Com a idade média da frota brasileira chegando a 11 anos e 2 meses, cresce a procura por manutenção preventiva e corretiva nos veículos. Entre os componentes que exigem atenção está o catalisador automotivo, peça responsável por reduzir a emissão de gases poluentes.
Segundo dados da Sindipeças e da Abipeças, o envelhecimento da frota aumenta a necessidade de inspeções mecânicas e substituição de componentes essenciais.
Instalado entre o motor e o escapamento, o catalisador realiza reações químicas que transformam gases tóxicos em substâncias menos agressivas ao meio ambiente.
Entre os poluentes reduzidos estão:
De acordo com Miguel Zoca:
“Quando danificado ou destruído, o catalisador perde sua finalidade e deixa de cumprir o papel de controle das emissões.”
O especialista afirma que o componente deve ser substituído em caso de falha, sem tentativa de reparo.
Antes da troca, especialistas recomendam inspeção completa nos sistemas:
Falhas comuns que podem danificar o catalisador:
Umicore alerta para o risco de produtos irregulares vendidos no mercado de reposição.
Segundo Cláudio Furlan, o consumidor deve verificar:
Catalisadores fora do padrão podem causar:
No mercado de reposição, o componente possui vida útil estimada em:
O equipamento deve seguir os parâmetros da:
A Resolução 282 estabelece limites mínimos de eficiência no controle de emissões automotivas.
Com veículos mais antigos circulando no país, especialistas apontam que a manutenção correta do sistema de exaustão se tornou ainda mais importante.
Além da economia e do desempenho do veículo, o funcionamento adequado do catalisador ajuda na redução da poluição atmosférica e dos impactos ambientais causados pelo trânsito urbano.
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!