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Tudo o que você precisa saber sobre a multa por estacionar em local proibido

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Você sabia que a multa por estacionar em local proibido é uma das mais aplicadas no Brasil? Segundo o Registro Nacional de Infrações de Trânsito (RENAINF), esse tipo de infração ocupa o 6° lugar no ranking das infrações mais registradas no ano passado.

O que diz a legislação de trânsito brasileira sobre estacionar em local proibido? Quais são as consequências para o condutor que é flagrado cometendo essa infração? Estacionar e parar o veículo são a mesma coisa?

Neste artigo, separei informações com tudo o que você precisa saber sobre a multa por estacionar em local proibido. Lembre-se: o melhor caminho para evitar multas é conhecer as normas de trânsito. Por isso, conheça, agora, essa infração que é tão comum no nosso país.

Estacionar em local proibido: o que diz o CTB?

Quando falamos sobre este assunto, é preciso destacar que o Código de Trânsito Brasileiro estabelece condutas indevidas que se enquadram como estacionamento proibido.

Veja algumas delas.

Estacionar distante do meio-fio

O art. 181, inciso II do CTB, estabelece que estacionar o veículo, de 50 cm a 1 m, afastado da guia da calçada, é uma infração leve (3 pontos na CNH) e, ao cometê-la, o condutor poderá ser multado e ter seu veículo removido como medida administrativa.

Já em seu inciso III, o art. 181 estabelece que estacionar afastado da guia, a mais de 1 m, é uma infração grave (5 pontos na CNH), cuja penalidade é a multa e a medida administrativa é a remoção do veículo.

– Estacionar nos acostamentos

Estacionar nos acostamentos, sem que existam motivos de força maior para isso, como um acidente, ou uma falha mecânica no veículo, por exemplo, é uma infração leve (3 pontos na CNH), conforme o art. 181, inciso VII. A penalidade é a multa e a medida administrativa é a de remoção do veículo.

– Estacionar em esquinas

Estacionar em esquinas, e a menos de 5 m do alinhamento da via, também é uma infração, conforme o inciso I, art. 181 do CTB. Essa infração é média (4 pontos na CNH), a penalidade é a multa e a medida administrativa é a de remoção do veículo.

– Estacionar em garagem

Estacionar em frente a uma garagem não é apenas um ato considerado indelicado, mas também uma infração estabelecida no art. 181 do CTB. De acordo com o inciso IX deste artigo, a penalidade para quem estacionar em meio-fio destinado à entrada e saída de veículos é a multa. Essa é uma infração média que rende a atribuição de 4 pontos à CNH do condutor. É, também, aplicada a medida administrativa de remoção do veículo.

– Estacionar em parada de ônibus

Estacionar nos chamados pontos de ônibus também é uma infração conforme o inciso XIII do art. 181 do CTB. Essa infração média gera a atribuição de 4 pontos à CNH, tem como penalidade a multa, e como medida administrativa, a remoção do veículo.

– Estacionar na contramão

Estacionar o veículo na contramão da via é uma infração média, prevista pelo art. 181, inciso XV do CTB. Ela gera 4 pontos à CNH do condutor e a penalidade de multa.

– Estacionar sobre ciclovia e faixa destinada à pedestre

Essa infração grave (5 pontos na CNH), prevista pelo art. 181, inciso VIII do CTB, se dá quando o condutor estaciona o veículo em parte da calçada, sobre a faixa de pedestres, em ciclovias, ciclofaixas, ao lado ou sobre canteiros centrais, em divisores de pista de rolamento, sobre marcas de canalização, gramados ou jardim público.

– Estacionar em fila dupla, em cruzamento, sobre viadutos, pontes ou túneis

De acordo com o art. 181, incisos XI, XII e XIV do CTB, estacionar em fila dupla, em cruzamento, em viadutos, em pontes ou em túneis são infrações graves (5 pontos na CNH), cuja penalidade é a multa, e a medida administrativa é a de remoção do veículo.

– Estacionar na pista de rolamento das estradas, das rodovias, das vias de trânsito rápido e das vias dotadas de acostamento

Essa é uma infração gravíssima (7 pontos na CNH), de acordo com o art. 181, inciso V do CTB. A penalidade é a multa e a medida administrativa é a de remoção do veículo.

– Estacionar em vaga reservada a idosos ou às pessoas com deficiência (art. 181, inciso XX do CTB)

Estacionar em vagas reservadas aos idosos ou às pessoas com deficiência, sem credencial que comprove tal condição, é uma infração gravíssima (7 pontos na CNH), conforme o CTB. A penalidade é a multa e a medida administrativa é a de remoção do veículo.

Estacionar e parar são a mesma coisa?

Não! Agora que já você já viu alguns exemplos de multas por estacionar em locais proibidos, é hora de entender melhor a diferença entre estacionar e parar o veículo.

O anexo I do CTB explica bem essa diferença:

“ESTACIONAMENTO – imobilização de veículos por tempo superior ao necessário para embarque ou desembarque de passageiros.

(…)

PARADA – imobilização do veículo com a finalidade e pelo tempo estritamente necessário para efetuar embarque ou desembarque de passageiros.”

Para evitar as multas, é importante conhecer essas diferenças.

É possível recorrer de multas por estacionar em local proibido?

Não só é possível, como também é um direito do cidadão brasileiro. Para isso, saiba que o processo de recurso pode ter até três etapas. Confira, abaixo, quais são elas.

  1. Defesa Prévia: esse é o primeiro grau de contestação, no qual o condutor contesta, como o nome sugere, a autuação. Essa defesa ocorre pelo recebimento do auto de infração no momento em que a infração foi constatada, ou pelo recebimento da Notificação de Autuação via correspondência. O condutor tem um prazo que varia entre 15 e 30 dias, dependendo do seu estado, para enviar a defesa prévia ao órgão autuador.
  2. Se a Defesa Prévia for indeferida, o condutor receberá outra notificação no seu endereço: a NIP (Notificação de Imposição de Penalidade). Nesse caso, será necessário entrar com recurso em primeira instância, enviando o recurso à JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) correspondente ao órgão responsável pela autuação.
  3. Caso o recurso seja negado pela JARI, existe, ainda, uma última possibilidade, que é recorrer ao CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito). Caso você more no Distrito Federal, seu recurso deverá ser encaminhado ao CONTRANDIFE (Conselho de Trânsito do Distrito Federal).

Os profissionais especialistas em recursos de multas conhecem as especificidades técnicas de cada uma dessas três fases. Por isso, contar com a orientação de um especialista na área é um enorme diferencial para que o recurso seja aceito.

Foi autuado e quer recorrer? Fale com a equipe Doutor Multas.

Abaixo, estão os dados para que você entre em contato.

E-mail: doutormultas@doutormultas.com.br.

Telefone: 0800 6021 543.

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O gafanhoto, um dos riscos ou benefícios a cadeia do Ecossistema?

Redação

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Os gafanhotos são um dos principais insetos que transformam a matéria em energia, eles que colocam energia no ecossistema, dentro da cadeia alimentar são eles que tiram energia dos vegetais e alimentam os outros animais. Eles engolem o alimento das folhas um indivíduo desses come mais da metade do seu próprio peso por dia, às vezes o equivalente ao próprio peso—, fazem fezes que geram nutrientes para o solo, adubando-o, e são comidos pelos predadores que se alimentam dessa energia. Então o gafanhoto não atacam os humanos e não atacam os animais. É uma praga nas lavouras, isso também vale quanto a sua eliminação no âmbito Urbano, não se deve matar um gafanhoto, se o mesmo estiver em seu quintal ou na sua casa, porém se ele estiver em lavouras, ou pousados em sua plantação, deve se chamar um Agrônomo para análise e aplicar o inseticidas e agrotóxicos corretos. Explica o técnico sanitário Jefferson Melo.

A “chuva” de gafanhotos avança conforma as condições favoráveis que encontram pelo caminho, como tempo quente e seco, vento e alimento, condições que estão presentes no Rio Grande do Sul. Porém, a chegada de uma frente fria com chuvas, na quinta-feira (25) de junho, poder ajudar na dispersão dos insetos, e não ter impacto na região Sul do País.

Qual o inseto presente na atual nuvem? Esse tipo de formação é feito por poucas espécies. A que está ocorrendo agora é do gênero Schistocerca cancellata. É a mesma espécie da história da praga bíblica. Esse gênero é considerado migratório e, ao mesmo tempo, tem hábito gregário, isto é, eles formam bandos. Eles vivem em bando e acabam formando essas nuvens para ir atrás de alimento e facilitar a reprodução.

Precisa se atentar as informações corretas, quanto ao uso de venenos até mesmo no seu quintal, inseticidas, bactericidas e defensivos agrícolas, são e devem ser aplicados por pessoas capacitadas. Alguns animais ou até mesmo, um gafanhoto tão pequeno, é e faz parte da cadeia alimentar e tem papel fundamental no meio ambiente.

Colaboração: Pest Pro Serviços Ltda.
Colunista: Rose Succi Nakamura

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Saiba como ficar mais próximo do prêmio da Mega Sena

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Vamos conhecer algumas estatísticas para que você fique mais próximo do prêmio da Mega Sena! Fique por dentro dos números mais sorteados, premiações e valores arrecadados. Passe a entender todas as probabilidades para aumentar suas chances de vencê-lo.

De acordo com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal, a Mega Sena começou a ser comercializada em 04 de março de 1996 e ser contemplado em um sorteio da loteria é o sonho de muitos dos brasileiros. Pois bem, a Mega Sena é famosa por pagar aos seus ganhadores as maiores quantias dentre os prêmios de loteria no Brasil, chegando a pagar mais de R$ 306 milhões em 2017, o recorde até hoje de valor já pago e que foi dividido entre os 17 ganhadores do sorteio, que levaram a bolada de mais de R$ 18 milhões cada. Como prêmio pago individualmente (um só ganhador), a mega já pagou aproximadamente R$ 270 milhões a um jogador do estado de Pernambuco, no ano de 2019.

Para participar do sorteio da Mega Sena é muito simples, você pode escolher de 6 a 15 dezenas entre as 60 dezenas no volante. O prêmio máximo é pago para aquele que acertar as 6 dezenas sorteadas, para acertos de 5 (quina) e 4 (quadra) dezenas também há pagamento de prêmio com valores menores rateado entres os acertadores.

Quanto maior o número de dezenas tiver a aposta, maior a chance de acerto. Em caso de premiação em apostas com maior número de dezenas os prêmios são ainda maiores. O valor destinado a pagamento de prêmios corresponde a 46% do valor arrecadado do concurso, sendo que na distribuição deste valor é destinado 22% para os concursos de final 0 e 5.

Os sorteios acontecem fisicamente e são registrados sempre, para garantir a segurança de todo o processo. Eles são realizados em globos, com a retirada dos números e o anúncio. Caso nenhum apostador consiga acertar as 6 dezenas sorteadas o prêmio acumula para o próximo sorteio. Os prêmios dados aos vencedores correspondem a 32,2% da renda total das apostas. 35% dele vai para quem marcou os seis pontos. 19% são destinados a quem assinalou a quina e 19% para os acertadores de quadra.

O sorteio de âmbito nacional já premiou sortudos pelas mais diversas regiões do país. Destaca-se o estado de São Paulo, pelo incrível número de 227 ganhadores! Incrível porque, em relação ao segundo colocado em premiações, que é o estado do Rio de Janeiro (85), a diferença é de 142 ganhadores. O estado da Bahia figura como o quinto da lista e primeiro da Região Nordeste com mais apostas vencedoras. E aí, será que você reside na região mais sortuda do país???

Mas nada chama mais atenção dos apostadores do que os números. E a numerologia da Mega Sena mexe profundamente com a cabeça das pessoas. Chega a equiparar-se com a bolsa de valores, onde existem uma série de especialistas, verdadeiros analistas que dedicam seu tempo na observação de padrões que os sorteios seguem, visando encontrar um parâmetro das dezenas.

Assim sendo, vejamos algumas das dezenas mais sorteados até hoje, fique por dentro quais são aquelas que devemos evitar na hora de fazermos nossas apostas. Separamos as 10 dezenas mais sorteadas nos últimos 150 sorteios da Mega Sena: A campeã entre elas é o número 33 que nos últimos anos já foi sorteada 16 vezes, seguida pelos números 18, 05, 51 e 04, aparecendo 15 vezes cada, 01 e 58, 14 vezes cada, 39 e 18, 13 vezes e a dezena 02 fecha a lista sendo sorteada 12 vezes.

Sabendo quais são algumas das dezenas que devem estar presentes em suas apostas, vamos agora descobrir quais são aquelas eu não aparecem muito nos sorteios. A que menos apareceu nos últimos 150 sorteios foi a dezena de número 50, apenas três vezes fez parte dos seis números vencedores, as de número 35, 45 e 22 foram sorteadas apenas 5 vezes, seguidas pelas dezenas 19 e 38, seis vezes cada e os números 56,23,14 e10 que somente figuraram 7 vezes cada entre os premiados.

Outro critério a ser observado é a quantidade de números pares e ímpares que foram sorteados nesses concursos. Como exemplo temos que em mais de 35% dos sorteios tiveram 3 dezenas pares e 3 dezenas ímpares, ou seja, sempre que for fazer suas apostas, tente buscar um equilíbrio entre as dezenas nesse sentido, é algo que pode passar despercebido, porém poderá aumentar muito, suas chances de se tornar um milionário.

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Unicamp desenvolve “farinha da juventude”

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Com o envelhecimento da população brasileira, tem aumentado a procura por métodos e fórmulas capazes de frear os sinais da idade. Hoje, o país ocupa a segunda posição no ranking de procedimentos estéticos, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). De olho nessas mudanças, a BR Hyaluronic trabalha com a utilização de farinhas comestíveis como fontes alternativas para a produção microbiana de ácido hialurônico, um importante aliado da indústria farmacêutica e cosmética.

A BR Hyaluronic é uma empresa spin-off da Unicamp, criada por Rhelvis de Campos Oliveira, ex-aluno que concluiu o doutorado na Faculdade de Engenharia Química da Unicamp. Rhelvis desenvolveu, durante o seu doutorado e sob orientação da professora Maria Helena Andrade Santana, um novo processo de produção de ácido hialurônico a partir de farinha de soja e por fermentação microbiana.

O processo foi patenteado junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) com o apoio da Agência de Inovação Inova Unicamp e licenciado para a empresa. “O grande diferencial de nossa tecnologia está no uso da soja. Nossa aposta é reduzir em cerca de 40 vezes o custo inicial de produção, quando comparado com outras matérias-primas como a peptona de soja e o extrato de levedura que chegam a custar mais de US$ 200/kg.”, afirma Rhelvis.

O empreendedor explica que o grau de pureza e a massa molar são parâmetros importantes para definir o valor agregado e o tipo de aplicação do ácido hialurônico, que pode ser usado desde a formulação de cremes, suplementos e colírios até preenchimentos faciais e cirurgias de reparação. Ele lembra que, apesar da sua importância, o Brasil não produz a substância em escala industrial e precisa importar o produto de outros países. A China é a principal fornecedora. “O que nós temos, por enquanto, é um produto com preço e custo de produção capazes de competir com o mercado chinês, levando em consideração todas as taxas pagas para importação. Mas queremos ir além”, disse Rhelvis.

O ácido hialurônico é produzido naturalmente por humanos e animais. Ele tem a função de preencher os espaços entre as células. Mas, à medida que envelhecemos, essa produção diminui, reduzindo também a hidratação e elasticidade da pele.

Leia matéria na íntegra publicada no site da Agência de Inovação Inova Unicamp.

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