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Saúde & Beleza

Como a alimentação saudável contribui para o bem-estar e evita a obesidade

Portal Hortolândia

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Os alimentos saudáveis são responsáveis por fornecer energia e nutrientes ao corpo, controlar a pressão arterial, prevenir a obesidade e liberar neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar, além de outros benefícios.

É sabido que uma boa alimentação deve ser composta por vitaminas, fibras, carboidratos de baixos teor glicêmico e densidade calórica, encontrados em alimentos não processados ou minimamente processados – como farinhas, sucos, leite etc.

A alimentação também está ligada à disposição e à resistência física, que combinados com a prática regular de ingestão de água, exercícios físicos e horas de sono adequadas, reduzem níveis de estresse, previnem obesidade, diabetes, desenvolvimento de tumores, doenças cardiovasculares e gastrointestinais, disfunções do fígado e rins.

É importante, ao preparar as refeições, se atentar a cada ingrediente. E mais, evitar os ultraprocessados, que além de terem baixíssimos valores nutricionais, possuem alta concentração de gordura, sal e açúcar e estão associados à obesidade, diabetes e doenças cardíacas.

O perigo da obesidade infantil

As crianças são as principais vítimas do consumo excessivo de alimentos ultraprocessados. Devido a esse hábito alimentar, é comum ver o aumento do número de crianças com sobrepeso ou obesidade.

A obesidade infantil pode levar ao aumento de colesterol, devido ao consumo destes alimentos e, principalmente, à mudança de metabolismo. “Uma criança que já possui um aumento de colesterol na infância tem possibilidade de manter estes problemas na vida adulta, elevando, assim, o risco de doença cardiovascular”, explica Larissa Baldini Farjalla Mattar, nutricionista do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Ainda de acordo com a nutricionista, os cuidados devem ser realizados com acompanhamento médico e nutricional. “A prevenção do colesterol na infância deve ser feita com supervisão de profissionais e incentivo dos pais, a fim de estimular o consumo de alimentos in natura, como verduras, legumes e frutas. É importante associar esta alimentação saudável à prática de exercícios físicos, e evitar a ingestão de itens processados e ultra processados”, finaliza.

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Saúde: Consumo de alface pode ser aliado em momentos de ansiedade

Portal Hortolândia

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Cultivada e consumida em todo o território nacional, a alface é um alimento rico em nutrientes e pode ser consumida o ano todo, inclusive no período mais frio. Técnicas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado explicam que a hortaliça é a primeira folhosa introduzida na alimentação e o consumo ajuda a reduzir até mesmo a ansiedade.

Segundo o diagnóstico da Olericultura Paulista do ano passado, 85% dos municípios paulistas cultivam alface, sendo a região de Mogi das Cruzes responsável por aproximadamente 60% da produção estadual, seguida de Ibiúna, com 25%.

“Originária da Europa e da Ásia, a alface pertence à família Asterácea, como a alcachofra, o almeirão e a escarola, sendo conhecida desde 500 anos a.C. Apesar dos hábitos de consumo e das diferenças climáticas, ela é uma hortaliça plantada e consumida em todo o território brasileiro”, afirma Sizele Rodrigues dos Santos, nutricionista do Centro de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Cesans), da Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro).

“A alface é uma hortaliça muito comum e presente na mesa do brasileiro. Geralmente, é a primeira folhosa crua a ser introduzida na nossa alimentação. Tem alto poder de saciedade e oferece apenas 15kcal por 100 gramas. Por isso, é tão comum nas dietas de emagrecimento”, completa a nutricionista Beatriz Cantusio Pazinato, extensionista da Divisão de Extensão Rural, da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), responsável pelos cursos e treinamentos oferecidos pela pasta em várias localidades do estado de São Paulo.

Propriedades

De acordo com Beatriz, entre as propriedades da alface, destacam-se as vitaminas, como a niacina, que atua na respiração das células e na digestão dos nutrientes. Entre os minerais, a hortaliça possui boas quantidades de fósforo e potássio.

“O fósforo, além de participar da composição dos ossos e de todas as células do nosso corpo, auxilia na formação de músculos e no equilíbrio sanguíneo. O potássio é essencial para a transmissão do impulso nervoso, iniciar as contrações e os movimentos dos músculos, regular os batimentos cardíacos e a pressão arterial”, salienta.

“A alface pertence às plantas do gênero lactuca e produz uma substância chamada lactucina, encontrada principalmente nos talos, sendo conhecida pelas propriedades antitumorais, antimaláricas, calmantes, sedativas, entre outras”, esclarece a engenheira agrônoma Maria Cláudia Garcia Blanco, também da Divisão de Extensão Rural da CDRS e especialista em plantas medicinais.

Segundo Sizele, em razão da presença de vitaminas A, C e K, antioxidantes, magnésio e potássio, a folhosa favorece também o fortalecimento do sistema imunológico. A vitamina A, em conjunto com a luteína e zeaxantina, pode trazer benefícios para a saúde dos olhos, já que são substâncias carotenoides que atuam na redução de doenças oftalmológicas como a catarata, por exemplo. “Alguns estudos também apontam que essa verdura, quando consumida regularmente, pode ser benéfica para o controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol”, afirma.

Compra e armazenamento

No momento da compra, é importante escolher as folhas que estejam firmes, sem manchas e com cor brilhante. Não se devem comprar aquelas que estiverem amassadas, amareladas e com pontos escuros. Ao ser adquirido, o pé de alface pode ser armazenado em sacos plásticos furados e guardados nas gavetas inferiores das geladeiras.

Deve-se lavar folha a folha em água limpa e corrente e as deixar de molho em solução clorada (preparada conforme a recomendação do fabricante, descrita na embalagem da água sanitária ou do hipoclorito), por 15 minutos, aproximadamente. As folhas, já higienizadas e escorridas, podem ser acondicionadas em potes plásticos tampados e armazenados sob refrigeração.

“Para que durem por mais tempo, é importante, periodicamente, remover a água, resultante da respiração das folhas, que se forma no recipiente, evitando-se a aceleração da oxidação e redução da vida útil da folhosa”, alerta Beatriz Cantusio.

Preparo

Qualidades terapêuticas em destaque, a alface costuma ser consumida crua, em saladas ou complementos de lanches; mas também pode ser refogada e fazer parte de algumas preparações como sopas, tortas e patês.

“Não há uma quantidade ideal indicada para consumo, mas recomenda-se a inclusão de seis a 12 folhas nas refeições diárias”, pontua Sizele. Na culinária, pode ser usada em diversas receitas, como em refrescos e sopas. “Agora, com a chegada dos dias mais frios, experimente colocar uma folha de alface picada e sobre ela acrescentar a sua sopa preferida bem fumegante e veja que delícia”, sugere Beatriz Cantusio, que está sempre testando novas receitas na Cozinha Experimental da CDRS.

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Alimentação saudável auxilia na promoção de bem-estar e no controle da pressão arterial

Portal Hortolândia

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Esta terça-feira (31) marca a celebração do Dia Mundial da Saúde e Nutrição, voltado para a conscientização da população sobre a importância da boa alimentação e manutenção de práticas saudáveis. Vale destacar que os alimentos são responsáveis por fornecer energia e sustento ao corpo, controlar a pressão arterial e liberar neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar e muitos outros benefícios.

De acordo com especialistas, uma boa nutrição diária deve ser composta por vitaminas, fibras, carboidratos de baixos teor glicêmico e densidade calórica, encontrados em alimentos in natura, ou seja, que não passaram por processamentos. As refeições in natura são frescas, como verduras, frutas, legumes e carnes.

Alimentos minimamente processados são os in natura que passaram por alterações industriais, como moagem, secagem e formas de conservação (arroz, farinhas, sucos e leite, por exemplo).

Já as refeições processadas são derivadas de alimentos in natura ou minimamente processados que sofrem adição de sal, açúcar, óleo e vinagre, como enlatados, extratos ou polpa de tomate, manteiga e queijos.

Ultraprocessados são de baixíssimo valor nutricional e de alta densidade calórica, por conterem formulações sintéticas que realçam a cor, sabor e conservação dos alimentos, como embutidos, pães de forma, molhos prontos e congelados. Embora sejam os mais baratos e práticos, o consumo desses alimentos deve ser evitado pela alta concentração de gordura, sal e açúcar e estrem associados a obesidade, diabetes e doenças cardíacas.

Práticas saudáveis

A alimentação também está ligada à disposição e à resistência física, que, combinados com a prática regular de ingestão de água, exercícios físicos e horas de sono adequadas, reduzem níveis de estresse, previnem obesidade, diabetes, desenvolvimento de tumores, doenças cardiovasculares e gastrointestinais. disfunções do fígado e rins.

“Não existe fórmula mágica”, alerta a nutricionista Renata Alves. “A mudança da alimentação já gera resultados, claro, mas os exercícios aceleram o processo de gasto energético”, acrescenta.

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Coronavírus: o que gestantes e lactantes precisam saber?

Redação

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As professoras da Unifran, Dra. Marisa Afonso Andrade Brunherotti e Dra. Elisabete Lilian Dair esclarecem algumas dúvidas sobre gravidez nesse período de quarentena

Por se tratar de um vírus novo, ainda são muitas as dúvidas sobre o COVID-19, doença que tem afetado diversos países do mundo e que resultou em uma pandemia. As estatísticas mostram que essa é uma enfermidade que atinge mais os idosos, diabéticos, hipertensos, quem têm insuficiência renal crônica, doença respiratória crônica e doença cardiovascular.

A relação do coronavírus no organismo das mulheres grávidas, por exemplo, também se tornou uma preocupação, visto que as mulheres no período de gestação, naturalmente apresentam alterações na imunidade.

Segundo a Dra. Marisa Afonso Andrade Brunherotti, docente do curso de Mestrado e Doutorado em Promoção da Saúde da Universidade de Franca (Unifran). “A gestação é um estado fisiológico que pode predispor a infecções respiratórias e virais, devido às mudanças no sistema imunológico e cardiopulmonar. Segundo o estudo recente da Universidade de Hong Kong não há evidências científicas que mulheres grávidas são mais suscetíveis ao vírus, desta forma a prevenção é a mesma que a população em geral, como o isolamento social e a higienização”, explica.

Outra questão apontada pela docente do curso de Medicina da Unifran, professora Dra. Elisabete Lilian Dair, é em relação as mães gestantes que contraem o vírus. “Os dados sobre o impacto para o feto em mães que apresentam o vírus são limitados. Até o presente momento, é incerto se há risco de transmissão intrauterina da mãe para o feto, mas tudo indica que a infecção materna no último trimestre de gestação não apresenta nenhum risco fetal”. Além disso, destaca a Dra. Elisabete Dair, que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a mãe que tenha contraído o vírus pode amamentar normalmente, devido ao fato que até o momento não há elementos que comprovem que o leite materno possa disseminar o novo coronavírus.

A professora Dra. Marisa argumenta ainda, que para as mães lactantes, os cuidados seguem os mesmos e em casos suspeitos, orienta-se o uso de máscara cirúrgica durante todo o cuidado com o recém-nascido e a amamentação. A especialista relata, “A higienização deve ser redobrada, além de restringir visitas. Vale ressaltar, que neste período há também outros vírus, como a influenza, circulando no nosso meio”, aponta.

“É importante que todas as gestantes e lactantes somente utilizem medicamentos que foram orientados pelo profissional da saúde de sua confiança. Além disso, que todas as gestantes recebam a vacina da gripe na campanha de vacinação contra a gripe Influenza”, completa a professora Dra. Elisabete.

Sobre a UNIFRAN – Com 50 anos de tradição em ensino superior no interior de São Paulo, a UNIFRAN recebe em seus 253 mil metros quadrados mais de 50 mil alunos, entre cursos de graduação, presenciais e a distância, especializações, mestrados e doutorados, que abrangem todas as áreas do conhecimento. A Universidade, considerada a melhor instituição particular do Brasil, segundo o Latin America University Rankings 2019, da revista inglesa Times Higher Education (THE), integra o grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do País, que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados, como Universidade Cruzeiro do Sul e Universidade Cidade de São Paulo – Unicid (São Paulo/SP), Universidade de Franca – Unifran (Franca/SP), Centro Universitário do Distrito Federal – UDF (Brasília/DF, Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – Ceunsp (Itu e Salto/SP), Faculdade São Sebastião – FASS (São Sebastião/SP), Centro Universitário Módulo (Caraguatatuba/SP), Faculdade Cesuca (Cachoeirinha/RS), Centro Universitário da Serra Gaúcha – FSG (Bento Gonçalves e Caxias do Sul/RS), Centro Universitário de João Pessoa – Unipê (João Pessoa/PB), Centro Universitário Braz Cubas (Mogi das Cruzes/SP) e Universidade Positivo (Curitiba e Londrina /PR), além de colégios de educação básica e ensino técnico. Visite: www.unifran.edu.br

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