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Saúde & Beleza

Você sente mais fome no inverno? Entenda o que acontece com o corpo

Portal Hortolândia

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O organismo gasta muito mais energia durante os dias frios para manter a temperatura estável e pede mais consumo de calorias para compensar a perda

O frio chegou e junto com ele vem aquela fome incontrolável? Saiba que o aumento do apetite no inverno é normal. O corpo gasta mais energia para manter a temperatura e pede mais alimentos calóricos ou gordurosos para compensar essa perda.

Fica mais difícil dispensar aquele fondue, um belo prato de massa ou a sobremesa que você nem costuma comer com frequência. “Sentir frio desencadeia o modo de autopreservação e envia ao corpo a mensagem interpretada como desejo por alimentos ricos em carboidratos para aquecer rapidamente”, explica Luciana El-Kadre, coordenadora do Centro de Diabetes e Obesidade do Hospital São Lucas Copacabana.

Além das alterações biológicas, as pessoas se sentem melancólicas durante as baixas temperaturas por causa da diminuição da luminosidade, e é neste momento que o corpo precisa de comidas que ofereçam conforto. “A ingestão de carboidratos pode melhorar o humor de pessoas com depressão sazonal, quando os níveis de serotonina, o hormônio responsável por nos deixar feliz, ficam mais baixos frente a menor exposição solar”, conta.

A mudança nos hábitos alimentares e a diminuição da prática de exercícios físicos são comportamentos de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e até diabetes. É preciso tomar cuidado para não exagerar e chegar ao fim da estação com alguns quilinhos extras ou exames alterados. “É possível escolher alimentos melhores, como sopas e chás quentinhos. O café da manhã rico em proteínas é outra boa opção”, finaliza a profissional.

Fonte: R7

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Vírus de origem chinesa pode ter infectado mais de mil de pessoas

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O número de pessoas infectadas por um vírus que já matou duas pessoas na China ultrapassa, provavelmente, mil casos e é muito superior àquele informado pelas autoridades locais, segundo investigadores britânicos.

As autoridades chinesas disseram que o surto de pneumonia viral afetou pelo menos 41 pessoas e que o foco da epidemia está em Wuhan, uma cidade de 11 milhões de pessoas no centro da China.

Contudo, em artigo publicado na sexta-feira (17) por cientistas de um centro de pesquisa do Colégio Imperial de Ciência, Tecnologia e Medicina de Londres aponta que o número de pessoas infectadas na cidade chinesa e, provavelmente, muito superior.

Investigadores do Centro de Análise Global de Doenças Infeciosas, que aconselha instituições como a Organização Mundial de Saúde (OMS), estimam que “um total de 1.723 casos” em Wuhan apresentavam sintomas da doença desde 12 de janeiro.

Os cientistas usaram o número de casos detectados até agora fora da China – dois na Tailândia e um no Japão – para estimar o número de pessoas que provavelmente estão infetadas em Wuhan, com base em dados de voos internacionais que partem do aeroporto daquela cidade.

“Para Wuhan exportar três casos para outros países, deve haver muito mais casos do que o anunciado”, disse o professor Neil Ferguson, um dos autores, à emissora pública britânica BBC.

“Estou muito mais preocupado do que estava há uma semana”, acrescentou.

Em Hong Kong e em Macau, as autoridades intensificaram as medidas de detecção, que inclui um rigoroso controle de temperatura para viajantes e turistas. No antigo território administrado por Portugal, estas ações também ocorrem na entrada dos casinos, já que Macau recebe em média mais de três milhões de visitantes por mês.

Os Estados Unidos já anunciaram que vão começar a filtrar voos diretos de Wuhan para os aeroportos de São Francisco e Nova York, assim como em Los Angeles, onde há muitas conexões internacionais.

As autoridades internacionais de saúde já admitem que possa ter havido um caso de contágio entre pessoas no surto de pneumonia viral na China, mas afirmam que “não há uma indicação clara e sustentada de transmissão” entre humanos.

O Centro Europeu de Controlo de Doenças afirmou também que é “impossível quantificar o potencial de transmissão entre humanos” deste novo vírus detectado na China.

São poucos os casos sem conexão direta com um mercado de marisco em Wuhan, mas as autoridades ainda desconhecem a fonte de infecção ou o modo de transmissão.

Esta semana, em Portugal, a Direção-Geral da Saúde garantiu que o surto de pneumonia viral na China já estaria contido, indicando que uma eventual propagação “não é uma hipótese neste momento a ser equacionada”.

“Não temos que estar alarmados, é preciso é estarmos atentos”, afirmou na quarta-feira a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, aos jornalistas, sublinhando que o coronavírus detetado na China não será transmissível de pessoa a pessoa.

fonte ebc

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Miopia cresce entre as crianças devido ao uso de computadores e smartphones

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Uma pesquisa do Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) — TIC Kids On-line — revela que cerca de 69% das crianças e adolescentes do Brasil, na faixa dos 9 aos 17 anos, utilizam a internet mais de uma vez por dia. No Centro-Oeste, o índice ultrapassa a média brasileira e chega a 74% — é a região em que as crianças são mais conectadas, ao lado do Sudeste, segundo o estudo.

Os dados confirmam o crescente acesso dos brasileiros aos benefícios da tecnologia, mas, ao mesmo tempo, desvendam uma nova preocupação: as ferramentas eletrônicas estão contribuindo para o aumento da miopia entre os pequenos. “É uma tendência do mundo moderno”, alerta o oftalmologista Luiz Felipe Diniz, do Hospital Brasileiro de Olhos (HBO), em Brasília.

Cerca de 20% das crianças em idade escolar, de acordo com levantamentos do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), apresentam problemas de vista. A miopia é a campeã e já é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a epidemia do século. O uso de celulares e computadores por mais de seis horas diárias, segundo Diniz, pode levar ao agravamento dessa patologia em crianças e adolescentes.

Lucas Macedo, 9 anos, sente na pele, ou melhor, nos olhos, os efeitos da tecnologia. Vidrado em smartphone, tablet e afins, ele usa óculos desde os 6 anos. A mãe do menino, a fisioterapeuta Juliana Macedo, 40, acredita que a internet atrapalhe muito. “Se deixar, as crianças ficam além da conta na frente da tela do computador e no celular. Acho que forçam demais os olhos.”

Comportamento

Juliana conta que Lucas passa horas assistindo ao YouTube. “Ele está com 3 graus de miopia no olho direito e 1,5 no esquerdo.” Na escola, ele começou a ficar em pé, perto do quadro, para conseguir anotar o que a professora escrevia. “É preciso prestar atenção nessa questão da miopia infantil”, alerta Juliana. “Pensam que a criança é inquieta e teimosa, mas, na verdade, ela está apenas em busca de um campo melhor de visão.”

Como as crianças não identificam a dificuldade para enxergar, é importante que os pais fiquem atentos ao comportamento delas. “Quando elas têm alguma dificuldade visual, costumam ter dores de cabeça, desinteresse pelo estudo e baixo desempenho escolar. Também ficam muito próximo da televisão e têm mania de franzir os olhos para enxergar”, descreve Juliana. “Caso perceba essas atitudes em seu filho, é importante procurar um oftalmologista”, recomenda.

“É muito comum, no dia a dia do consultório, descobrirmos erros de refração — que é como denominamos a miopia — em crianças que tinham problemas de aprendizagem ou comportamento na escola”, confirma o médico oftalmologista Geraldo Canto, de Curitiba. “Para evitar isso, ir ao oftalmologista no início do ano é uma grande oportunidade de começar as aulas da melhor maneira.”

Além do uso excessivo das novas tecnologias, o aumento dos casos de miopia em crianças é relacionado à falta de atividades ao ar livre. “Um mecanismo de nossa visão, chamado de acomodação, nos permite olhar objetos distantes e focar com nitidez objetos próximos. Esse foco é feito com a contração do músculo ciliar, o anel no meio do olho para visão a distância. O excesso de esforço pode gerar fatores associados ao aumento da miopia”, esclarece Canto. É o que acontece quando se força a vista ao digitar e ao assistir a vídeos em celulares e computadores. 

Dicas para o dia a dia

  • Fazer a criança realizar atividades em ambientes externos diariamente, por 40 minutos, no mínimo.
  • Não aproximar demais dos olhos os celulares, tablets, computadores e livros — eles devem ser mantidos a 30cm da face, no mínimo.
  • Não se debruçar sobre o objeto de leitura.
  • Manter a tela do computador a 50cm da face, no mínimo.
  • Fazer intervalos frequentes enquanto estiver utilizando esses objetos. A cada 20 minutos, retirar o olhar deles e focalizar objetos distantes, por cerca de 20 segundos.
  • Uso de tablets e celulares por crianças de 2 a 5 anos não deve ultrapassar 1 hora por dia.

O que dizem os médicos

As cirurgias refrativas para correção do grau são indicadas somente depois dos 18 anos, desde que a graduação já tenha estabilizado.Para evitar mais prejuízos à visão, a recomendação é, desde cedo, ensinar as crianças a fazerem intervalos de cinco minutos a cada hora na frente das telas.Reduza o brilho dos monitores. Ajuste-os procurando deixar a visibilidade agradável para a vista. Não deixe o fundo muito claro nem muito escuro.Continua depois da publicidade

Monitores de cristal líquido cansam menos a vista do que os antigos, de tubo, pois já vêm com superfície antirreflexo e melhor definição de imagens.
Fonte: Luiz Felipe Diniz, médico oftalmologista

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Banha de porco é mais saudável do que com óleos vegetais, diz especialista

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Antes dos surgimentos dos óleos de girassol, canola e outros disponíveis nas redes de supermercados, a banha de porco era o ingrediente mais utilizado no preparo de pratos.

O alimento, no entanto, ganhou fama de vilão por, supostamente, aumentar o níveis de colesterol e risco de infarto, além de faz mal ao coração.

Mas, agora, a banha de porco deixou de ser considerada inimiga da saúde e é identificada por grande parte da comunidade médica como uma opção saudável para ser utilizada na culinária.

De acordo com o nutrólogo, Dr. Flávio Madruga, em entrevista ao Vix, afirma que os benefícios da banha de porco são inúmeros e o uso faz com que a gordura animal seja mais saudável do que óleos vegetais refinados.

Assim como a manteiga, o azeite e óleo de coco, a banha de porco é rica em graxos monoinsaturados, ou seja, é mais estável ao ser submetida ao calor, sendo mais difícil de sofrer oxidação.

Antes dos surgimentos dos óleos de girassol, canola e outros disponíveis nas redes de supermercados, a banha de porco era o ingrediente mais utilizado no preparo de pratos.

O alimento, no entanto, ganhou fama de vilão por, supostamente, aumentar o níveis de colesterol e risco de infarto, além de faz mal ao coração.Publicidade

Mas, agora, a banha de porco deixou de ser considerada inimiga da saúde e é identificada por grande parte da comunidade médica como uma opção saudável para ser utilizada na culinária.

De acordo com o nutrólogo, Dr. Flávio Madruga, em entrevista ao Vix, afirma que os benefícios da banha de porco são inúmeros e o uso faz com que a gordura animal seja mais saudável do que óleos vegetais refinados.

Assim como a manteiga, o azeite e óleo de coco, a banha de porco é rica em graxos monoinsaturados, ou seja, é mais estável ao ser submetida ao calor, sendo mais difícil de sofrer oxidação.Publicidade

Os óleos vegetais refinados que são poli-insaturados, por outro lado, oxidam facilmente quando aquecido e liberam substâncias extremamente tóxicas e inflamatórias, explica o médico.

Benefícios da banha de porco para a saúde

Quanto mais se estuda sobre a gordura animal, mais se confirma que nossos pais e avós estavam certos quando cozinhavam com a banha de porco. Pois, ela é livre de gorduras trans e açúcares, possui baixo teor de sódio e é rica em vitaminas, B, C, D e cálcio, além de minerais, como fósforo e ferro.

O nutrólogo ainda explicou ao Vix que a banha de porco tem uma composição equilibrada de gorduras saturadas (40%) e gordura monoinsaturada (45%) e ainda ajuda a prevenir as doenças cardiovasculares, elevando o nível de HDL (colesterol “bom”) e diminuindo o de LDL (colesterol “ruim”).

Além de todos esses benefícios voltados à saúde, a banha de porco é mais barata do que os óleos de girassol e canola, por exemplo.

Fonte: Vix

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Max Milhas