Saúde divulga 33º alerta com 36 bairros de Campinas em alto risco de dengue

A Secretaria de Saúde divulgou em 13 de agosto o 33º Alerta Arboviroses Campinas de 2026, apontando que 36 bairros da cidade apresentam alto risco de transmissão da dengue. A medida reforça orientações para a população eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença.

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Bairros com alto risco de dengue em Campinas

O alerta indica que os seguintes bairros possuem maior possibilidade de transmissão da doença:

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  • Leste: Cambuí, Alto Taquaral, Vila Miguel Vicente Cury, Vila Costa e Silva
  • Noroeste: Jardim Florence 1 e 2, Vila Padre Manoel de Nóbrega, Jardim Garcia, Vila Castelo Branco, Jardim Paulicéia, Jardim Londres, Jardim Santa Rosa e Jardim Sul América
  • Norte: Vila San Martin, Residencial Campo Florido, CDHU Edivaldo Orsi, Jardim Mirassol, Vila Boa Vista
  • Sudoeste: Jardim Princesa, Jardim Esplanada, Jardim Adhemar de Barros, Jardim São Cristóvão, Eldorado dos Carajás, Vila Maria Eugênica, Jardim Novo Campos Elíseos, Jardim Aeroporto de Viracopos, Vila Aeroporto
  • Sul: Jardim Nova Europa, Jardim do Trevo, Residencial da Paz, Jardim Nova América
  • Suleste: Jardim São Vicente, Jardim Centenário, Vila Formosa, Jardim Bom Sucesso, Jardim Von Zuben
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Objetivos e ações de prevenção contra a dengue

O alerta estimula moradores a verificarem com maior frequência possíveis criadouros do mosquito em suas residências e fortalece a comunicação direta com os bairros em risco. Nessas regiões, são intensificadas as ações para eliminar focos que favorecem a proliferação do Aedes aegypti.

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As orientações de prevenção aplicam-se a toda Campinas, inclusive aos bairros apontados em alertas anteriores, mesmo que não estejam na lista atual.

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Indicadores usados no alerta

Para elaborar o alerta, a Saúde considera a incidência de casos, registros de novas transmissões, dificuldades de acesso a imóveis, densidade populacional e qualidade da comunicação das ações. Bairros menores próximos às regiões listadas também estão sujeitos às recomendações.

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Números e visitas realizadas em 2026

De 1º de janeiro a 10 de agosto, Campinas confirmou 3.711 casos de dengue. No período até 31 de julho, foram realizadas 1.043.650 visitas a imóveis para controle de criadouros e ações educativas, além de 53.382 visitas para nebulização costal.

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Na rede municipal, agentes comunitários de saúde, de controle ambiental e funcionários contratados realizam visitas domiciliares para qualificar a assistência e prevenção. É possível identificar esses profissionais por seus uniformes, crachás e telefones oficiais divulgados pela Prefeitura.

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Importância da colaboração da população

A Prefeitura mantém um programa contínuo de controle e prevenção, mas a participação dos moradores é fundamental. A Secretaria de Estado da Saúde aponta que 80% dos criadouros do mosquito estão dentro das residências, destacando a necessidade de cuidados diários.

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Medidas para evitar criadouros do Aedes aegypti

Para conter a proliferação do mosquito, é essencial evitar o acúmulo de água em recipientes como latas e pneus. Vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias, e seus pratinhos devem ser limpos semanalmente com água, sabão e bucha. Caixas d’água precisam ser vedadas e vasos sanitários não utilizados devem permanecer fechados.

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