Países da Europa manifestaram insatisfação com um novo plano da FIFA e ameaçam boicotar a próxima Copa do Mundo, segundo reportagem da TV inglesa Sky Sports.
A polêmica gira em torno da criação da FIFA Forward Enterprise (FFE), uma empresa privada controlada majoritariamente pela FIFA. A intenção é operacionalizar cinco entidades e comercializar participações da nova companhia para investidores, o que causou revolta entre os europeus, main opposition to FIFA president Gianni Infantino.
A UEFA declarou publicamente que é contra a iniciativa, afirmando que "a alma e a governança do futebol não são ativos para negociar", ressaltando a falta de transparência e enfatizando que o futebol não pertence a ninguém para ser vendido.
Segundo a FIFA, a FFE visa maximizar os recursos financeiros obtidos com patrocínios e direitos de transmissão, com previsão de vender até R$ 20 bilhões em ações da nova empresa. Parte desse capital seria distribuída para seleções nacionais.
A FIFA confirmou que a Copa do Mundo de 2030 será sediada simultaneamente em seis países de três continentes, incluindo Portugal, Espanha e Marrocos, que receberão a maioria das partidas.
Além disso, Argentina, Paraguai e Uruguai terão seus jogos na fase de grupos para celebrar o centenário da primeira Copa do Mundo, realizada na América do Sul em 1930. As nações sul-americanas buscam ampliar sua participação, tentando garantir jogos nas fases iniciais e possivelmente nas etapas eliminatórias.
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