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Saúde & Beleza

5 dicas para notar o seu período fértil

Portal Hortolândia

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Contar com tabelas nem sempre é a melhor opção, uma vez que estamos em constante mudança. Ouvir o que o corpo tem a dizer faz toda a diferença!

O corpo feminino passa por fases diferentes durante o mês, como bem sabemos. Consideramos que o ciclo menstrual tem 28 dias, mas há mulheres que têm períodos mais curtos ou mais longos.

Exatamente por conta dessa irregularidade, é preciso não confiar totalmente em tabelas e similares: a melhor forma de entender como o corpo está funcionando é aprendendo a reconhecer os seus sinais.

Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre a percepção de fertilidade, para que você possa saber quando o seu organismo está mais preparado para ter um bebê — e decidir se embarca nessa jornada ou se redobra os cuidados. Confira!

O que exatamente é o período fértil?

Como já comentamos, este é o momento do seu ciclo em que você está mais propensa a engravidar.

Ele costuma ocorrer no “meio” do ciclo, aproximadamente, duas semanas antes da menstruação, e tem a duração de seis dias.

Como identificar que estou no período fértil?

A alteração mais significativa é o aumento da secreção vaginal, que fica com aspecto semelhante ao de clara de ovo e textura elástica.

A secreção não possui cheiro forte, nem sintomas mais incômodos, como coceira e ardência.

Importante: mulheres que têm apresentado corrimento espesso, com textura pegajosa ou de leite talhado e cheiro forte, que pode se assemelhar ao de peixe, devem buscar ajuda especializada.

Existem algumas doenças sexualmente transmissíveis, assim como infecções bacterianas, que podem gerar dor, além de fazer com que a vagina produza um odor mais forte.

Outros sinais de que o período fértil chegou

Atente-se para os seguintes recados:

Leve aumento da temperatura corporal

Há um discreto aumento da temperatura do corpo durante os dias que antecedem a ovulação.

Pode ser difícil ter parâmetros para avaliar a situação, uma vez que nem todas as mulheres fazem anotações acerca da temperatura basal — aquela que é tirada assim que a pessoa acorda, ainda deitada ou logo após se levantar.

Aumento da libido

Como o seu corpo está se preparando para abrigar um bebê, é natural também que ele deseje facilitar o processo de fecundação.

Durante o período em que está fértil, a mulher pode apresentar maior desejo sexual, além de produzir mais feromônios, os quais, por sua vez, são responsáveis pela atração de possíveis parceiros.

Dor pélvica

Quando o processo de ovulação está em curso, é natural que a mulher sinta uma dor leve em um dos lados do ventre. A situação não tende a ser severa, tampouco duradoura.

O processo pode ou não ser acompanhado de sensação de estufamento e enjoo brando — os quais também são passageiros.

Aumento da oleosidade da pele e do cabelo

A testosterona, hormônio que é responsável pelo aumento da libido, também estimula a produção das glândulas sebáceas.

O que acontece? Percebemos a pele e os cabelos mais oleosos. Assim, o surgimento de cravos e espinhas é provável.

Minha menstruação anda muito irregular: o que pode ser?

Alterações significativas no ciclo menstrual, especialmente para mulheres que sempre foram regradas nesse sentido, devem ser avaliadas por um especialista.

Várias situações podem interferir no funcionamento padrão do organismo: o estresse, por exemplo, pode fazer com que o período atrase ou comece cedo demais.

Pessoas que praticam atividades físicas de impacto e com alta frequência também podem ter menores períodos menstruais, uma vez que o intenso gasto de energia, às vezes, impede que o período fértil aconteça.

Para a maior parte de nós, no entanto, a atividade física — desde que feita de forma responsável e com o auxílio de um profissional — colabora para a manutenção do bem-estar, diminui a ansiedade e o estresse e, de quebra, faz com que a menstruação fique mais regular.

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Coronavírus: o que gestantes e lactantes precisam saber?

Redação

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As professoras da Unifran, Dra. Marisa Afonso Andrade Brunherotti e Dra. Elisabete Lilian Dair esclarecem algumas dúvidas sobre gravidez nesse período de quarentena

Por se tratar de um vírus novo, ainda são muitas as dúvidas sobre o COVID-19, doença que tem afetado diversos países do mundo e que resultou em uma pandemia. As estatísticas mostram que essa é uma enfermidade que atinge mais os idosos, diabéticos, hipertensos, quem têm insuficiência renal crônica, doença respiratória crônica e doença cardiovascular.

A relação do coronavírus no organismo das mulheres grávidas, por exemplo, também se tornou uma preocupação, visto que as mulheres no período de gestação, naturalmente apresentam alterações na imunidade.

Segundo a Dra. Marisa Afonso Andrade Brunherotti, docente do curso de Mestrado e Doutorado em Promoção da Saúde da Universidade de Franca (Unifran). “A gestação é um estado fisiológico que pode predispor a infecções respiratórias e virais, devido às mudanças no sistema imunológico e cardiopulmonar. Segundo o estudo recente da Universidade de Hong Kong não há evidências científicas que mulheres grávidas são mais suscetíveis ao vírus, desta forma a prevenção é a mesma que a população em geral, como o isolamento social e a higienização”, explica.

Outra questão apontada pela docente do curso de Medicina da Unifran, professora Dra. Elisabete Lilian Dair, é em relação as mães gestantes que contraem o vírus. “Os dados sobre o impacto para o feto em mães que apresentam o vírus são limitados. Até o presente momento, é incerto se há risco de transmissão intrauterina da mãe para o feto, mas tudo indica que a infecção materna no último trimestre de gestação não apresenta nenhum risco fetal”. Além disso, destaca a Dra. Elisabete Dair, que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a mãe que tenha contraído o vírus pode amamentar normalmente, devido ao fato que até o momento não há elementos que comprovem que o leite materno possa disseminar o novo coronavírus.

A professora Dra. Marisa argumenta ainda, que para as mães lactantes, os cuidados seguem os mesmos e em casos suspeitos, orienta-se o uso de máscara cirúrgica durante todo o cuidado com o recém-nascido e a amamentação. A especialista relata, “A higienização deve ser redobrada, além de restringir visitas. Vale ressaltar, que neste período há também outros vírus, como a influenza, circulando no nosso meio”, aponta.

“É importante que todas as gestantes e lactantes somente utilizem medicamentos que foram orientados pelo profissional da saúde de sua confiança. Além disso, que todas as gestantes recebam a vacina da gripe na campanha de vacinação contra a gripe Influenza”, completa a professora Dra. Elisabete.

Sobre a UNIFRAN – Com 50 anos de tradição em ensino superior no interior de São Paulo, a UNIFRAN recebe em seus 253 mil metros quadrados mais de 50 mil alunos, entre cursos de graduação, presenciais e a distância, especializações, mestrados e doutorados, que abrangem todas as áreas do conhecimento. A Universidade, considerada a melhor instituição particular do Brasil, segundo o Latin America University Rankings 2019, da revista inglesa Times Higher Education (THE), integra o grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do País, que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados, como Universidade Cruzeiro do Sul e Universidade Cidade de São Paulo – Unicid (São Paulo/SP), Universidade de Franca – Unifran (Franca/SP), Centro Universitário do Distrito Federal – UDF (Brasília/DF, Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – Ceunsp (Itu e Salto/SP), Faculdade São Sebastião – FASS (São Sebastião/SP), Centro Universitário Módulo (Caraguatatuba/SP), Faculdade Cesuca (Cachoeirinha/RS), Centro Universitário da Serra Gaúcha – FSG (Bento Gonçalves e Caxias do Sul/RS), Centro Universitário de João Pessoa – Unipê (João Pessoa/PB), Centro Universitário Braz Cubas (Mogi das Cruzes/SP) e Universidade Positivo (Curitiba e Londrina /PR), além de colégios de educação básica e ensino técnico. Visite: www.unifran.edu.br

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Coronavírus: Período de isolamento é suficiente, mas requer cuidados

Portal Hortolândia

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O isolamento por 14 dias é, em geral, suficiente para garantir que alguém que tenha sido infectado pelo novo coronavírus não contamine pessoas próximas. A garantia fica ainda maior quando embasada por exames laboratoriais, explicam especialistas consultados pela Agência Brasil. Eles, no entanto, alertam para cuidados que se deve ter nos casos em que o doente isolado mora com outras pessoas e, principalmente, quando entre eles há um idoso.

“O prazo de 14 dias corresponde ao tempo de transmissão do vírus”, explica a presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal, Heloísa Ravagnani. Segundo a médica, após esse período, o paciente pode voltar às atividades normais. “A princípio, sem restrições, desde que esteja se sentindo bem, sem sintomas e com os exames voltando à normalidade.”

De acordo com Heloísa, as pessoas costumam confundir quarentena com isolamento. Enquanto a primeira medida é determinada pelo governo, estabelecendo um prazo necessário para que todos fiquem afastados socialmente de forma a evitar a disseminação do vírus, o isolamento é diferente, por ser voltado a pessoas com suspeitas ou que, de fato, estejam contaminadas.

“No caso da quarentena, as pessoas só saem de casa para fazer coisas de extrema necessidade, como ir à farmácia, à padaria, ao mercado. Obviamente sob a condição de que não façam disso um evento social. Já os cuidados da pessoa em isolamento são diferentes, pela suspeita de doença”, disse a infectologista à Agência Brasil.

Cuidados durante isolamento

A médica diz que o ideal é que a pessoa fique sozinha em um cômodo, de preferência em um quarto com banheiro. Ela fica dentro desse ambiente, a princípio sem máscara, mas tendo de higienizar com álcool todos os objetos de que fizer uso frequente.

Caso o banheiro seja de uso comum, é importante que a pessoa sob isolamento seja a última a usá-lo e que, sempre após o uso, higienize-o com álcool 70% ou hipoclorito em todos os locais tocados. “E todas vezes que sair do quarto e tiver contato com outras pessoas na casa, tem de usar máscara para evitar a transmissão.Os objetos que serão descartados – caso dos lenços, por exemplo – devem ser fechados em sacos para depois serem juntados ao lixo da família e, enfim, recolhidos pelos serviços de limpeza.

Heloísa acrescenta que o doente não pode dividir talher, copo ou prato com outras pessoas. “É importante que a pessoa troque a própria roupa de cama, que tem de ser colocada em saco plástico para levar e ser lavada em separado”, explica Heloísa.

Membro da Sociedade Brasileira de Infectologista, José David Urbaez Brito diz ser também indicado que a limpeza do quarto seja feita pelo próprio paciente isolado. Já a higiene das mãos deve ser feita com água e sabão, por pelo menos 1 minuto; ou com álcool gel 70%, por 20 ou 30 segundos.

“Quanto à alimentação, o fornecimento tem de ser feito de forma a não possibilitar o contato com o paciente. Se não tiver outro jeito, quem for cuidar do paciente tem de usar máscara cirúrgica, se manter a 2 metros do paciente, e usar avental impermeável”, disse o médico.

Famílias grandes em casas pequenas

A maior preocupação, segundo os dois especialistas, é com os idosos. Principalmente quando a família mora em casas ou apartamentos de pequenos cômodos. “É comum famílias morando em um ou dois cômodos, e em um ambiente muito pequeno não tem jeito: as pessoas vão acabar sendo expostas ao vírus. A começar pelo fato de ser importante que se tenha um colchão específico para a pessoa com a covid-19”, explica Heloísa Ravagnani.

A presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal diz que nessas situações os cuidados devem ser ainda maiores. “Como vive muito próxima a outros, a pessoa ter de usar a máscara todo o tempo. O problema é que a máscara deve ser trocada depois de ficar úmida ou a cada duas horas.”

Idosos

Brito alerta que, no caso dos idosos, é de extrema importância o isolamento total. “Não pode ter contato com ninguém, e essa é a grande angústia quando se tem, entre os familiares que vivem na mesma casa, uma pessoa contaminada.”

Ele aponta como solução as autoridades adotarem medidas que viabilizem outros locais onde o idoso possa permanecer enquanto algum dos entes com quem mora estiver em situação de isolamento.

Uma das possibilidades sugeridas por ele é aproveitar a baixa movimentação de hotéis e albergues para disponibilizá-los a idosos que moram com pessoas infectadas ou com suspeita de contaminação.

fonte Agência Brasil

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Coronavírus: como reforçar o sistema imunológico para dificultar contaminação

Redação

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O coronavírus chegou ao Brasil e colocou governos e órgãos de Saúde em alerta máximo. A propagação do COVID-19, como vimos na China, é rápida e requer uma série de cuidados. A chave para a proteção não está somente em ter um ambiente esterilizado. É preciso que tenhamos cuidados diários para o fortalecimento do sistema imunológico, pois é ele o responsável por proteger nosso organismo e responder a ataques provocados por vírus e bactérias. E isso passa, necessariamente, pelo delicado equilíbrio entre o corpo e a mente.

O surgimento do novo vírus e a pandemia que enfrentamos hoje decorrem de um grande desequilíbrio ambiental, que permitiu a sua multiplicação em um ambiente lotado de pessoas com sistemas imunológicos debilitados ou incapazes de conhecerem esta classe de microorganismos como sendo de alto risco.

Por isso, ações preventivas são a resposta para minimizar esses fatores. O melhor a fazer é reforçar as defesas do nosso organismo para tentar barrar as ameaças externas. Nos seres humanos, as baixas atividades imunológicas ocorrem quando há desequilíbrios fisiológicos e emocionais.

Neste processo de proteção, tudo começa na comida, já que o intestino representa 90% em um processo imune. Por isso, é necessário cuidar da qualidade dos alimentos que colocamos na nossa mesa e manter em equilíbrio as emoções e pensamentos. Esta, certamente, é a parte mais difícil.

Evitar alimentos industrializados e fontes de carboidratos simples, como açúcar refinado e os sucos industrializados compostos por néctar, e investir na reconstituição da microbiologia, são imprescindíveis, pois mais de 50% das pessoas estão com alguma deficiência em relação aos bacilos que formam e promovem a microbiota intestinal. Nesse sentido, alguns alimentos são indispensáveis: inhame, rabanete, nabo, couve, brócolis e vegetais escuros. Frutas cítricas, como limão e laranja, tomate e linhaça, são outros itens que não podem faltar na mesa durante o processo de fortalecimento da imunidade.

É possível, ainda, lançar mão dos complementos alimentares, como ômega-3, lactobacilos e fibras alimentares. Seja em cápsulas ou na forma de chás, a cúrcuma, a maca peruana, a equinácea, o ginseng, o gingko biloba, astragalus, anis estrelado e a erva moura também são aliados de peso na construção da saúde.

Outro passo importante é controlar o estresse, pois um dos hormônios liberado nestas condições é o cortisol, que, em desequilíbrio, interfere na qualidade do sono, o que resultará na predisposição a contaminações. Sabemos que, em tempos modernos, é difícil se manter livre do estresse e até mesmo desfrutar de uma boa noite de sono, mas estes são fatores preponderantes para que o nosso organismo esteja forte. Um caminho para quem precisa atingir esse estágio é a prática diária de atividade física. Além de preparar o corpo, a liberação de endorfina ajuda a combater o estresse e a melhorar a qualidade do sono. Tudo está interligado.

Depois desses cuidados, entram em cena as dicas referentes ao ambiente. Deve-se tanto higienizar constantemente as mãos e evitar ambientes abafados quanto evitar pessoas, relacionamentos e ambientes emocionalmente “tóxicos”. Outro fator importante é evitar a contaminação eletromagnética, mantendo o celular longe do corpo sempre que possível e, à noite, fora do quarto.

A exposição (com proteção) ao sol e a ambientes naturais é tão vital quanto selecionarmos melhor as informações e programas que assistimos, além das músicas que ouvimos. A boa noite de sono, cada vez mais rara, tem valor fundamental para o nosso equilíbrio. No mais, procure manter a mente em constante funcionamento, seja estudando idiomas, culturas ou tocando algum instrumento musical. E tente, sempre que possível, trabalhar menos e viajar mais. Sempre que possível, claro.

Por Fernando Facini – terapêuta quântico, especialista em saúde integral, diretor de prevenção a doenças no Instituto Mispá, bacharel em Educação Física pela PUC de Campinas.

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