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Saúde & Beleza

Anti-envelhecimento é o que novo cosmético promete

Portal Hortolândia

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A indústria cosmética avança a cada dia no desenvolvimento de novas formulações que prometem melhorar a estrutura da pele, seja no combate aos fatores que provocam o envelhecimento, seja no preenchimento das marcas de expressão que surgem naturalmente com a idade. Uma das novidades nas chamadas linhas anti-aging é o uso do ácido hialurônico, em produtos voltados para a pele do rosto, corpo e cabelos.

Com alto poder de hidratação e a utilização de partículas cada vez menores, os cosméticos à base desses componentes agem em camadas profundas da estrutura celular, o que torna seus efeitos mais rápidos e efetivos. Uma das marcas que vem desenvolvendo pesquisas para incorporar o ácido é a Provanza, de Uberlândia, que acaba de lançar no mercado uma linha de cremes corporais, shampoo e condicionador. As pesquisas levaram cerca de dois anos e outros itens já estão na fila de lançamentos.

Para o médico dermatologista  Jefferson Souza, titular pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, o ácido hialurônico compõe a matriz extracelular encontrada na pele e sua grande capacidade de atrair e reter água contribuem  para tratamentos preventivos relacionados ao envelhecimento cutâneo. “Os tratamentos modernos que utilizam esse componente hidratam de verdade e  proporcionam a elasticidade de uma pele mais jovem”, explica.

Produção natural e envelhecimento

Todas as pessoas produzem ácido hialurônico naturalmente. Trata-se de um tipo de açúcar presente em grande quantidade no organismo, em especial nas cartilagens, articulações e na pele. Uma simples molécula é capaz de absorver o equivalente a mil vezes o seu peso em água. Por isso, ela é responsável pelo preenchimento de diferentes tipos de tecidos. Na medida em que ocorre o envelhecimento, a capacidade de produção da substância diminui. É aí que entra a indústria cosmética e suas novas formulações.

Apesar de presente em nosso organismo desde o nascimento, o ácido hialurônico tende a se tornar mais escasso na medida em que a idade chega. Esta alteração compromete especialmente o preenchimento da pele, que ganha rugas, marcas de expressão e flacidez.

Hidratantes com Ácido Hialurônico promovem uma hidratação profunda, reforçam a estrutura da pele e conferem uma aparência firme e lisa. Podem ser usados por homens e mulheres, a partir dos 25 anos de idade. A Provanza desenvolveu duas opções: uma de creme corporal e outra facial.

Os produtos contêm também óleo de girassol (calmante, emoliente, rico em nutrientes e antioxidantes) e extrato de chá branco (antioxidante). São fabricados sem corantes, parabenos ou testes em animais.

Ressecamento dos cabelos

A exposição solar, excesso de química e uso constante de secador e chapinha contribui para acelerar o processo de ressecamento dos cabelos. O ácido hialurônico também contribui para recuperar a hidratação, por meio de shampoos e cremes específicos. A substância atrai água para a fibra capilar, deixando os fios mais resistentes.

A Provanza lançou o shampoo e condicionador Hidro Nutritivo, com extrato de chá branco e ácido hialurônico. São produtos que  penetram nos cabelos  e agem para eliminar o ressecamento, reconstruir a estrutura dos fios, reduzir o frizz e prevenir a queda. O extrato de chá branco fortalece a estrutura capilar, auxilia no nascimento de novos fios e na redução da queda. Sem corantes, sem parabenos, sem adição de cloreto de sódio e sem testes em animais.

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Alimentação saudável auxilia na promoção de bem-estar e no controle da pressão arterial

Portal Hortolândia

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Esta terça-feira (31) marca a celebração do Dia Mundial da Saúde e Nutrição, voltado para a conscientização da população sobre a importância da boa alimentação e manutenção de práticas saudáveis. Vale destacar que os alimentos são responsáveis por fornecer energia e sustento ao corpo, controlar a pressão arterial e liberar neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar e muitos outros benefícios.

De acordo com especialistas, uma boa nutrição diária deve ser composta por vitaminas, fibras, carboidratos de baixos teor glicêmico e densidade calórica, encontrados em alimentos in natura, ou seja, que não passaram por processamentos. As refeições in natura são frescas, como verduras, frutas, legumes e carnes.

Alimentos minimamente processados são os in natura que passaram por alterações industriais, como moagem, secagem e formas de conservação (arroz, farinhas, sucos e leite, por exemplo).

Já as refeições processadas são derivadas de alimentos in natura ou minimamente processados que sofrem adição de sal, açúcar, óleo e vinagre, como enlatados, extratos ou polpa de tomate, manteiga e queijos.

Ultraprocessados são de baixíssimo valor nutricional e de alta densidade calórica, por conterem formulações sintéticas que realçam a cor, sabor e conservação dos alimentos, como embutidos, pães de forma, molhos prontos e congelados. Embora sejam os mais baratos e práticos, o consumo desses alimentos deve ser evitado pela alta concentração de gordura, sal e açúcar e estrem associados a obesidade, diabetes e doenças cardíacas.

Práticas saudáveis

A alimentação também está ligada à disposição e à resistência física, que, combinados com a prática regular de ingestão de água, exercícios físicos e horas de sono adequadas, reduzem níveis de estresse, previnem obesidade, diabetes, desenvolvimento de tumores, doenças cardiovasculares e gastrointestinais. disfunções do fígado e rins.

“Não existe fórmula mágica”, alerta a nutricionista Renata Alves. “A mudança da alimentação já gera resultados, claro, mas os exercícios aceleram o processo de gasto energético”, acrescenta.

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Coronavírus: o que gestantes e lactantes precisam saber?

Redação

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As professoras da Unifran, Dra. Marisa Afonso Andrade Brunherotti e Dra. Elisabete Lilian Dair esclarecem algumas dúvidas sobre gravidez nesse período de quarentena

Por se tratar de um vírus novo, ainda são muitas as dúvidas sobre o COVID-19, doença que tem afetado diversos países do mundo e que resultou em uma pandemia. As estatísticas mostram que essa é uma enfermidade que atinge mais os idosos, diabéticos, hipertensos, quem têm insuficiência renal crônica, doença respiratória crônica e doença cardiovascular.

A relação do coronavírus no organismo das mulheres grávidas, por exemplo, também se tornou uma preocupação, visto que as mulheres no período de gestação, naturalmente apresentam alterações na imunidade.

Segundo a Dra. Marisa Afonso Andrade Brunherotti, docente do curso de Mestrado e Doutorado em Promoção da Saúde da Universidade de Franca (Unifran). “A gestação é um estado fisiológico que pode predispor a infecções respiratórias e virais, devido às mudanças no sistema imunológico e cardiopulmonar. Segundo o estudo recente da Universidade de Hong Kong não há evidências científicas que mulheres grávidas são mais suscetíveis ao vírus, desta forma a prevenção é a mesma que a população em geral, como o isolamento social e a higienização”, explica.

Outra questão apontada pela docente do curso de Medicina da Unifran, professora Dra. Elisabete Lilian Dair, é em relação as mães gestantes que contraem o vírus. “Os dados sobre o impacto para o feto em mães que apresentam o vírus são limitados. Até o presente momento, é incerto se há risco de transmissão intrauterina da mãe para o feto, mas tudo indica que a infecção materna no último trimestre de gestação não apresenta nenhum risco fetal”. Além disso, destaca a Dra. Elisabete Dair, que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a mãe que tenha contraído o vírus pode amamentar normalmente, devido ao fato que até o momento não há elementos que comprovem que o leite materno possa disseminar o novo coronavírus.

A professora Dra. Marisa argumenta ainda, que para as mães lactantes, os cuidados seguem os mesmos e em casos suspeitos, orienta-se o uso de máscara cirúrgica durante todo o cuidado com o recém-nascido e a amamentação. A especialista relata, “A higienização deve ser redobrada, além de restringir visitas. Vale ressaltar, que neste período há também outros vírus, como a influenza, circulando no nosso meio”, aponta.

“É importante que todas as gestantes e lactantes somente utilizem medicamentos que foram orientados pelo profissional da saúde de sua confiança. Além disso, que todas as gestantes recebam a vacina da gripe na campanha de vacinação contra a gripe Influenza”, completa a professora Dra. Elisabete.

Sobre a UNIFRAN – Com 50 anos de tradição em ensino superior no interior de São Paulo, a UNIFRAN recebe em seus 253 mil metros quadrados mais de 50 mil alunos, entre cursos de graduação, presenciais e a distância, especializações, mestrados e doutorados, que abrangem todas as áreas do conhecimento. A Universidade, considerada a melhor instituição particular do Brasil, segundo o Latin America University Rankings 2019, da revista inglesa Times Higher Education (THE), integra o grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do País, que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados, como Universidade Cruzeiro do Sul e Universidade Cidade de São Paulo – Unicid (São Paulo/SP), Universidade de Franca – Unifran (Franca/SP), Centro Universitário do Distrito Federal – UDF (Brasília/DF, Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – Ceunsp (Itu e Salto/SP), Faculdade São Sebastião – FASS (São Sebastião/SP), Centro Universitário Módulo (Caraguatatuba/SP), Faculdade Cesuca (Cachoeirinha/RS), Centro Universitário da Serra Gaúcha – FSG (Bento Gonçalves e Caxias do Sul/RS), Centro Universitário de João Pessoa – Unipê (João Pessoa/PB), Centro Universitário Braz Cubas (Mogi das Cruzes/SP) e Universidade Positivo (Curitiba e Londrina /PR), além de colégios de educação básica e ensino técnico. Visite: www.unifran.edu.br

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Coronavírus: Período de isolamento é suficiente, mas requer cuidados

Portal Hortolândia

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O isolamento por 14 dias é, em geral, suficiente para garantir que alguém que tenha sido infectado pelo novo coronavírus não contamine pessoas próximas. A garantia fica ainda maior quando embasada por exames laboratoriais, explicam especialistas consultados pela Agência Brasil. Eles, no entanto, alertam para cuidados que se deve ter nos casos em que o doente isolado mora com outras pessoas e, principalmente, quando entre eles há um idoso.

“O prazo de 14 dias corresponde ao tempo de transmissão do vírus”, explica a presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal, Heloísa Ravagnani. Segundo a médica, após esse período, o paciente pode voltar às atividades normais. “A princípio, sem restrições, desde que esteja se sentindo bem, sem sintomas e com os exames voltando à normalidade.”

De acordo com Heloísa, as pessoas costumam confundir quarentena com isolamento. Enquanto a primeira medida é determinada pelo governo, estabelecendo um prazo necessário para que todos fiquem afastados socialmente de forma a evitar a disseminação do vírus, o isolamento é diferente, por ser voltado a pessoas com suspeitas ou que, de fato, estejam contaminadas.

“No caso da quarentena, as pessoas só saem de casa para fazer coisas de extrema necessidade, como ir à farmácia, à padaria, ao mercado. Obviamente sob a condição de que não façam disso um evento social. Já os cuidados da pessoa em isolamento são diferentes, pela suspeita de doença”, disse a infectologista à Agência Brasil.

Cuidados durante isolamento

A médica diz que o ideal é que a pessoa fique sozinha em um cômodo, de preferência em um quarto com banheiro. Ela fica dentro desse ambiente, a princípio sem máscara, mas tendo de higienizar com álcool todos os objetos de que fizer uso frequente.

Caso o banheiro seja de uso comum, é importante que a pessoa sob isolamento seja a última a usá-lo e que, sempre após o uso, higienize-o com álcool 70% ou hipoclorito em todos os locais tocados. “E todas vezes que sair do quarto e tiver contato com outras pessoas na casa, tem de usar máscara para evitar a transmissão.Os objetos que serão descartados – caso dos lenços, por exemplo – devem ser fechados em sacos para depois serem juntados ao lixo da família e, enfim, recolhidos pelos serviços de limpeza.

Heloísa acrescenta que o doente não pode dividir talher, copo ou prato com outras pessoas. “É importante que a pessoa troque a própria roupa de cama, que tem de ser colocada em saco plástico para levar e ser lavada em separado”, explica Heloísa.

Membro da Sociedade Brasileira de Infectologista, José David Urbaez Brito diz ser também indicado que a limpeza do quarto seja feita pelo próprio paciente isolado. Já a higiene das mãos deve ser feita com água e sabão, por pelo menos 1 minuto; ou com álcool gel 70%, por 20 ou 30 segundos.

“Quanto à alimentação, o fornecimento tem de ser feito de forma a não possibilitar o contato com o paciente. Se não tiver outro jeito, quem for cuidar do paciente tem de usar máscara cirúrgica, se manter a 2 metros do paciente, e usar avental impermeável”, disse o médico.

Famílias grandes em casas pequenas

A maior preocupação, segundo os dois especialistas, é com os idosos. Principalmente quando a família mora em casas ou apartamentos de pequenos cômodos. “É comum famílias morando em um ou dois cômodos, e em um ambiente muito pequeno não tem jeito: as pessoas vão acabar sendo expostas ao vírus. A começar pelo fato de ser importante que se tenha um colchão específico para a pessoa com a covid-19”, explica Heloísa Ravagnani.

A presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal diz que nessas situações os cuidados devem ser ainda maiores. “Como vive muito próxima a outros, a pessoa ter de usar a máscara todo o tempo. O problema é que a máscara deve ser trocada depois de ficar úmida ou a cada duas horas.”

Idosos

Brito alerta que, no caso dos idosos, é de extrema importância o isolamento total. “Não pode ter contato com ninguém, e essa é a grande angústia quando se tem, entre os familiares que vivem na mesma casa, uma pessoa contaminada.”

Ele aponta como solução as autoridades adotarem medidas que viabilizem outros locais onde o idoso possa permanecer enquanto algum dos entes com quem mora estiver em situação de isolamento.

Uma das possibilidades sugeridas por ele é aproveitar a baixa movimentação de hotéis e albergues para disponibilizá-los a idosos que moram com pessoas infectadas ou com suspeita de contaminação.

fonte Agência Brasil

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