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Saúde & Beleza

Dores na cervical: Elimine a rigidez do pescoço com o Yoga

Portal Hortolândia

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Muito tempo na frente do computador, fazendo os mesmos movimentos ao longo do dia ou lendo documentos na maior parte do tempo que você está no trabalho, são exemplos de ações que são feitas diariamente que podem causar dor na cervical. O incomodo acontece com tanta frequência que você sai da cama e, sem nenhum motivo específico, seu pescoço fica completamente bloqueado.

Dor forte que começa na base da cabeça e costuma afetar os outros membros. A parte superior das costas é uma área muito delicada e, se você não fizer exercícios posturais constantes para fortalecer os músculos que sustentam a cabeça, as chances de acordar com dores no pescoço são muito maiores.

Se você costuma ter dores no pescoço, isso significa que você precisa proteger a parte superior das suas costas. O yoga é perfeito para prevenir qualquer tipo de doença no pescoço. As inúmeras posturas que são realizadas durante a prática, trabalham alinhando e fortalecendo os músculos da parte superior das costas. Os exercícios de yoga costumam ser flexões e torções para frente, para os lados e para trás, que atuam de forma preventiva na região do pescoço.

Além disso, ao eliminar o estresse há a redução da dor no pescoço. Porque tanto o estresse e a dor no pescoço estão intimamente relacionados. Há evidências científicas que afirmam que se uma pessoa está particularmente estressada, pode surgir desconforto na parte superior das costas ou, se já houver, os sintomas no pescoço podem piorar.

As posturas de yoga visam reequilibrar todos os músculos do corpo e proporcionar maior flexibilidade. Muitas horas na frente do computador ou em qualquer outra situação em que o pescoço não se mova muito, os músculos tendem a enrijecer e inflamar mais facilmente.

Algumas posturas de yoga são o antídoto perfeito para a rigidez do pescoço e dos ombros, tornando-as perfeitas para recuperar a flexibilidade na parte superior das costas.

Bhujangasana, a postura da cobra

Esta posição é uma curva simples para trás que permite que a caixa torácica e os ombros se abram totalmente.

  1. Comece deitando-se no tapete de yoga com o estômago e o rosto voltados para baixo.

Mantenha as pernas juntas e alongue também os dedos dos pés, mantendo a parte de trás dos pés voltada para o chão.

Coloque as mãos exatamente sob os ombros. Mantenha os cotovelos próximos aos lados do corpo e não afastados.

  1. Neste ponto, coloque as mãos no chão e levante o peito. Enquanto se levanta, tente empurrar sua pélvis para o chão. Se precisar, aperte levemente os glúteos, mas não muito, eles ajudarão a levantar o peito.

Se você não puder ir muito longe, pare onde puder (postura da cobra baixa), também é bom manter os cotovelos no chão (postura da esfinge). Se, por outro lado, você pode se curvar, vá em frente (posição de cobra alta), mas lembre-se sempre de ficar dentro de seus limites.

  1. Depois de atingir o limite de curvatura, se você puder trazer a cabeça para trás e olhar para cima, do contrário, olhe para frente. Lembre-se sempre de não apertar demais o pescoço.
  1. Nesse ponto, segure Bhujangasana por alguns segundos a alguns minutos, respirando profundamente. Claramente, quanto mais você permanecer lá, maiores serão os benefícios que você experimentará.

Finalmente, relaxe suavemente os braços e lentamente saia da posição. Descanse por alguns segundos no tapete antes de continuar com a prática.

Balasana, a postura da criança

Este exercício de yoga é ótimo para relaxar completamente todos os músculos do pescoço e da parte superior das costas, para que qualquer tensão muscular desapareça.

  1. Para começar a fazer Balasana, coloque os joelhos no chão e a pélvis em cima deles, as mãos no tapete na largura dos ombros e as mãos alinhadas com as palmas. Os dedões dos pés devem ser unidos.
  2. Nesse ponto, mude o peso dos quadris para trás e sente-se com as nádegas sobre os calcanhares.
  3. Os braços podem ser colocados em duas posições:
  • Ao longo do corpo e, neste caso, as palmas das mãos voltadas para cima;
  • Ou você os deixa esticados sobre a cabeça, enquanto nisso suas palmas estão voltadas para o chão.
  1. Você também pode manter os joelhos unidos ou na largura do tapete:
  2. Nesse ponto, solte todo o corpo e deixe a testa tocar o chão. Se não conseguir, vá o mais longe que puder e respire profundamente. Tente se concentrar na parte de trás do corpo e deixe que qualquer tensão nos ombros, costas, pescoço e braços desapareça lentamente, usando a respiração.
  3. Agora feche os olhos, relaxe completamente e fique na posição da criança pelo tempo que for necessário.

Marjariasana, a postura do gato

Graças ao movimento realizado durante este exercício, o pescoço é submetido a uma delicada massagem que alivia e muitas vezes faz desaparecer a dor cervical. É como uma verdadeira massagem que, no entanto, em vez de ser feita por outra pessoa, você mesmo faz.

  1. Primeiro fique na posição de quatro apoios.

Certifique-se de que suas mãos estejam alinhadas sob seus ombros e na mesma largura. Os joelhos também devem estar abaixo da pelve e na largura dos quadris. A cabeça deve estar em posição neutra e o peso deve estar distribuído entre as pernas e os braços

  1. Agora, ao inspirar, comece a arquear as costas para baixo, levante o torso e, finalmente, levante o queixo olhando para cima. Lembre-se de manter os ombros afastados das orelhas e o peito bem aberto.
  2. Na expiração seguinte, primeiro endireite as costas e depois continue o movimento levantando a parte central da coluna e formando uma espécie de “corcunda”. Ao mesmo tempo, dobre a cabeça para baixo, levando o queixo à garganta e tente olhar para o umbigo.
  3. Neste ponto, você pode continuar repetindo o ciclo que acabamos de descrever inspirar / olhar para cima e expirar / olhar para baixo. Tente fazer isso lentamente e no ritmo da sua respiração.

Praticar essas posições separada e estaticamente é muito bom para o pescoço, mas também é muito saudável praticar um conjunto de posições de yoga em uma sequência dinâmica.

Na verdade, às vezes acontece que a região cervical precisa de movimento para permitir que algumas tensões se dissolvam. Especialmente quando uma pessoa leva um estilo de vida sedentário, mover as áreas sob tensão pode ser extremamente benéfico e pode fazer a dor desaparecer em pouco tempo.

Claro, se as dores no pescoço forem muito fortes, é melhor que você descanse essa área por alguns dias e comece novamente com esses exercícios de yoga assim que se sentir melhor. É sempre melhor deixar a inflamação passar antes de praticar, caso contrário, o desconforto pode aumentar.

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Saúde & Beleza

IBGE: obesidade mais do que dobra na população com mais de 20 anos

Portal Hortolândia

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Entre 2003 e 2019, a proporção de obesos na população com 20 anos ou mais de idade do país mais que dobrou, passando de 12,2% para 26,8%. No período, a obesidade feminina passou de 14,5% para 30,2% e se manteve acima da masculina, que subiu de 9,6% para 22,8%.

Já a proporção de pessoas com excesso de peso na população com 20 anos ou mais de idade subiu de 43,3% para 61,7% nos mesmos 17 anos. Entre os homens, foi de 43,3% para 60% e, entre as mulheres, de 43,2% para 63,3%.

Os dados constam do segundo volume da Pesquisa Nacional de Saúde 2019, e foram divulgados hoje (21), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2019, uma em cada quatro pessoas de 18 anos ou mais de idade no Brasil estava obesa, o equivalente a 41 milhões de pessoas. Eram 29,5% das mulheres e 21,8% dos homens.

Já o excesso de peso atingia 60,3% da população de 18 anos ou mais de idade, o que corresponde a 96 milhões de pessoas, sendo 62,6% das mulheres e 57,5% dos homens.

O excesso de peso também ocorria em 19,4% dos adolescentes de 15 a 17 anos de idade, o que corresponde a um total estimado em 1,8 milhão de pessoas, sendo 22,9% de moças e 16% dos rapazes. A obesidade atingia 6,7% dos adolescentes: 8% no sexo feminino e 5,4 % no sexo masculino.

Para a responsável pela pesquisa, a analista Flávia Vinhaes, as causas para o excesso de peso e a obesidade são a baixa qualidade da alimentação do brasileiro e a escassez de atividades físicas. “Faltam políticas públicas estruturadas de combate à obesidade e ao excesso de peso, como o incentivo à ingestão de alimentos saudáveis e à prática esportiva”, indica.

É considerado como excesso de peso o índice de massa corporal (IMC) maior do que 25. A pessoa obesa tem IMC maior do que 30. O IMC é calculado pelo peso em quilograma dividido pelo quadrado da altura em metro.

Segundo o IBGE, a prevalência de déficit de peso em adultos com 18 ou mais anos de idade foi de 1,6%, (1,7% para homens e 1,5% para mulheres), ficando, portanto, bem abaixo do limite de 5% fixado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como indicativo de exposição da população adulta à desnutrição.

Atenção Primária à Saúde

Em 2019, pela primeira vez a Pesquisa Nacional de Saúde coletou informações sobre a Atenção Primária à Saúde (APS). O questionário foi aplicado aos moradores com 18 anos ou mais de idade que tiveram pelo menos dois atendimentos com o mesmo médico em unidades básicas de saúde ou unidades de saúde da família. A meta era avaliar o cuidado médico prestado nessas unidades.

No ano passado, 17,3 milhões de pessoas de 18 anos ou mais de idade utilizaram algum serviço da Atenção Primária à Saúde, nos seis meses anteriores à data da entrevista, em mais de um atendimento médico.

As respostas dos questionários receberam valores que foram usados para se calcular o escore geral da APS, que varia de 0 a 10. Segundo o IBGE, um escore igual ou superior a 6,6 aponta excelente qualidade de atenção primária à saúde. O escore geral da Atenção Primária à Saúde obtido na pesquisa no Brasil foi de 5,9.

Para o IBGE, um resultado abaixo de 6,6 significa baixa classificação e revela serviços com baixa presença de atributos da APS, como a facilidade para utilizar os serviços de saúde; a regularidade do serviço de saúde e a relação humanizada entre equipe de saúde e pacientes; a capacidade de garantir a continuidade da atenção ao paciente; a orientação familiar e comunitária.

“Como é a primeira vez que o IBGE faz esse tipo de avaliação, a gente ainda não tem uma forma de avaliar se houve evolução ou não nessa pontuação. A gente, agora, está trabalhando numa linha de base que é esse 5,9”, disse a responsável pela pesquisa.

Pontuação

Ao todo, 69,9% das pessoas de 18 anos ou mais de idade que utilizaram algum serviço da Atenção Primária à Saúde, nos últimos seis meses anteriores à data da entrevista, eram mulheres; 60,9% das pessoas eram pretas ou pardas; 65% tinham cônjuges; e 35,8%, 40 a 59 anos de idade.

Os homens pontuaram a APS com 5,9 e as mulheres, com 5,8. Entre os mais jovens (18 a 39 anos) o escore ficou em 5,6 e, entre os mais velhos (60 anos ou mais de idade), 6,1.

No país, 53,8% dos usuários de APS não tinham uma ocupação, sendo que 64,7% tinham renda domiciliar per capita inferior a um salário mínimo e 32,3%, e se inseriam na faixa de 1 a 3 salários mínimos. As pessoas não ocupadas pontuaram 5,9 e as ocupadas, 5,8.

Das pessoas de 18 anos ou mais de idade que se consultaram com o mesmo médico pelo menos duas vezes, em unidades básicas de saúde, nos seis meses anteriores à entrevista, 94,4% não tinham plano de saúde. Sua avaliação dos atributos da APS teve nota 5,9.

Os moradores cujos domicílios eram cadastrados na unidade de saúde atribuíram um escore geral de 6. Já os moradores de lares não cadastrados avaliaram a APS com escore geral de 5,5. Entre aqueles que receberam pelo menos uma visita de algum agente comunitário ou membro da equipe de saúde, o escore foi 6,1, e para os que nunca receberam qualquer visita destes profissionais, o escore foi de 5,7.

No Brasil, o motivo mais frequente da procura por atendimento médico foi doença ou outro problema de saúde ou continuação de tratamento (52,5%), vindo, a seguir, exames periódicos (40,2%).

fonte ebc

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Estudo da Unicamp comprova que a Covid-19 pode afetar o cérebro

Redação

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Estudo brasileiro divulgado no dia 13 de outubro na plataforma medRxiv comprova que o vírus SARS-CoV-2 é capaz de infectar células do tecido cerebral, tendo como principal alvo os astrócitos. Os resultados revelam ainda que mesmo os indivíduos que tiveram a forma leve da COVID-19 podem apresentar alterações significativas na estrutura do córtex – região do cérebro mais rica em neurônios e responsável por funções complexas como memória, atenção, consciência e linguagem.

A investigação foi conduzida por diversos grupos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade de São Paulo (USP) – todos financiados pela FAPESP. Também colaboraram pesquisadores do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Dois trabalhos anteriores haviam detectado a presença do novo coronavírus no cérebro, mas não se sabia ao certo se ele estava no sangue, nas células endoteliais [que recobrem os vasos sanguíneos] ou dentro das células nervosas. Nós mostramos pela primeira vez que ele de fato infecta e se replica nos astrócitos e que isso pode diminuir a viabilidade dos neurônios”, conta à Agência FAPESP Daniel Martins-de-Souza, professor do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp, pesquisador do IDOR e um dos coordenadores da investigação.

Sintomas persistentes

Em outro braço da pesquisa, conduzido na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, exames de ressonância magnética foram feitos em 81 voluntários que contraíram a forma leve da COVID-19 e se recuperaram. Em média, as avaliações presenciais ocorreram 60 dias após a data do teste diagnóstico e um terço dos participantes ainda apresentava sintomas neurológicos ou neuropsiquiátricos. As principais queixas foram dor de cabeça (40%), fadiga (40%), alteração de memória (30%), ansiedade (28%), perda de olfato (28%), depressão (20%), sonolência diurna (25%), perda de paladar (16%) e de libido (14%).

“Divulgamos um link para que interessados em participar da pesquisa pudessem se inscrever e, para nossa surpresa, em poucos dias já tínhamos mais de 200 voluntários, muitos deles polissintomáticos e com queixas bem variadas. Além do exame de neuroimagem, eles estão sendo avaliados por meio de exame neurológico e testes padronizados para mensurar o desempenho em funções cognitivas, como memória, atenção e flexibilidade de raciocínio. No artigo apresentamos os primeiros resultados”, conta a professora Clarissa Yasuda, integrante do Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (BRAINN).

Foram incluídas na pesquisa somente pessoas que tiveram o diagnóstico de COVID-19 confirmado por RT-PCR e que não precisaram ser hospitalizadas. As avaliações foram feitas após o término da fase aguda e os resultados foram comparados com dados de 145 indivíduos saudáveis e não infectados.

Pela análise dos exames de ressonância magnética foi possível perceber que algumas regiões do córtex dos voluntários tinham espessura menor do que a média observada nos controles, enquanto outras apresentavam aumento de tamanho – o que, segundo os autores, poderia indicar algum grau de edema.

“Observamos atrofia em áreas relacionadas, por exemplo, com a ansiedade – um dos sintomas mais frequentes no grupo estudado. Considerando que a prevalência média de transtornos de ansiedade na população brasileira é de 9%, os 28% que encontramos é um número elevado e alarmante. Não esperávamos esses resultados em pacientes que tiveram doença leve”, afirma Yasuda.

Nos testes neuropsicológicos – feitos para avaliar as funções cognitivas – os voluntários do estudo também se saíram pior do que a média dos indivíduos brasileiros em algumas tarefas. Os resultados foram ajustados de acordo com a idade, o sexo e a escolaridade de cada participante. Também foi considerado o grau de fadiga relatado pelo participante aos pesquisadores.

“A pergunta que fica agora é: serão esses sintomas passageiros ou permanentes? Para descobrir pretendemos continuar acompanhando esses voluntários por algum tempo”, conta a pesquisadora.

Veja a matéria originalmente publicada no site da Agência Fapesp.

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Culinária

Benefícios que o AZEITE EXTRA VIRGEM trás e você precisa saber

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Você conhece os Benefícios que o Azeite Extra Virgem pode trazer para sua vida? Então confira ai 10 benefícios de incorporá-lo à dieta do dia-a-dia.

1– Obesidade: Devido o alto teor de nutrientes, o azeite de oliva extra virgem ajuda na prevenção da obesidade, já que a presença de ácidos graxos monoinsaturados aumentam a sensação de saciedade.

2– Saúde do Coração: Ajuda no retardo do envelhecimento cardíaco em conjunto com os antioxidantes que oferecem uma proteção contra a deterioração das células vermelhas do sangue.

3– Pressão Sanguínea: as gorduras saudáveis do azeite de oliva extra virgem ajudam a reduzir a pressão arterial diastólica e sistólica. Três colheres diárias são suficientes para diminuir os níveis altos de pressão arterial.

4– Diabetes Tipo 2: O Azeite é rico em gorduras monoinsaturadas que ajudam na prevenção da Diabetes Tipo 2.

5– Ossos Saudáveis: Ajuda a prevenir a perda de cálcio relacionado com o desenvolvimento da osteoporose durante o envelhecimento.

6 – Ameniza a Dor de Ouvido: O Azeite é conhecido por ser um remédio natural para as dores de ouvido, pois ele ajuda a combater o excesso de cera.

7– Depressão: Pessoas que seguem a Dieta Mediterrânea, que é rica em Azeite, possuem menor risco de desenvolverem depressão.

8– Cabelos Danificados: O Azeite pode ser usado como um hidratante natural nos cabelos, evitando pontas duplas e o ressecamento.

9 – Câncer do Cólon: : È rico em ácidos graxos essenciais, ômega-6 e ômega-3, que ajudam na prevenção do câncer de intestino.

10 – Saúde da Pele: É usado em produtos para a pele pois é rico em antioxidantes e vitaminas A e E.x

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