A Prefeitura de Campinas divulgou em 27 de agosto o 35º Alerta Arboviroses Campinas de 2026, destacando que 26 bairros da cidade apresentam alto risco de transmissão da dengue. As ações de combate e prevenção são contínuas desde o início do ano.
O alerta abrange áreas nas regiões Leste, Noroeste, Norte, Sudoeste, Sul e Sudeste, incluindo bairros como Taquaral, Cidade Satélite Íris IV, Jardim São Marcos, Vila Palácios, Jardim Campo Belo II, Vila Industrial e outros. O documento detalha os locais que receberão reforço nas medidas de controle.
Segundo a Secretaria de Saúde, o intuito do alerta é estimular a população a identificar e eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti. As orientações valem para toda Campinas, inclusive bairros que estiveram em alertas anteriores. A análise considera indicadores como incidência de casos, nova transmissão, imóveis sem acesso, densidade populacional e comunicação direta com moradores.
Desde 1º de janeiro até 24 de agosto, foram registrados 3.753 casos da doença. Entre 1º de janeiro e 19 de agosto, foram realizadas 1.138.441 visitas domiciliares para controle e educação, além de 53.382 nebulizações costais para combater os focos do mosquito.
As visitas são realizadas por agentes comunitários, de controle ambiental e funcionários de empresa contratada. Para identificar esses profissionais, moradores podem acessar uma lista oficial disponibilizada pela Prefeitura.
A Prefeitura destaca que cerca de 80% dos focos do mosquito estão dentro das residências. Para impedir a proliferação do Aedes aegypti, é fundamental evitar acúmulo de água em recipientes como latas, pneus e vasos de plantas. A água dos vasos deve ser trocada a cada dois dias e os pratinhos limpos semanalmente. Além disso, é importante vedar caixas d’água e manter vasos sanitários fechados quando não usados.
26 bairros estão com alto risco de transmissão da doença, conforme o 35º Alerta Arboviroses divulgado em agosto de 2026.
Entre 1º de janeiro e 24 de agosto, foram confirmados 3.753 casos de dengue na cidade.
Foram feitas mais de 1,1 milhão de visitas domiciliares para controle de criadouros e educação em prevenção, além de nebulizações costais para matar o mosquito.
É fundamental eliminar água parada em recipientes, manter vasos limpos e vedar caixas d’água para impedir a reprodução do mosquito Aedes aegypti.
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