A FIGC, a Federação Italiana de Futebol, anunciou nesta quinta-feira, 2, dois dias após a derrota da Itália para a Bósnia e Herzegovina na final do playoff de classificação, nos pênaltis, a renúncia de Gabriele Gravina, ex-presidente da entidade. Além dele, também se despediu Buffon, que tinha o cargo de chefe de delegação.
Em 22 de junho, novas eleições vão definir o futuro da Azzurra. Internamente, uma grande mudança é muito bem vista pela sociedade e política italiana. "É evidente para todos que o nosso futebol precisa ser reformulado", garantiu o ministro do Esporte da Itália, Andrea Abodi, em entrevista à ESPN.
Com a derrota vexatória, eles chegam a três edições sem participar da Copa do Mundo. O último Mundial que a Azzurra esteve presente foi o do Brasil, em 2014, mas foi eliminada na fase de grupos. A seleção não chega a um mata-mata da competição desde 2006, quando foi campeã, já que em 2010 também foi desclassificada na fase de grupos.
A tendência é que não. O treinador não é uma unanimidade no país e o novo presidente da FIGC deve escolher outro nome. Os principais alvos devem ser Mancini e Antonio Conte.
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