Campinas registrou uma redução de 35% nas mortes no trânsito nas vias urbanas até julho de 2026, totalizando 26 óbitos no período, ante 40 em 2025, o que significa que 14 vidas foram salvas. O balanço foi divulgado pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e aponta uma queda contínua nos indicadores nos últimos sete meses.
Dentre as vítimas em vias urbanas, 69% eram motociclistas, com 18 mortes até julho, uma redução de 14% em relação ao ano anterior. Pedestres representaram 27% dos óbitos, com queda de 46%, e houve um único ocupante de outros veículos, 75% menos que em 2025. Não houve mortes de ciclistas neste ano, quando em 2025 foram dois.
Velocidade excessiva ou inadequada e falta de habilitação foram as principais causas das fatalidades, cada uma responsável por 31% dos casos analisados.
O mês de julho concentrou o maior número de mortes no trânsito de 2026, com 10 óbitos nas vias urbanas e 12 nas rodovias. Entre as vítimas urbanas, 80% eram motociclistas, incluindo seis condutores homens e duas garupas mulheres, sendo 62% deles entre 22 e 25 anos. Destaca-se que quatro dos condutores mortos trabalhavam como entregadores motoboys, um deles no momento do acidente.
Os acidentes ocorreram principalmente na madrugada (43%) e envolveram colisões e choques contra obstáculos fixos.
A Prefeitura de Campinas atribui os resultados à combinação de fiscalização reforçada, ações educativas, intervenções viárias e videomonitoramento em pontos críticos. Até julho, foram realizadas 140 operações, identificadas 5,2 mil condutas de risco e aplicados 13,7 mil testes com bafômetros. Cinco novos pontos de videomonitoramento foram instalados e um radar remanejado.
Além disso, 117,8 mil m² de vias foram sinalizadas, com instalação de 3,9 mil placas e 204 rampas de acessibilidade. Foram promovidas 185 ações educativas que atingiram mais de 21 mil pessoas, há uma campanha permanente voltada para a segurança dos pedestres.
O balanço completo está disponível no Boletim Informativo de Óbitos no Trânsito da Emdec no site oficial.
A redução foi de 35% nas vias urbanas, com 14 vidas salvas comparado ao mesmo período de 2025.
Motociclistas foram as principais vítimas, representando 80% dos óbitos, sendo a maioria jovens entre 22 e 25 anos.
Velocidade excessiva ou inadequada e falta de habilitação lideram as causas, cada uma responsável por 31% dos casos analisados.
Foram realizadas fiscalizações, instalação de videomonitoramento, sinalização viária, ações educativas e campanhas permanentes de conscientização.
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!