Impeachment no São Paulo? Entenda a movimentação

A guerra política no São Paulo ganhou mais um capítulo nesta sexta-feira (24). O grupo STP, que faz oposição ao presidente Harry Massis, iniciou a articulação de um pedido de impeachment contra o mandatário. A informação, antecipada pelo UOL, foi confirmada pela reportagem.

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O argumento

A base do pedido é a acusação de gestão temerária. Como Massis integrava a administração de Julio Casares — que teve as contas de 2025 rejeitadas pelo Conselho —, a oposição entende que o atual presidente também pode ser responsabilizado e sancionado.

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O movimento surge como retaliação direta: Massis havia protocolado, na quinta-feira (23), um pedido de expulsão do presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu, aliado do grupo STP.

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Como funciona o impeachment no São Paulo

  1. Assinaturas: são necessárias 50 assinaturas de conselheiros do São Paulo para convocar a reunião.
  2. Conselho Consultivo: emite um parecer sobre a admissibilidade do pedido.
  3. Conselho Deliberativo: vota o afastamento inicial.
  4. Assembleia Geral: sócios votam a destituição definitiva.
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Foi exatamente esse rito que Julio Casares enfrentou — e preferiu renunciar antes da assembleia geral para não perder os direitos políticos. O grupo STP agora corre atrás das assinaturas para deflagrar o mesmo processo contra Massis.

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