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Saúde & Beleza

Saúde: Consumo de alface pode ser aliado em momentos de ansiedade

Portal Hortolândia

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Cultivada e consumida em todo o território nacional, a alface é um alimento rico em nutrientes e pode ser consumida o ano todo, inclusive no período mais frio. Técnicas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado explicam que a hortaliça é a primeira folhosa introduzida na alimentação e o consumo ajuda a reduzir até mesmo a ansiedade.

Segundo o diagnóstico da Olericultura Paulista do ano passado, 85% dos municípios paulistas cultivam alface, sendo a região de Mogi das Cruzes responsável por aproximadamente 60% da produção estadual, seguida de Ibiúna, com 25%.

“Originária da Europa e da Ásia, a alface pertence à família Asterácea, como a alcachofra, o almeirão e a escarola, sendo conhecida desde 500 anos a.C. Apesar dos hábitos de consumo e das diferenças climáticas, ela é uma hortaliça plantada e consumida em todo o território brasileiro”, afirma Sizele Rodrigues dos Santos, nutricionista do Centro de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Cesans), da Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro).

“A alface é uma hortaliça muito comum e presente na mesa do brasileiro. Geralmente, é a primeira folhosa crua a ser introduzida na nossa alimentação. Tem alto poder de saciedade e oferece apenas 15kcal por 100 gramas. Por isso, é tão comum nas dietas de emagrecimento”, completa a nutricionista Beatriz Cantusio Pazinato, extensionista da Divisão de Extensão Rural, da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), responsável pelos cursos e treinamentos oferecidos pela pasta em várias localidades do estado de São Paulo.

Propriedades

De acordo com Beatriz, entre as propriedades da alface, destacam-se as vitaminas, como a niacina, que atua na respiração das células e na digestão dos nutrientes. Entre os minerais, a hortaliça possui boas quantidades de fósforo e potássio.

“O fósforo, além de participar da composição dos ossos e de todas as células do nosso corpo, auxilia na formação de músculos e no equilíbrio sanguíneo. O potássio é essencial para a transmissão do impulso nervoso, iniciar as contrações e os movimentos dos músculos, regular os batimentos cardíacos e a pressão arterial”, salienta.

“A alface pertence às plantas do gênero lactuca e produz uma substância chamada lactucina, encontrada principalmente nos talos, sendo conhecida pelas propriedades antitumorais, antimaláricas, calmantes, sedativas, entre outras”, esclarece a engenheira agrônoma Maria Cláudia Garcia Blanco, também da Divisão de Extensão Rural da CDRS e especialista em plantas medicinais.

Segundo Sizele, em razão da presença de vitaminas A, C e K, antioxidantes, magnésio e potássio, a folhosa favorece também o fortalecimento do sistema imunológico. A vitamina A, em conjunto com a luteína e zeaxantina, pode trazer benefícios para a saúde dos olhos, já que são substâncias carotenoides que atuam na redução de doenças oftalmológicas como a catarata, por exemplo. “Alguns estudos também apontam que essa verdura, quando consumida regularmente, pode ser benéfica para o controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol”, afirma.

Compra e armazenamento

No momento da compra, é importante escolher as folhas que estejam firmes, sem manchas e com cor brilhante. Não se devem comprar aquelas que estiverem amassadas, amareladas e com pontos escuros. Ao ser adquirido, o pé de alface pode ser armazenado em sacos plásticos furados e guardados nas gavetas inferiores das geladeiras.

Deve-se lavar folha a folha em água limpa e corrente e as deixar de molho em solução clorada (preparada conforme a recomendação do fabricante, descrita na embalagem da água sanitária ou do hipoclorito), por 15 minutos, aproximadamente. As folhas, já higienizadas e escorridas, podem ser acondicionadas em potes plásticos tampados e armazenados sob refrigeração.

“Para que durem por mais tempo, é importante, periodicamente, remover a água, resultante da respiração das folhas, que se forma no recipiente, evitando-se a aceleração da oxidação e redução da vida útil da folhosa”, alerta Beatriz Cantusio.

Preparo

Qualidades terapêuticas em destaque, a alface costuma ser consumida crua, em saladas ou complementos de lanches; mas também pode ser refogada e fazer parte de algumas preparações como sopas, tortas e patês.

“Não há uma quantidade ideal indicada para consumo, mas recomenda-se a inclusão de seis a 12 folhas nas refeições diárias”, pontua Sizele. Na culinária, pode ser usada em diversas receitas, como em refrescos e sopas. “Agora, com a chegada dos dias mais frios, experimente colocar uma folha de alface picada e sobre ela acrescentar a sua sopa preferida bem fumegante e veja que delícia”, sugere Beatriz Cantusio, que está sempre testando novas receitas na Cozinha Experimental da CDRS.

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As dez Verduras e Legumes que ajudam a emagrecer

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Nesta éopca em que o sendanrismo nos assola, é importante consumir alimentos que colaboram para o controle e a perda de peso. Confira alguns Legumes e Verduras que ajudam a emagrecer, eles auxilam no metabolismo, ajudam a queimar calorias e aumentam a sensação de saciedade.

Se a meta é emagrecer, então é necessário consumir alimentos fresquinhos e saudáveis, como os vegetais, que são pouco calóricos e boas fontes de fibras e nutrientes essenciais, que ajudam a regularizar o funcionamento do organismo desintoxicando e ainda dão uma forcinha na perda de peso.

Um prato colorido é o segredo para ter os benefícios de diferentes vitaminas, minerais e fotoquímicos. Um exemplo são os vegetais de folhas verde-escuras, são particularmente rico em cálcio, um mineral que contribui para o emagrecimento e é fundamental para a saúde dos ossos e dentes. Confira alguns alimentos que são encontrados na feira, no mercado ou no hortifrúti mais próximo da sua casa e que contribuem para diminuir a barriga.

Couve: é uma abundante fonte de fibras, é maravilhosa para eliminar toxinas do organismo. Fonte de glicosinolato, um fitoquímico que promove a limpeza do organismo, elimina substâncias que podem causar doenças e toxinas que ficam nas células de gordura. Além disso, possui sulforafano uma substância que previne tumores.

Rabanete: pouco colorico e, por concentrar muita água, ajuda na hidratação do organismo. Seu sabor picante indica uma propriedade capaz de aumentar a secreção de bílis, favorecendo o trabalho do fígado. O Rabanete também é boa fonte de Vitamina C, antioxidante que protege as células e reforça a imunidade.

Repolho: possui uma substância chamada sulforafano, que auxilia na desintoxicação do corpo. Quando consumido cru ou ligeiramente cozido, a hortaliça é fonte de sinigrina, um glicosinolato responsável pela prevenção do câncer de próstata, de cólon e de bexiga. O repolho também favorece o controle das taxas de colesterol, já que é fonte de fibras, substâncias que varrem as toxinas e gorduras do sangue. Rico em nutrientes como proteínas, fibras, ferro, potássio, cálcio e magnésio, desde que consumido cru, o repolho cicatriza úlceras no estomago e previne tumores.

Cenoura: é um dos principais legumes que ajudam a emagrecer. Pois, ele é rico em betacaroteno, substância que se transforma em Vitamina A no organismo e protege a saúde dos olhos. Ela também é fundamental para pele, mucosa e cabelos. O betacaroteno é o responsável pelo tom alaranjado da cenoura e tem considerável poder antioxidante, prevenindo alguns tipos de câncer, como de mama e o de pulmão.

Abóbora: é um alimento de baixa caloria e poderosa fonte de fibras, ela auxilia no emagrecimento e pode ser consumida assada, cozida ou até como ingrediente na preparação de pães. O betacaroteno, pigmento que lhe garante a cor alaranjada, age com antioxidante, recomendado para a prevenção de alguns tipos de câncer, como de próstata, mama e colón. Suas sementes servem como um ótimo aperitivo e possuem um aminoácido chamado triptofano, que age no sistema nervoso e garante a sensação de bem-estar.

Acelga: A Acelga é boa opção também, pois, as fibras da verdura formam uma espécie de gel no estomago, garantindo saciedade e espantando a fome fora de hora. Além disso, elas impedem o acúmulo de gordura na região abdominal e regulam o intestino, evitando inchaços.

Batata-doce: é uma ótima fonte de carboidrato, mas diferente da batata-inglesa, o legume tem baixo índice glicêmico e possui uma absorção mais lenta pelo organismo, gerando energia de forma constante e, por sua vez, prevenindo o pico de insulina. Além disso, reduz o colesterol. Seu consumo é muito indicado para atletas e pessoas que se exercitam com regularidade.

Abobrinha: é rica em magnésio e potássio, previne a hipertensão. O legume também tem ação anti-inflamatória, graças à presença das Vitamina A e Vitamina C. aliados ao Cobre, esses nutrientes ajudam a prevenir doenças como asma, osteoartrite e artrite reumatoide.

Aipo ou Salsão: é um grande aliado para quem quer emagrecer, pois possui poucas calorias e muitas fibras. Ele regula a digestão, aumenta a sensação de saciedade, estimula a produção de saliva e suco gástrico, que juntos com as fibras combatem males digestivos.

Beterraba: devido à grande quantidade de pectina, fibra que auxilia o intestino a funcionar, o legume é indicado para quem sofre de prisão e ventre, evitando a barriguinha “estufada”. A raiz contém nitrato, substância que diminui a pressão arterial, e betacaroteno, que protege a pele dos raios solares e atua como antioxidante.

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Como fazer a melhor dieta para queimar gordura

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Pense na alimentação como fosse um investimento, ou seja, quando você está em déficit calórico, você só tem uma quantidade limitada de calorias para usar por dia.

Logo o mais correto que você pode fazer é investir nos alimentos com o melhor custo-benefício.

Em uma dieta para queima de gordura, esses alimentos seriam os que mantém você satisfeito e possuem menos calorias.

É isso que fará você ficar em déficit calórico com maior facilidade (e com menos fome).

Agora, para fazer isso acontecer na prática, há três passos simples que se você conseguir manter todos os dias, isso permitirá com que você extraia o máximo das calorias permitidas no seu déficit calórico.

1 – Sirva-se de comidas volumosas e menos calóricos

Poucas comidas possuem a habilidade de preencher seu estômago com maior facilidade e ao mesmo tempo não fornecer muitas calorias. Isto, em contrapartida, ativa receptores de estiramento das paredes do estômago, fazendo seu corpo pensar que você já está cheio. Neste caso, literalmente.

Alimentos volumosos também fazem você mastigar por mais tempo (arroz integral) e aumentam o tempo que leva para fazer uma refeição.

Apesar de parecer irrelevante (ou contraditório), o fato de você se alimentar lentamente faz você se sentir satisfeito antes.

Além disso, e o mais interessante, é que você pode comer mais desses alimentos, pois eles contém menos calorias.

Ou seja, é uma situação sem pontos negativos: você se sentir com menos fome e ainda pode comer mais, sem medo de cometer deslizes, pois você se sentirá cheio rapidamente.

Melhores alimentos volumosos para incluir na dieta

Agora, para escolher os melhores alimentos volumosos e com baixa densidade calórica, basta mirar para os ricos em água e fibra.

Veja, a maioria das frutas e vegetais possuem bastante fibra, água e poucas calorias.

Claras de ovo, carnes magras, peixes, iogurte grego e batata doce, também entram nessa.

Por outro lado, repare que a maioria dos alimentos processados, possuem pouca fibra, água e muita caloria.

Basicamente, o ponto que quero chegar é para optar por alimentos volumosos e baixa densidade calórica.

2 – Controle o consumo de gorduras boas

Gorduras boas costumam ser o tendão de aquiles da maioria das dietas para queimar gordura, pois muitos alimentos saudáveis são ricos em gorduras.

Mas isso não significa que eles não possam ser calóricos.

Basicamente, é muito fácil “contrabandear” calorias através de gorduras boas e depois não entender porque não está perdendo peso. Afinal, você estava comendo alimentos saudáveis, não é?

Entenda. Gorduras são o oposto dos alimentos volumosos que falamos.

Por exemplo: 5 nozes possuem a mesma quantidade de calorias do que 25 morangos.

Qual deles é mais fácil comer em excesso, sem perceber?

Pois é.

Alimentos ricos em gorduras (sejam elas boas ou não), são menos volumosos, mas muito mais calóricos.

Aqui a recomendação não é evitá-los, mas tomar cuidado redobrado na contagem de calorias ao usá-los na dieta.

Jamais confie em medidas padrões como “uma colher de sopa”.

Uma colher de sopa cheia de pasta de amendoim é interpretado de forma totalmente diferente por cada pessoa.

Portanto use a balança digital para fazer suas medidas.

Além disso, em termos de redução de apetite, a maior parte das calorias deverão vir dos alimentos fibrosos.

3 – Limite a ingestão de calorias líquidas

Se fosse possível declarar o pior tipo de alimento para alguém que queira queimar gordura, este alimento seria qualquer um que possua calorias líquidas.

Eles são os que menos saciam a fome e que mais podem possuir calorias.

Na verdade, há estudos mostrando que líquidos contendo calorias podem distender o estômago mais do que alimentos sólidos ao mesmo tempo que geram uma resposta mais fraca do corpo em relação a se sentir cheio.

Basicamente, você consegue tomar mais líquidos sem se sentir tão cheio como se sentiria ao comer a mesma quantidade, mas através de alimentos sólidos.

Tá, e o que são “calorias líquidas”?

Refrigerantes com açúcar, sucos de fruta, smoothies, vitaminas de fruta e qualquer outro tipo de mistura líquida que contenha caloria.

É válido reforçar que a qualidade do alimento não está em cheque aqui, mas sim a quantidade de calorias que ele pode fornecer.

Uma pessoa desavisada pode ler “sucos de fruta” e achar um absurdo fazer “mal” tomá-lo.

A questão está apenas na quantidade de calorias que ele pode fornecer e quão fácil é exagerar. Só isso.

Em vez disso, experimente usar suas alternativas sólidas. Comer a fruta em vez de tomar o suco ou fazer uma vitamina, e por ai vai.

fonte: BlogHipertrofia

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Uso de máscara e orelhas em abano: cirurgião plástico esclarece dúvidas

Redação

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O uso de máscara é uma das principais formas de combate contra a covid-19. A máscara protege e é fundamental para prevenir o contágio do novo coronavírus. Embora a maioria dos brasileiros já tenha se adaptado ao seu uso, obrigatório em todo o país, as queixas com relação ao acessório ainda são bastante frequentes. Os principais incômodos relatados são os óculos embaçados, lesões no nariz e receio da máscara acentuar as orelhas de abano.

O cirurgião plástico Samir Eberlin, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), explica que em algumas pessoas o uso frequente de máscara deixa as orelhas mais evidentes. “Para muitos pacientes, esta exposição gera bastante desconforto. E o maior receio é de que o uso constante da máscara cause uma lesão permanente”, comenta Eberlin.

O medo do uso da máscara afetar a estrutura das orelhas tem gerado muitos questionamentos nos consultórios e também na internet. Mas o cirurgião afirma que não há motivos para esta preocupação. Segundo ele, o uso contínuo das máscaras não provoca deformação nas orelhas. “Apesar do desconforto causado durante o uso da máscara, quando a pessoa retira o acessório, a orelha volta ao seu posicionamento normal sem danificar a anatomia da região”, garante.

O desconforto com o formato e o tamanho das orelhas é uma queixa comum entre muitos brasileiros, mesmo antes das máscaras entrarem em cena. A cirurgia da orelha, também conhecida como otoplastia, está entre os dez tipos de cirurgia plástica mais realizados no Brasil, de acordo com os dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. O procedimento pode melhorar a forma, a posição e a proporção das orelhas.

Samir Eberlin esclarece que a otoplastia é indicada para corrigir deformidades menores nas orelhas, beneficiando a aparência e a autoestima do paciente. “Popularmente chamada de ‘orelha de abano’, esta condição costuma causar muitos problemas, principalmente para jovens e crianças, muitas vezes vítimas de bullying”, comenta Eberlin. Em casos de orelhas em abano, os resultados da otoplastia são quase imediatos. As cicatrizes cirúrgicas ficam escondidas atrás da orelha ou em suas dobras naturais.

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