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Carol Linhares traz metodologia para combater “sabotadores”, no MBI

Portal Hortolândia

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A empresária, psicóloga e mentoring coach apresentou neste final de semana, durante o MBI (Mastery Business Intensive), no Expo Center Norte, em São Paulo, métodos para os empresários combaterem sabotadores emocionais e, assim, se desenvolverem como profissionais de sucesso.

Além de sócio do MBI, a profissional foi uma das palestrantes do evento, falando sobre o assunto no domingo (24), último dia do evento. Carol Linhares é especialista em desenvolvimento humano trabalhando tanto a “pessoa física” quanto a “pessoa jurídica”.

Durante os estudos na área, a empresária desenvolveu metodologias para desenvolver os profissionais dentro de seus negócios. “Minha palestra no MBI teve muito a ver com a minha missão, desvendar o potencial humano, transformando o mindset para que as pessoas tenham resultados acima da média”, comentou Carol.

“Mostramos as pessoas que elas tem um gigante dentro delas, esse gigante, ás vezes, não floresce porque nossos pensamentos estão travados, está vinculado a questões de nossas infâncias e precisamos olhar para tudo isso e desvendar tudo isso para que, realmente, consigamos acordar esse gigante e ter resultados acima da média”, completou a empresária.

Segundo Carol, o empresário tem diversas dores, mas uma das grandes dores é lidar com pessoas. “Alguns empresários pensam, ‘como vou lidar com pessoas se não consigo lidar nem com empresas”, pontuou. “Outra dor é a financeira, a dor do resultado e, muitas vezes, não é que ele não tenha resultado, ele não conhece o resultado dele”, afirmou Carol.

SABOTADORES

Durante a palestra, Carol Linhares exemplifica todos os nove sabotadores que atingem um profissional. “Dentro da nossa mente, a gente tem uma potencialidade e muitas vezes essa potencialidade não aparece porque ficamos nos sabotando, dando rasteira em nós mesmos. Precisamos conhecer os nossos sabotadores, como e quanto eles atuam em nós, para que possamos trazer luz pra eles. Fazer com que, ao invés deles nos atrapalhar, ele possa nos ajudar”, explica Carol.

A empresária ainda explica cada um dos sabotadores. “Os sabotadores são identificados como ‘o insistente’, que é extremamente perfeccionista, ‘o prestativo’, querer ajudar e esquecer de se ajudar, ‘o hiper-vigilante’ que acredita que sempre vai estourar uma bomba, ‘a vítima’ que sempre reclama de fatores externos, ‘o hiper-racional’ não gosta de lidar com sentimentos, ‘o esquivo’ que é não gostar de lidar com os problemas, ‘o crítico’ que é o pai de todos os sabotadores, ‘o inquieto’ ele sempre vê no futuro uma coisa melhor e o presente nunca está bom.

O MBI reuniu no último fim de semana aproximadamente 1.200 empresários de diversos segmentos em uma imersão em desenvolvimento empresarial. O projeto foi idealizado por Pedro Gadelha, André Menezes e Carol Linhares e já está em sua quinta edição. 

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Quais os limites da revista de funcionários?

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Um dos grandes problemas enfrentados por empresas e funcionários são as revistas realizadas na saída do trabalho.

Os empregadores que trabalham com bens de consumo, ou produtos e peças de maior valor, querem realizar a revista para evitar que ocorram furtos.

Por sua vez, os funcionários se sentem constrangidos com a desconfiança do empregador, e mais ainda, com vários abusos que são cometidos no momento das revistas realizadas.

Mas afinal, a revista de funcionários é legal? E quais os limites que o empregador não pode ultrapassar?

A revista de funcionários e seus pertences pode ser realizada, pois é uma forma do empregador garantir a preservação de sua propriedade. Porém, a defesa da propriedade não é absoluta, e deve respeitar a dignidade do trabalhador, não pode gerar constrangimento, ou mesmo abalo à moral do empregado.

A revista deve ser realizada sem qualquer espécie de discriminação, ou seja, deve haver isonomia, impessoalidade, e utilização de critérios objetivos na “seleção” dos funcionários que passarão pela revista.

O que é primordial é que não é permitida de forma alguma a revista por meio de toques em partes do corpo, e também não é possível exigir que o funcionário tire peças de roupas para a revista.

As empresas podem exigir a passagem em detectores de metal, ou outras formas de revista mais tecnológicas, que preservam mais adequadamente a intimidade dos funcionários. Também é possível realizar revistas nas bolsas, mochilas e sacolas, mas sempre de maneira comedida e razoável, sem expor de forma exagerada o funcionário ou mesmo os bens que estão guardados.

Casos em que ocorrem revistas íntimas, toques no corpo, exigência de retirada de peças de roupas ou outras espécies que evidentemente geram constrangimento são duramente punidas pela Justiça do Trabalho.

Recentemente um supermercado de Minas Gerais foi condenado ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 10.000,00 por realizar uma revista abusiva de funcionário na frente de outros colegas.

No caso, o funcionário era revistado diariamente, na frente de outros colegas e até mesmo de clientes do estabelecimento, o que evidentemente gerava muito constrangimento.

Mesmo após recurso, a decisão foi mantida.

Desta forma, as empresas devem ficar muito atentas aos atos que realizarem na busca da preservação de seu patrimônio, pois abusos serão punidos, não apenas com indenizações por danos morais, mas também com possíveis rescisões de contratos por justo motivo por parte dos empregados, a chamada rescisão indireta.

Bento Pereira Neto – Advogado e sócio do escritório Pereira Neto & Chiminazzo Advogados.

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Nos 70 anos da LBV, campanha pela educação mobiliza a sociedade brasileira

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Ação beneficiará crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social

A Legião da Boa Vontade (LBV) deu início à sua tradicional iniciativa de mobilização social em prol da educação. A campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro! entregará, até o mês de março, mais de 15 mil kits de material escolar a crianças, adolescentes e jovens atendidos pela Instituição e por organizações parceiras em 67 cidades do Brasil.

A campanha tem como objetivos principais auxiliar as famílias que não dispõem de recursos financeiros para a compra dos artigos escolares e motivar meninas e meninos, a frequentar as salas de aula e a dar prosseguimento aos estudos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a evasão escolar abrange, sobretudo, jovens que têm entre 15 e 17 anos de idade. Os dados indicam que, em 2018, 11,8% dos jovens nessa faixa etária estavam fora da escola, número equivalente a 1,1 milhão de pessoas.

Constantemente preocupada com a educação, a LBV mobiliza, há várias décadas, a sociedade para ajudar a garantir esse direito, tão importante e necessário a crianças, adolescentes e jovens. Para tanto, conta com a contribuição de seus colaboradores, voluntários, amigos e parceiros, bem como com o suporte imprescindível dos meios de comunicação na divulgação dessa ação solidária.

Os referidos kits são compostos de mochila, cadernos, lápis, régua, canetas, estojo, entre outros itens. Cabe destacar que as capas dos cadernos contêm as ilustrações ganhadoras da edição 2019 do Concurso Nacional de Desenhos da Legião da Boa Vontade, edição essa que teve como foco o tema “A LBV em minha vida”, em homenagem à Instituição por seus 70 anos de existência, ao longo dos quais vem promovendo, ininterruptamente, a Caridade Completa, ou seja, a do corpo e da Alma.

As doações para a campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro! podem ser feitas pelo site www.lbv.org ou pelo telefone 0800 055 50 99. Para outras informações sobre essa meritória iniciativa, basta acessar as páginas oficiais da LBV no Facebook, no Instagram e no Youtube, por meio do endereço LBVBrasil.

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Xiaomi Mi Note 10 aposta tudo nas câmeras

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O celular Xiaomi Mi Note 10 é aquele tipo de celular premium. Sua qualidade de construção, o pacote de tecnologias inclusas, e também a qualidade de som e imagem impressionam. Ele realmente está acima dos demais intermediários da marca.

O empecilho do Mi Note 10 é seu desempenho. Mesmo equipado com o poderoso Snapdragon 730G, a novidade da Xiaomi é mais devagar que os concorrentes – até mesmo da própria marca. Ele também não impressiona em jogos, o que chega a ser irônico diante do hardware que é otimizado para isso.

A sua imensa bateria rende bastante, mas não chega a superar outros com capacidade inferior.

O grande ponto forte do Mi Note 10 são suas câmeras. Todas tiram ótimas fotos e gravam vídeos com qualidade. A Xiaomi agora pode chegar competir em peso com Google, Samsung e Apple.

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Max Milhas