motor Acteco 1.6 Turbo GDI com injeção direta, movido a gasolina, quatro cilindros, 16 válvulas, equipado com intercooler e sincronismo variável de válvulas (VVT). Sua potência máxima é de 187 cavalos a 5.500 RPM e o torque máximo de 275 Nm (28 kgfm) de 2.000 a 4.000 RPM.

O câmbio wet dual clutch possui sete velocidades, com alavanca tipo joystick e opção de trocas manuais.
Alguns dos destaques do modelo são a capacidade para sete passageiros, teto solar panorâmico elétrico, painel de instrumentos digital em LCD-TFT de 12,3 polegadas, multimídia com tela de 10,25 polegadas de alta resolução, banco do motorista com ajuste elétrico, carregador de celular por indução (wireless), ar-condicionado dual zone com saída para a segunda fileira de bancos, acabamento interno com luz de ambientação, faróis em full LED, lanternas traseiras em LED, acionamento remoto do ar-condicionado, compartimento central com refrigeração, câmera 360 graus e muito mais.

Falando mais sobre o painel de instrumentos digital em LCD-TFT de 12,3 polegadas, além dos mostradores e indicadores como velocímetro e tacógrafo (indicados tanto em gráfico de barras quanto numericamente), nível de combustível e temperatura do motor e luzes-espia, possui animação digital de acordo com o modo de condução escolhido, sendo em azul para ECO e em vermelho para SPORT.

O sistema multimídia, compatível com Apple Car Play e espelhamento para Android, tem tela touchscreen de 10,25 polegadas de alta resolução. Nela são exibidas, entre outras, as imagens da câmera 360 graus, que possibilita visão tridimensional completa ao redor do veículo do ponto de vista superior, e da câmera de ré com guias dinâmicas de direção, que trabalha em conjunto com o sensor de estacionamento traseiro. A tela possui três opções de papel de parede e ainda é possível carregar opções pessoais via USB.

Por ele é possível controlar e configurar diversas funções do veículo como apps, telefonia via Bluetooth, sistema de áudio, manual do multimídia digital, ajuste do ângulo de abertura do porta mala (permite ajuste de 50% a 100% de abertura), luz de ambientação interna – que pode variar de cores, são sete opções, ou acompanhar o ritmo de uma música que estiver sendo executada – e outros.

No console central há ainda uma terceira tela touchscreen de oito polegadas destinada aos controles do ar-condicionado, do tipo dual zone – para o qual há, inclusive, saída para a segunda fileira de bancos.
O console central abriga também, ao lado da alavanca de câmbio, um sistema de carregamento de celular por indução, sem cabos (wireless). Já o compartimento central, além de funcionar como apoio de braço, possui interior refrigerado.

A partida é do tipo Keyless, sem chave, por botão. As portas travam e destravam automaticamente de acordo com a distância da chave, que pode permanecer, por exemplo, no bolso do motorista.

O sistema Keyless também está conectado ao porta-malas, de abertura elétrica. Esta função é especialmente útil quando as mãos estão ocupadas por compras ou outros volumes. Basta posicionar-se com a chave no bolso próximo à tampa traseira por cerca de três segundos e dar um passo para trás: a tampa do porta-malas se abrirá eletricamente.

O modelo traz ainda o CCD, comando de climatização à distância. Com apenas um comando pela chave o ar-condicionado pode ser acionado à distância, fazendo com que motorista e passageiros, antes mesmo de entrarem no veículo, já tenham à disposição uma temperatura interna agradável e confortável.

Da ampla lista de itens de conforto e conveniência disponíveis pode-se destacar, ainda, direção elétrica, sistema de áudio com oito alto-falantes, acendimento automático dos faróis, piloto automático (Cruise Control), retrovisores externos dotados de sistema antiembaçante, além de ajuste e rebatimento elétricos, faróis com ajuste elétrico de altura, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, entradas USB disponíveis para os ocupantes da primeira e da segunda fileira de bancos, apoio de braço para a primeira e a segunda fileira de bancos, porta-copos disponíveis para as três fileiras de bancos e outros.
Externamente o Caoa Chery Tiggo 8 conta com conjunto óptico dianteiro totalmente em LED, o que inclui os faróis full LED e o sistema DRL (Daytime Running Light). Na traseira as lanternas também são em LED e há ainda luz de neblina integrada ao para-choque. Os retrovisores externos igualmente contam com indicadores de luzes direcionais em LED.

As rodas, de desenho exclusivo, são de 18 polegadas e as caixas de roda têm acabamento em preto fosco, o que ajuda a realçar a robustez e a imponência do conjunto. Reforçam ainda esta característica o rack de teto e o spoiler traseiro.

Em termos de dimensões o modelo oferece a melhor combinação da categoria: são 4.700 mm de comprimento, 1.860 mm de largura, 1.705 mm de altura e 2.710 mm de entre eixos.
Com capacidade para sete passageiros, a configuração dos bancos é modular, o que traz uma série de possibilidades de uso: a terceira fileira de bancos, que fica embutida no piso quando rebatida, pode ser repartida em 50/50 e a segunda fileira em 60/40.

Com as três fileiras de bancos em uso a capacidade do porta-malas é de 193 litros. Com a terceira fileira de bancos rebaixada, sobe para 889 litros e com a segunda fileira de bancos rebaixada vai a impressionantes 1.930 litros, ou seja, volume dez vezes maior do que com as três fileiras de bancos em uso.

O Caoa Chery Tiggo 8 é equipado com sistemas eletrônicos de controle de tração (TCS) e de estabilidade (ESP), sistema de monitoramento de ponto cego (BSD) com aviso sonoro e visual no painel de instrumentos e nos espelhos retrovisores externos, assistente de partida em rampa (HHC), controle eletrônico de descida (HDC), freio de estacionamento eletrônico (EPB) e função Auto Hold, além de sistema de monitoramento da pressão dos pneus (TPMS) com aviso sonoro e alerta visual tanto para pressão baixa quanto temperatura elevada dos pneus. Além disso há seis airbags, sendo dois frontais, dois laterais e dois de cortina.

O sistema de freios é a disco nas quatro rodas (ventilados na dianteira e sólidos na traseira), que atuam conjuntamente com ABS e EBD (distribuição eletrônica de frenagem). Complementando o pacote de segurança do modelo há ainda o BOS (smart pedal), sistema que desacelera o veículo quando os pedais do acelerador e freio são pressionados ao mesmo tempo, o que sinaliza uma situação de emergência, o BAS, sistema de assistência à frenagem, que maximiza a atuação do ABS, e o ESS, sistema de alerta de frenagem de emergência, que pisca as luzes de freio para sinalizar aos motoristas que vêm atrás que está ocorrendo uma frenagem brusca.

Texto: Sérgio Dias
Fotos: Divulgação

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O que escolher: ferro a seco ou a vapor?

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Um dos eletrodomésticos mais utilizados nas casas e um dos mais queridos (ou não!). Neste texto comentaremos sobre as diferenças e, por consequência, qual é a melhor escolha entre Ferro a Seco ou a Vapor.

FERRO A SECO

Comparativamente é o mais barato e se é a seco, obviamente você não precisará desliga-lo para repor a água – isso economizará um tempo precioso. Sua chapa pode ser de Teflon (para não grudar na roupa), Turmalina (mantém o calor por um período maior) e Durilium (não desbota o brilho dos tecidos).

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Excelente para tecidos como poliéster ou seda.

Mas, em contrapartida, o consumo de energia é maior e se a roupa estiver muito amassada prepare o braço (e um borrifador de água), porque o esforço será grande.

FERRO A VAPOR

Talvez uma das poucas desvantagens seja o fato de precisar ficar atento com a reposição da água no reservatório.

No mais, o Ferro a Vapor é leve e se sai muito bem quando o assunto são tecidos que amassem facilmente ou aqueles mais pesados e difíceis de passar como linho e jeans, por exemplo.

Apesar de um pouco mais caro (dependendo da marca e modelo), o Ferro a Vapor pode ser uma boa pedida, principalmente porque tem mais vantagens que o Ferro a Seco.

Mas e você, qual prefere? O Ferro a Seco ou a Vapor? Comente com a gente!

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O que escolher: Grill ou Sanduicheira?

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Se você é daquelas pessoas que adora preparar um peixe assado, um delicioso misto quente ou, quem sabe, degustar aquele pedaço generoso de carne, saiba que tudo isso pode ser feito em um grill ou sanduicheira. Mas qual deles escolher para sua cozinha?

Vem com a gente que o Portal Hortolândia comenta as diferenças e pontos fortes e fracos de cada um.

GRILL

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Como este eletro-portátil pode atingir altas temperaturas, teremos as opções de grelhar carnes, frangos, peixes e até legumes com tranquilidade e o melhor: sem usar óleo, o que deixará sua refeição mais saudável! Além disso, como os modelos vêm com termostato, o ajuste na temperatura é facinho e preciso.

E por sua base ser maior, uma quantidade interessante de alimentos pode ser preparado de uma vez só. Lembrando que há modelos de 110 e 220 volts no mercado.

SANDUICHEIRA

A sanduicheira atinge temperaturas menores e é ideal para lanches rápidos e mistos quentes, já que deixará o queijo e o presunto levemente derretidos. Como o design não foi feito para grelhar alimentos e, por consequência, não conta com um espaço para a gordura ficar depositada, você terá certo trabalho para limpá-lo depois.

O sistema de aquecimento também avisa quando sua refeição tiver no ponto correto para não queimá-la.

Lembrando também que existe a opção de Grill e Sanduicheira num mesmo eletro-portátil. Então, dependendo das suas refeições, vale a pena investir um pouquinho mais e fazer esta aquisição.

E aí, conte pra gente qual utiliza mais em sua casa… Grill ou Sanduicheira?

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Conheça a raiva, doença que não tem cura e pode levar o Pet à morte

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O Dia Mundial da Raiva, realizado no dia 28 de setembro de cada ano, é uma iniciativa da Aliança para o Controle da Raiva, muito se fala sobre os perigos da raiva canina, contudo, pouco se sabe como essa doença afeta os animais.

A raiva é uma zoonose infecciosa aguda que atinge os mamíferos, comprometendo o sistema nervoso central. Os principais transmissores da doença são morcegos, guaxinins, gambás e macacos, que contaminam os cães de forma acidental. O contágio ocorre por meio da troca de secreções, contato sanguíneo ou mordida. Como a doença causa agressividade, a mordida é a principal forma dos animais infectados passarem o vírus adiante. Porém, se o pet tiver um ferimento na pele e entrar em contato com secreções contaminadas ele também pode se infectar.

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O vírus age primeiro no sistema periférico do cão, ou seja, no local da mordida. Depois, ele se replica pelo organismo até atingir o cérebro, causando uma série de reações neurológicas.

A salivação excessiva, comumente associada a raiva canina é apenas um dos sinais apresentados pelo pet. Os primeiros sintomas da doença aparecem cerca de três a seis semanas após o contágio.

A evolução do quadro clínico se divide em dois estágios, popularmente conhecidos como raiva furiosa e raiva paralítica. Na primeira fase, os animais apresentam alterações comportamentais, como medo, excitação, depressão e, principalmente, agressividade, que é um dos sintomas mais comuns da patologia. Essa fase dura em média quatro dias. Após esse período, os sintomas neurológicos se acentuam. O cão pode apresentar dificuldade de engolir, salivação excessiva, falta de coordenação nos membros e paralisa. Os sintomas da doença se apresentam de forma lenta e progressiva, mas são inevitavelmente fatais.

A raiva canina não tem cura, apenas tratamento para a enfermidade em humanos e as chances de cura são mínimas com muitas sequelas neurológicas. Por isso, a vacinação é a única forma de manter os animais protegidos. No caso dos filhotes, é indicada a vacinação contra a raiva a partir do quarto mês de vida. Depois, será necessário imunizar o animal anualmente, junto com as demais vacinas indicadas pelo médico-veterinário.

Quem adotou um pet adulto e não sabe seu histórico de imunização também deve procurar orientação de um profissional para deixá-lo protegido. É importante reforçar que a revacinação anual deve ser realizada dentro do prazo indicado pelo médico-veterinário. Atrasar ou não realizar a imunização do pet o deixará vulnerável para o contágio pelo vírus da raiva.

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