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Sorvete de Paçoquita em breve nos supermercados

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A marca é conhecida pelas paçocas em formato de rolha que, agora, está disponível na versão refrescante, sorvete em massa, vendido em potes de 500ml.

O produto está disponível algumas lojas do Sam’s Club, mas deve chegar nas prateleiras do Makro e Pão de Açúcar em breve. O preço pode variar de acordo com a região.

O sorvete surgiu de uma parceria entre a Santa Helena e a fabricante de sorvetes Whaka. As informações são do blog ‘São Paulo para Crianças’.

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Saiba a diferença entre isolamento social e lockdown

Portal Hortolândia

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A pandemia mundial do coronavírus mudou hábitos e rotinas de muitas pessoas, fez com que muitos setores passassem a trabalhar de casa, obrigou fechamento de estabelecimentos, cancelamento de eventos e mudou a forma de viver em sociedade.

O distanciamento entre as pessoas e evitar sair de casa é a grande orientação para todos os cidadãos, porém, há diferentes regras de isolamento social e lockdown pelos estados brasileiros e os novos termos causam confusão nas pessoas.

Distanciamento social, isolamento social e lockdown são palavras que se tornam no comum no cenário atual, mas elas não têm o mesmo significado e cada termo possui um nível de alerta sanitário e de liberdade de mobilidade. Você sabe a diferença entre cada momento? Vamos falar sobre isso, confira!

Isolamento social

O isolamento social é uma medida não obrigatória para evitar a propagação do vírus, sendo uma recomendação para que as pessoas se isolem voluntariamente do contato social para diminuir a circulação da Covid-19.

O isolamento serve para pessoas sintomáticas ou assintomáticas, que já foram contaminadas, estão com suspeita ou para aqueles que tiveram contato com alguém infectado daqueles que estão saudáveis e sem o vírus.

O isolamento social pode ser feito em ambiente hospitalar em ou em casa e o Ministério da Saúde indica que o prazo de isolamento é de 14 dias para que não haja perigos de transmissão.

Existem dois tipos de isolamento, o vertical e o horizontal. No vertical, ele é indicado para pessoas de grupo de risco, como idosos, diabéticos, hipertensos, pessoas com problemas pulmonares, por exemplo, enquanto o horizontal é válido para toda a população, sendo grupo de risco ou não.

No isolamento horizontal, todos aqueles que não trabalham com atividades essenciais que se mantém em funcionamento, têm a orientação de ficar em casa e sair apenas em casos necessários com os devidos cuidados.

Essa medida é imposta pelas autoridades, em escala municipal, estadual ou federal e fecha estabelecimentos não essenciais com intuito de reduzir a circulação de pessoas pelas cidades e diminuir os casos que necessitam de auxílio médico.

O isolamento social é muito confundido com o distanciamento social. No distanciamento há a iniciativa voluntária de se distanciar das pessoas, mesmo não estando doente ou não tendo contato com infectados, enquanto o isolamento trata-se de pessoas que já tiveram contato com o vírus.

Lockdown

O lockdown é o passo que se dá em caso de não funcionamento efetivo do isolamento social e utiliza força do Estado, quando necessário. Nesse caso, ele não é apenas uma orientação e sim uma regra que deve ser cumprida.

O lockdown é a medida mais dura para restringir a circulação das pessoas para evitar a propagação do vírus. Nesse cenário, as pessoas só podem sair de casa para atividades essenciais, como trabalho (apenas os de serviços essenciais), compra de alimentos ou remédio e busca de auxílio médico.

As pessoas que circulam podem ser questionadas por agentes do estado e precisam justificar o que fazem fora de casa.

O termo não é uma definição médica e nem usada comumente pelas autoridades de saúde antes da pandemia e ele já era utilizado em situações que exigiam bloqueios ou isolamento de áreas, como em caso de ameaças de bombas ou de segurança nas cidades.

Muitos países adotaram o lockdown desde o início da doença, como o epicentro na cidade de Wuhan, na China, que teve bloqueio total por 76 dias, a Espanha que decretou semanas de lockdown e quem circulasse nas ruas sem necessidade comprovada era multado com o valor de 600 euros.

A Itália também restringiu o movimento da população, que durou oito semanas e a Alemanha registrou três semanas de lockdown. Além desses, Hungria, Dubai, África do Sul, Índia, Arábia Saudita, Jordânia, Argentina, Bélgica, Malásia, França, Irlanda, Noruega e Dinamarca também adotaram o lockdown para enfrentar o avanço do novo coronavírus.

Os países que adotaram essa medida desde o início da pandemia já iniciam a flexibilização e criam novas regras para que as pessoas possam sair de casa, com medidas de distanciamento social e segurança.

No Brasil, algumas cidades já adotaram o regime mais rígido de controle da doença, como São Luís, no Maranhão, que foi a primeira a estabelecer novas regras no país. Outros locais como cidades do Pará, Tocantins, Ceará, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro também já entraram em lockdown, com diferentes regras para os brasileiros.

Em São Paulo, um dos grandes centros da doença no país, o lockdown está sendo discutido e pode ser uma medida futura para a cidade.

Seja em distanciamento, isolamento social ou lockdown, a recomendação é estar em casa o máximo possível e evitar contato com outras pessoas para diminuir os riscos e a circulação do vírus. Independente de qual seja a medida em sua cidade, fique em casa sempre que puder e proteja-se!

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Por que é importante pensar nos microempreendedores durante a pandemia

Portal Hortolândia

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Uma das maiores preocupações de brasileiros é com a aposentadoria. Por isso, desde cedo, muitos jovens se tornam microempreendedores (MEI). Começam a trabalhar, ganhar dinheiro, poupar e investir para se tornarem empresários. Não à toa existem 9,03 milhões de MEIs no Brasil, segunda o SEBRAE. Esse tipo de trabalhador representa 27% do Produto Interno Bruto (PIB). E infelizmente, eles são os que mais estão sofrendo durante a pandemia.

Muitas empresas brasileiras apostam nesse tipo de trabalhador para formar o seu time funcionários. Um microempreendedor gera menos custos a empresa do que uma pessoa com carteira assinada e contrato em regime de CLT. Quando o coronavírus forçou o fechamento do comércio, eles foram os primeiros a perder os empregos. Enxuga a folha de pagamento e fica muito mais barato.

Com essa mão de obra não podendo colocar a mão na massa, boa parte do dinheiro no país para de circular. Principalmente nos grandes centros. As cinco cidades do país com mais oportunidades para quem é MEI são: São Paulo, Florianópolis, Vitória, Recife e Campinas.

O estado de São Paulo é mais atingido pela doença, o que já prejudica muito o consumo em São Paulo e Campinas. Pernambuco é o quarto estado com mais casos no Brasil e Recife é uma das capitais mais atingidas. Isso faz com que as oportunidades para quem é MEI nesses lugares sejam menores.

O que acaba afetando mais o microempreendedor é a renda mensal. Em 2019, o salário médio de um MEI era de R$ 4000, aproximadamente quatro salários mínimos (no ano, o valor era de R$ 998). Não é um valor baixo para a realidade brasileira, porém, não se vive com com excessos. Para quem não consegue executar o trabalho nesse período, possui muitas dificuldades em manter as contas em dia.

É bastante importante pensar no microempreendedor neste período de pandemia, pois ele foi quem mais saiu prejudicado. A maior parte das empresas que demitiram ou suspenderam contrato abriram mão desse perfil de empregado. Ou aquele vendedor que tinha uma pequena loja, não está podendo abrir. Se abre, tem um número pequeno de vendas, já que as pessoas estão sendo orientadas a ficar em casa.

Se essas pessoas pararem de receber o dinheiro mensal. Se elas pararem de ser mão de obra nas empresas e grandes negócios. Se essas pessoas pararem de consumir em supermercados e e-commerces, a economia do Brasil tem um enorme prejuízo.

O PIB do país em 2019 foi de R$ 7,3 trilhões. Levando em consideração que as micro e pequenas empresas representam 27% desse valor, eles são responsáveis por R$ 1,97 trilhão. São peças fundamentais da engrenagem brasileira.

Por isso, é muito importante ter um plano de ação voltado para os microempreendedores durante e depois da pandemia causada pelo coronavírus. Deixar essas pessoas desamparadas, é o equivalente a deixar a economia brasileira na mão.

A primeira medida foi tomada, que foi o auxílio emergencial. Porém, ele dura até o final do mês de maio. Ainda não há previsão de quanto a quarentena irá acabar. Logo, é necessário pensar em novas alternativas para esse momento. Até o momento, não foi divulgado nenhum plano concreto para a retomada da economia.

Gabriel Mecca

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Sabesp lança “jeito facil” para o atendimento e a leitura de contas

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Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) está lançando um hotsite para facilitar o atendimento a vários serviços que precisam de apresentação de documentos e também permite que o cliente informe a leitura de contas, inclusive de estabelecimentos comerciais que ainda permanecem fechados neste período de quarentena.

Com a iniciativa, o cliente poderá informar a leitura própria do hidrômetro, evitando assim que o consumo seja calculado pela média. Para fazer essa autoleitura, basta acessar o site www.sabesp.com.br ou a Agência Virtual e clicar no ícone Sabesp Fácil em destaque no campo “Sua Conta”, digitar o RGI/PDE (código de cliente) e acessar a opção de “Correção de leitura por Média”.

É obrigatório informar CPF, nome do solicitante, telefone de contato e e-mail, anexando fotos da conta emitida por média, da leitura e do documento do responsável, e confirmar mais dados referentes ao consumo. Feito isso, o cliente receberá retorno da correção da conta por e-mail e/ou telefone em até dois dias úteis.

Além do serviço de autoleitura, a Sabesp também disponibiliza no mesmo hotsite funcionalidades que permitem anexar documentos para envio, evitando que o cliente tenha que se deslocar até uma agência da Sabesp.

É possível, por exemplo, solicitar a supressão da ligação de água ou a religação por imóvel vago, transferir a titularidade de débitos e pedir a inclusão na tarifa social, além de outras opções. Trata-se de mudanças de flexibilização no atendimento à população pela Sabesp implementadas por causa da pandemia de COVID-19, mas que continuarão valendo após a quarentena.

Trabalho dos leituristas

A Sabesp ressalta que o trabalho dos técnicos que fazem a leitura dos hidrômetros permanece sem alteração nos casos em que o relógio está instalado com acesso pela rua. Já nas situações em que o registro está no interior do imóvel, o leiturista acessa se o cliente autorizar. Caso contrário, a conta será emitida pela média de consumo dos últimos seis meses.

A Companhia ressalta que, apesar da leitura pela média, o cliente jamais será prejudicado, já que na próxima leitura real todo o consumo será recalculado e eventual cobrança a mais será creditada a seu favor.

hotsite surge para facilitar a autoleitura neste momento. Qualquer cliente, contudo, que não quiser esperar a próxima leitura também pode entrar em contato com a Central de Atendimento da Companhia e informar a leitura atual de consumo no medidor.

O atendente ajustará o valor e emitirá uma nova conta. Os telefones da Central de Atendimento Sabesp são 195 e 0800-011-9911 (Região Metropolitana de São Paulo), além do 0800-055-0195 (litoral e interior).

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