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Saúde & Beleza

Risco de morte por AVC e infarto aumenta na época do frio

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Frio do inverno está ai com temperaturas abaixo de 14º graus. Com isso, infelizmente o número de mortes por infarto, AVC e outras doenças vasculares aumenta excessivamente.

Por conta disso, o especialista em cirurgia vascular, endovascular e angiorradiologia, Robert Guimarães esclarece questões sobre doenças vasculares, seus sintomas, causas, prevenções e tratamentos. “Complicações vasculares são mais fáceis de aparecer no inverno por conta do aumento da pressão sanguínea, falta de hidratação e sedentarismo que o frio gera, “explica o doutor.

O especialista diz que, no frio, nosso organismo trabalha para sustentar o calor dentro do corpo, portanto as terminações nervosas da pele incentivam a formação de um tipo de substância que acelera o metabolismo para proteger os órgãos internos e evitar a perda de calor. Assim, este processo faz com que o coração utilize mais força para bombear o sangue, pois as paredes dos vasos sanguíneos se contraem, gerando um grande aumento da pressão sanguínea, causando assim, infartos e acidentes vasculares cerebral.

Robert Guimarães ainda alerta sobre a importância dos exames prévios, pois as complicações podem ser evitadas se forem tratadas com antecedência. Idosos, fumantes, obesos, diabéticos hipertensos e sedentários devem redobrar o cuidado, pois o risco é ainda maior.

“Essas e outras doenças possuem uma característica importante para precaução, ao realizar um check-up, o médico especialista pode evitar que a situação se complique com medidas iniciais, como aconselhar uma mudança nos hábitos alimentares, hidratação, atividades físicas e, caso necessário, receitar uma medicação”, salienta o cirurgião.

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Anti-envelhecimento é o que novo cosmético promete

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A indústria cosmética avança a cada dia no desenvolvimento de novas formulações que prometem melhorar a estrutura da pele, seja no combate aos fatores que provocam o envelhecimento, seja no preenchimento das marcas de expressão que surgem naturalmente com a idade. Uma das novidades nas chamadas linhas anti-aging é o uso do ácido hialurônico, em produtos voltados para a pele do rosto, corpo e cabelos.

Com alto poder de hidratação e a utilização de partículas cada vez menores, os cosméticos à base desses componentes agem em camadas profundas da estrutura celular, o que torna seus efeitos mais rápidos e efetivos. Uma das marcas que vem desenvolvendo pesquisas para incorporar o ácido é a Provanza, de Uberlândia, que acaba de lançar no mercado uma linha de cremes corporais, shampoo e condicionador. As pesquisas levaram cerca de dois anos e outros itens já estão na fila de lançamentos.

Para o médico dermatologista  Jefferson Souza, titular pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, o ácido hialurônico compõe a matriz extracelular encontrada na pele e sua grande capacidade de atrair e reter água contribuem  para tratamentos preventivos relacionados ao envelhecimento cutâneo. “Os tratamentos modernos que utilizam esse componente hidratam de verdade e  proporcionam a elasticidade de uma pele mais jovem”, explica.

Produção natural e envelhecimento

Todas as pessoas produzem ácido hialurônico naturalmente. Trata-se de um tipo de açúcar presente em grande quantidade no organismo, em especial nas cartilagens, articulações e na pele. Uma simples molécula é capaz de absorver o equivalente a mil vezes o seu peso em água. Por isso, ela é responsável pelo preenchimento de diferentes tipos de tecidos. Na medida em que ocorre o envelhecimento, a capacidade de produção da substância diminui. É aí que entra a indústria cosmética e suas novas formulações.

Apesar de presente em nosso organismo desde o nascimento, o ácido hialurônico tende a se tornar mais escasso na medida em que a idade chega. Esta alteração compromete especialmente o preenchimento da pele, que ganha rugas, marcas de expressão e flacidez.

Hidratantes com Ácido Hialurônico promovem uma hidratação profunda, reforçam a estrutura da pele e conferem uma aparência firme e lisa. Podem ser usados por homens e mulheres, a partir dos 25 anos de idade. A Provanza desenvolveu duas opções: uma de creme corporal e outra facial.

Os produtos contêm também óleo de girassol (calmante, emoliente, rico em nutrientes e antioxidantes) e extrato de chá branco (antioxidante). São fabricados sem corantes, parabenos ou testes em animais.

Ressecamento dos cabelos

A exposição solar, excesso de química e uso constante de secador e chapinha contribui para acelerar o processo de ressecamento dos cabelos. O ácido hialurônico também contribui para recuperar a hidratação, por meio de shampoos e cremes específicos. A substância atrai água para a fibra capilar, deixando os fios mais resistentes.

A Provanza lançou o shampoo e condicionador Hidro Nutritivo, com extrato de chá branco e ácido hialurônico. São produtos que  penetram nos cabelos  e agem para eliminar o ressecamento, reconstruir a estrutura dos fios, reduzir o frizz e prevenir a queda. O extrato de chá branco fortalece a estrutura capilar, auxilia no nascimento de novos fios e na redução da queda. Sem corantes, sem parabenos, sem adição de cloreto de sódio e sem testes em animais.

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Especialistas dão dicas que podem ajudar a combater o tabagismo

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De acordo com informações da OMS, 6 milhões de pessoas morrem em todo o planeta em decorrência do consumo de tabaco

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que mais de 50 tipos de doenças podem ser provocados pela nicotina e substâncias contidas no cigarro e em derivados, como cigarro de palha, charuto, cachimbo, fumo de rolo ou narguilé.

Com isso, é importante solicitar ajuda médica no caso dos dependentes do tabaco que desejam parar de fumar. Diretora do programa de combate ao tabagismo do Instituto do Coração, a cardiologista Jacqueline Scholz afirma que usar os adesivos de nicotina é uma boa alternativa para enfrentar o desafio. No entanto, a ação não é suficiente.

“Os adesivos servem para pessoas com uma dependência não muito elevada, mas existem outros medicamentos eficazes que são complementares ou podem substituir esse método”, explica.

Vale destacar que a nicotina é uma droga capaz de melhorar concentração e os fumantes podem sentir calma ao fumar. “Pessoas que param de fumar sem uma assistência adequada podem ficar deprimidos ou extremamente ansiosos. Isso faz com que voltem a fumar e achem que não é possível conseguir parar”, alerta a médica.

Orientações

Para evitar recaídas, troque o cigarro por algo que te dê prazer, como as atividades físicas. Elas serão capazes de melhorar a qualidade de vida e atua como uma válvula de escape.

“Além de ser uma doença crônica, o tabagismo também é considerado uma dependência química, que faz com que as pessoas iniciem precocemente. Além disso, é a porta de entrada para outras drogas”, ressalta Sandra Silva Marques, coordenadora estadual do Programa de Tabagismo do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod).

O consultor Antônio Carlos Almeida, por exemplo, afirma não fumar constantemente. “O pouco que eu fumo já me incomoda, porque a gente vai perdendo o apetite, não se alimenta direito. É muito importante ter informação a respeito”, diz.

Segundo estudos, o fumo é a maior causa de morte evitável no mundo. De acordo com a OMS, 6 milhões de pessoas morrem em todo o mundo em decorrência do consumo de tabaco. O Estado de São Paulo foi pioneiro em implantar uma lei que cria ambientes livres no tabaco. O objetivo é proporcionar ambientes saudáveis e livres da fumaça do tabaco.

Diretora técnica do Centro de Vigilância Sanitária, Cristina Megid avalia que mudar comportamento é difícil, mas foi possível no Estado, em pouco tempo, mudar o comportamento das pessoas em relação a fumar em ambientes fechados.

“Havia uma discussão de que ocorreria um prejuízo econômico, mas foi comprovado que isso não aconteceu. A população aceitou e os empresários, em geral, também entenderam e contribuíram”, salienta. Com dez anos de existência, a Lei Antifumo conta com 94% de aprovação da população.

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Você sente mais fome no inverno? Entenda o que acontece com o corpo

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O organismo gasta muito mais energia durante os dias frios para manter a temperatura estável e pede mais consumo de calorias para compensar a perda

O frio chegou e junto com ele vem aquela fome incontrolável? Saiba que o aumento do apetite no inverno é normal. O corpo gasta mais energia para manter a temperatura e pede mais alimentos calóricos ou gordurosos para compensar essa perda.

Fica mais difícil dispensar aquele fondue, um belo prato de massa ou a sobremesa que você nem costuma comer com frequência. “Sentir frio desencadeia o modo de autopreservação e envia ao corpo a mensagem interpretada como desejo por alimentos ricos em carboidratos para aquecer rapidamente”, explica Luciana El-Kadre, coordenadora do Centro de Diabetes e Obesidade do Hospital São Lucas Copacabana.

Além das alterações biológicas, as pessoas se sentem melancólicas durante as baixas temperaturas por causa da diminuição da luminosidade, e é neste momento que o corpo precisa de comidas que ofereçam conforto. “A ingestão de carboidratos pode melhorar o humor de pessoas com depressão sazonal, quando os níveis de serotonina, o hormônio responsável por nos deixar feliz, ficam mais baixos frente a menor exposição solar”, conta.

A mudança nos hábitos alimentares e a diminuição da prática de exercícios físicos são comportamentos de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e até diabetes. É preciso tomar cuidado para não exagerar e chegar ao fim da estação com alguns quilinhos extras ou exames alterados. “É possível escolher alimentos melhores, como sopas e chás quentinhos. O café da manhã rico em proteínas é outra boa opção”, finaliza a profissional.

Fonte: R7

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